Imperatriz 
Leopoldinense


Ultimo colocado na avaliação do júri do SRZD-Carnavalesco, o samba-enredo da Imperatriz ("Imperatriz... Só quer mostrar que faz samba também") somou 67 pontos, assim como o da Viradouro. Jorge Arthur, um dos compositores da obra leopoldinense, disse que espera dar a resposta na Sapucaí, na quarta-feira de cinzas, quando serão conhecidas as notas do Grupo Especial.

Para Eugênio Leal (Colunista do SRZD-Carnavalesco) o samba tem "altos e baixos tanto em melodia (alguns trechos que caem no lugar comum) quanto em poesia (com muita repetição de expressões na segunda parte). Ponto alto para a excelente cabeça do samba, que fala sobre o bairro de Ramos".

Luiz Fernando Reis (colunista do SRZD-Carnavalesco) esperava mais dos compositores da verde-e-branca:

- A letra até que se esforça, mas a melodia não acompanha. Os 50 anos da Imperatriz mereciam um samba mais forte.

Na opinião do autor, as críticas feitas pelos julgadores Eugênio Leal (colunista do SRZD-Carnavalesco e radialista da Rádio Tupi), Luiz Fernando Reis (colunista do SRZD-Carnavalesco) e Aydano André Motta (membro da coluna Ancelmo Gois) não têm embasamento.

- A parceria procurou o maestro Márcio Wanderley, que é profissional. Ele disse que a obra não tem problemas. Sei que existe uma caída do samba na segunda parte, mas isso é normal em samba-enredo. Tenho certeza que todos os sambas foram gravados um tom abaixo do andamento do desfile, pois as pessoas que estão ouvindo precisam aprender a letra. No momento prefiro aguardar a crítica do júri oficial - respondeu o compositor.

Sobre a dura crítica que Fernando Pamplona, ex-carnavalesco do Salgueiro, fez à ala de compositores da Imperatriz e que deu nota 7 para o samba, o autor lamentou a posição conservadora de Pamplona

- O Pamplona é saudosista. Quer um carnaval como o de 1950, que tinha 500 componentes. Atualmente o desfile tem 3.500 pessoas em cada escola. Se o samba-enredo fosse na cadência daquela época, precisaríamos de pelo menos 600 minutos de desfile. O tempo mudou, assim como no futebol. Os jogadores de 1970 não acompanhariam o preparo físico dos atletas de hoje, embora tivessem mais habilidade - opina Jorge.

Ele citou ainda um motivo que pode ter prejudicado o desempenho de alguns intérpretes: o pouco tempo de adaptação ao samba escolhido antes da gravação.

- Muitos intérpretes tiveram dificuldades para adaptação aos novos sambas e gravá-los poucos dias depois das finais.

2008-11-14
fonte : http://www.sidneyrezende.com


Além da comissão de frente que vai abrir o desfile da Imperatriz Leopoldinense no espetáculo sobre o cinqüentenário da escola de Ramos, Rosa Magalhães vai homenagear carnavalescos que passaram pela agremiação, reproduzindo figurinos de comissões de frente criados por dois colegas. Uma das homenagens já está definida: será de uma comissão criada por Viriato Ferreira.

Alex Neoral (foto), de 29 anos, que estréia como coreógrafo na Imperatriz, contou ao TUDO DE SAMBA que as comissões não virão juntas no espetáculo da verde e branco.

- Estou ensaiando o grupo da comissão oficial, que vai ser avaliado pelos julgadores. A Rosa decidiu que uma das duas outras comissões será uma que foi criação do Viriato. Elas virão em pontos diferentes do desfile - informou o coreógrafo, acrescentando que ficará responsável pelos ensaios apenas da comissão principal, mas que supervisionará a preparação dos outros dois grupos.

O Carnaval de 2009 será a estréia de Alex como coreógrafo de uma escola de samba. Ele já passou pela Avenida como componente das comissões de frente da Viradouro (2004 e 2006) e da Porto da Pedra (2007).

Bailarino de formação contemporânea com 15 anos de experiência, Alex foi indicado pela crítica de dança Suzana Braga, para o posto de coreógrafo da escola de Ramos.

- A Suzana vem acompanhando meu trabalho há muito tempo. Numa conversa, a Rosa pediu que ela queria apostar numa pessoa nova para coreografar a comissão e a Rosa, felizmente, decidiu apostar em mim - finalizou.

2008-11-13
fonte : tudodesamba.com.br


Neste domingo, 19, será 'escrito' o último capítulo do livro "Zé Katimba - Veja o que o destino reservou pra você", biografia desenvolvida pelo jornalista Fernando Paulino, sobre a vida e obra de Zé Katimba, um dos fundadores da Imperatriz Leopoldinense e um dos maiores compositores de samba-enredo da história. Na ocasião, o biógrafo do sambista convocará uma coletiva na tradicional feijoada do Candongueiro, em Niterói, com vários jornalistas que sabatinarão Katimba sobre sua história. O resultado da entrevista será o último capítulo do livro.

- O Candongueiro foi o local escolhido porque é um lugar de resistência do samba.- diz Fernando Paulino, que garantiu a presença dos radialistas Rubem Confete e Adelzon Alves entre os entrevistadores.

Após o lançamento do livro, que será em dezembro, existe a promessa de um DVD e de uma excursão ao lado do compadre Martinho da Vila por países de Língua Portuguesa. O livro terá depoimentos de nomes importantes do samba como Alceu Maia, Paulo Moura, Rubem Confete, além de Martinho.

O compositor se emociona ao falar dos relatos que estarão no livro.

- Muitos livros de samba já foram feitos, mas como esse não, eu te garanto. Você verá que é diferente - assegura o compositor de oito sambas da Imperatriz Leopoldinense, único fundador vivo da escola e que será homenageado no desfile de 2009 com uma ala de 'katimbeiros', no enredo "Imperatriz... só quer mostrar que faz samba também!", uma homenagem aos 50 anos de fundação da agremiação.

Uma das facetas da vida do bamba que será contada são suas pendengas por conta dos direitos autorais. Ele afirma que até hoje tem musicas pelas quais nunca recebeu um centavo sequer. Ele recorda uma passagem que ocorreu na disputa de samba do Carnaval de 1973, quando o título do enredo da verde e branco foi "ABC do Carnaval".

- Eu venci a disputa e me pagaram. Quinze dias depois, o presidente renunciou. Quando o vice assumiu, puseram o samba que ficou em segundo para gravar. Mas eu não devolvi o dinheiro.- diz Katimba rindo, ressaltando que, de malandro, só tem a preguiça, pois dorme muito.

Zé Katimba tem várias parcerias com Martinho, com quem mantém relação até hoje. Não por acaso os dois inovaram na maneira de fazer samba-enredo. Mas foi do gresilense a primeira modificação no gênero. Por isso, é considerado o inventor do samba-enredo moderno. O formato inovador não foi bem visto. Os críticos não simpatizaram com a síntese dos versos. Isso estará no livro, com direito a uma correção.

- Nas pesquisas que fiz, todos dizem que "Martim Cererê", de 1972, foi o precursor nesse estilo de samba-enredo mais enxuto. É tido como um marco, como de fato foi. Mas o primeiro samba do Katimba nesse estilo foi o de 1971, "Barra de Ouro, Barra de Rio, Barra de Saia" e foi muito criticado - informa o autor do livro, lembrando que o samba foi a única nota máxima da Imperatriz naquele ano.

O sucesso de "Martim Cererê" rendeu até personagem de novela. Dias Gomes batizou o personagem de Grande Otelo de Zé Katimba, na novela "Bandeira 2", exibida pela TV Globo em 1972. O ator e o sambista ficaram amigos e fizeram uma peça juntos no Teatro Opinião, chamada "Otelo saúda e pede passagem". O sucesso da novela e as censuras que o texto sofreu por conta da ditadura são considerados os pontos altos do livro por Fernando Paulino.

O personagem principal era um bicheiro chamado Tucão, papel de Paulo Gracindo. O público simpatizou com o contraventor e os "pelegos" do regime passaram a perseguir Dias Gomes, forçando a mudança de alguns capítulos. A solução encontrada por Dias, foi matar Tucão no último capítulo. O tiro saiu literalmente pela culátra. O jornal "Luta Democrática" deu na capa a morte de Tucão. Fazendo uma alusão ao "ofício" do contraventor, eles também deram o número da sepultura. O povo jogou. O macaco deu na "cabeça" e estorou as bancas do Rio. Tucão era mais ídolo que nunca.

- Essa história estará no primeiro capítulo do livro. É uma mistura do imaginário popular com a realidade. Da mente do Dias Gomes como o que aconteceu de fato.- diz Fernando.

Não ficou por aí os imbróglios da trajetória de Katimba com a ditadura. Em dado momento ele entrou em conflito com a direção da Imperatriz por apoiar a fundação da alas dos estudantes na escola. Na verdade era uma tática do "Partidão" (comunista) de interferir nas camadas mais populares. A diretoria "medrou", mas o autor de "Martim Cererê" bancou a idéia. Os jovens eram vigiados de perto.

Era comum a presença de espiões nas escolas de samba. A ala se manteve graças a moral do compositor dentro da agremiação. Isso tudo estará no livro. No entanto, Fernando Paulino diz que a relevância do livro não está na exaltação de Zé Katimba como compositor, mas sim na sua movimentação enquanto cidadão.

- Ao longo da história a gente vê vários personagens que não foram explorados. Me interessa a contribuição que o Zé Katimba deu pra cultura popular. A gente não tem
referência de pessoas importantes de origem popular. O Brasil tem problemas de auto-estima dos seus valores culturais, que são de origem humilde. Eu espero que essa pesquisa sirva de exemplo para outras na mesma linha.- afirma Fernando Paulino, esperando que figuras como Zé Katimba sejam pesquisadas cada vez mais.

Quem quiser ver de perto o desenrolar desse último capítulo da biografia de Katimba pode comparecer ao encontro, a partir de 14h. O Candongueiro fica na Estrada Velha de Maricá, 1154, Maria Paula, Niterói. A entrada custa R$ 10. Com feijoada R$ 20.

2008-10-17
fonte : tudodesamba.com.br


Rio - Dois dias após tirar Alice Arja do comando da comissão de frente, a diretoria da Imperatriz decidiu na noite desta quinta-feira dispensar também o mestre-sala Marcílio. Para seu lugar, a escola contratou Bira, ex-Unidos da Tijuca. "Resolvemos fazer essa mudança por motivos internos. Esperamos a poeira baixar para trocar e decidimos escolher o Bira", disse o diretor de carnaval, Wagner Araújo.

Bira relembra saída da Tijuca e diz que quer dar a volta por cima

Polido e político, o novo mestre-sala da verde-e-branco afirma não guardar mágoas do episódio que culminou com sua saída da escola do Borel, em março. Logo após o carnaval, quando estava na Rússia, numa viagem a trabalho, Bira foi surpreendido com a notícia de que sua ex-companheira por quatro anos, Lucinha Nobre, havia exigido a contratação de Rogerinho, que estava na Mocidade.
Fórum: Qual é o maior mestre-sala da atualidade? Opine!

"Não quero remoer este assunto. Vida que segue. Sou pai de família e sujeito homem. Tenho caráter e nunca serei de capaz de criticar ninguém e muito menos escola nenhuma. Agradeço a todos na Tijuca, inclusive deixei muitos amigos lá. Minha vontade agora é superar qualquer coisa, dar a voltar por cima e trabalhar pela Imperatriz", explica.

Bira relembra que viajou logo após o carnaval e só voltou 90 dias depois. "Fiquei sabendo que não era mais mestre-sala na Rússia. Fiquei um pouco chocado na época, mas já passou. Não gosto de holofotes e por isso nunca vou ficar falando sobre polêmicas. Gosto do que faço e respeito a todos.

Ao iniciar a parceria com a porta-bandeira da Imperatriz, Verônica, ele espera criar a máxima sintonia possível. "Conheço a Verônica do mundo do samba e admiro o trabalho dela. Será uma parceira nova e terei prazer em me esforçar para ajudar a escola. Vamos trabalhar muito juntos", acrescentou.

Mudanças devem continuar

Depois da saída da coreógrafa Alice Arja e do mestre-sala Marcílio, as mudanças devem continuar na Imperatriz. A especulação sobre a saída do intérprete Preto Jóia é antiga e ganha cada vez mais força. Para seu lugar, estariam cotados Dominguinhos do Estácio e Tiãozinho Cruz, ex-Cubango.

2008-06-06
fonte : odia.com.br


Mudanças na Imperatriz Leopoldinense. Sai Alice Arja, entra Alex Neoral para comandar a comissão de frente em 2009. Ele é da Focus Companhia de Dança e tem a missão de conseguir as notas máximas no quesito que foi um dos mais fracos da verde-e-branca no último carnaval: 10; 9,7; 9,8 e 9,8.

De acordo com o diretor de carnaval da escola de Ramos, Wagner Araújo, a mudança aconteceu hoje.

- Escola de samba é igual a time de futebol, vive de resultados. A Alice fez um bom trabalho, é uma profissional correta, mas as notas não eram as esperadas pela diretoria da escola - explicou o dirigente.

2008-06-05
fonte : http://sidneyrezende.com


A Imperatriz Leopoldinense celebrou o bicentenário da chegada da família real ao Brasil com o enredo "João e Marias". A escola, terceira a se apresentar na segunda noite do Grupo Especial do Carnaval do Rio, levou 3.500 componentes em 37 alas e sete alegorias à Marquês de Sapucaí.

Antes, desfilaram Mocidade e Unidos da Tijuca. Depois, se apresentam Vila Isabel, Grande Rio e Beija-Flor. Confira a cobertura completa do Carnaval na Folha Online.

No Grupo Especial do Rio deste ano, dom João 6º já foi citado, até agora, nos enredos de Mocidade Independente, Salgueiro e São Clemente.

Nona colocada no Carnaval 2007, a Imperatriz homenageou Marias célebres dos séculos 18 e 19. A carnavalesca Rosa Magalhães se inspirou no filme "Maria Antonieta", de Sofia Coppola, para criar um setor pink no desfile, mostrando através do olhar feminino o glamour da corte de Versalhes às vésperas da Revolução Francesa.

Outras homenageadas foram Maria Leopoldina, que se tornou nora de dom João 6º, e Dona Maria, a Louca, mãe do monarca.

Um carro com azulejos portugueses e uma baleia gigantes retratou o embarque dos nobres portugueses para o Brasil. Na interpretação da Imperatriz, o barco de d. João foi carregado por uma baleia até sua chegada ao Rio.

Luiza Brunet foi a rainha de bateria da escola e representou com sua fantasia as águas do rio Tejo.

2008-02-05
fonte : folha online


Pelo andar da carruagem, o Rei Momo perdeu a coroa do carnaval do Rio para Dom João VI. Na madrugada desta terça-feira, foi a vez da Imperatriz levar à Sapucaí mais um enredo enfocando a chegada da Família Real ao Brasil. Depois de São Clemente e Mocidade Independente, o desafio de Rosa Magalhães foi triplicado: como fazer algo diferente do que as outras duas já haviam feito? A carnavalesca optou por "João e Marias", um enredo que teve o objetivo de traçar um caminho de fácil compreensão do fato histórico que mudou a cara do Rio.

E a escola repetiu o conhecido estilo que faz da Imperatriz a maior campeã da era Sambódromo: um desfile compacto que não contagia o público, pouco animado, mas que percorre com perfeição técnica toda a extensão da Sapucaí.

Uma das atrações mais aguardadas do carnaval da verde-e-branco foi a comissão de frente, que trouxe homens travestidos de Marias em um baile de gala, sob o comando da coreógrafa Alice Arja, que fez sua estréia na escola. Apesar das fantasias de bom gosto, a apresnetação foi mais marcada pela ausência de movimentos e por um tombo. Mas Alice disse não temer que a comissão de frente perca pontos na avaliação dos jurados:

- Ele estava distante da cabine dos jurados e rapidamente se levantou. Ele só pisou na barra da saia.

Os carros alegóricos, volumosos e luxuosos, também chamaram atenção, refletindo o incansável trabalho de pesquisa de Rosa Magalhães.

Quem também estreou foi Marcone, mestre da bateria. Com seus 270 ritmistas, ele deu conta do recado.

- Demos um show de cadência, ritmo, ousadia, versatilidade e criatividade. Agora, é com os jurados. Tomara que a gente tenha sucesso nas notas - comentou o mestre. ( Leia mais )

Já Luiza Brunet fez uma espécie de reestréia no carnaval, de pois de dois anos afastada. A musa esbanjou energia e mostrou que tem lugar cativo na folia momesca.

- Estou mais segura, com mais energia - disse Brunet.

2008-02-04
fonte : oglobo online


Quem disse que só brasileiro tem samba no pé? No desfile da Imperatriz Leopoldinense, terceira escola a desfilar na noite de segunda-feira, um grupo de cinco franceses chamou atenção pela animação e deixou muito marmanjo carioca no chinelo. Animados, os cinco amigos, que atualmente moram há menos de um ano em Curitiba, no Paraná, vieram especialmente para o desfile da verde-e-branco de Ramos, que lembrou em seu desfile sobre a chegada da família real ao Brasil, a Revolução Francesa.

- Quando vimos que a escola falaria sobre a revolução decidimos vir para cá - contou Romain Darmon, que disse ter achado engraçado desfilar no Brasil com as cores da França.

Apesar de não saberem sambar perfeitamente, os franceses, que vieram acompanhados de duas amigas brasileiras, pareciam não se importar. Estavam mesmo admirados com o carnaval do Rio de Janeiro, conhecido mundialmente.

- É muito emocionante isso aqui - declarou arranhando um português Pauline Husson, que revelou ter ficado impressionada com o desfile da Viradouro, que levou para a Sapucaí um desfile sobre o arrepio:

- Foi muito criativo o desfile. Tudo muito bonito e impressionante.

A Imperatriz foi a terceira escola do Grupo Especial que falou sobre a Família Real ao Brasil. Com o enredo "Joãos e Marias", a carnavalesca Rosa Magalhães traçou um caminho de fácil compreensão do fato histórico que mudou a cara do Rio.

2008-02-04
fonte : oglobo online


A Imperatriz Leopoldinense promete vir com sangue novo para a Avenida. A escola trocou os responsáveis pela comissão de frente e pôs um novo mestre de bateria para voltar a brilhar no carnaval. À frente dos ritmistas, vem Marcone, discípulo de mestre Beto. Aos 28 anos, mestre Marcone é o mais novo a desempenhar a função no sambódromo. O rapaz é prata-da-casa da verde-e-branco de Ramos, onde ingressou ainda menino, aos 5. Sete anos depois, passou para a bateria e, em 2005, foi designado auxiliar de mestre Beto.

Diretor de carnaval da escola, Wagner Araújo acredita nas mudanças e crê que a agremiação voltará, pelo menos, para o desfile das campeãs.

- Renovamos a comissão de frente e o comando da bateria e vamos para o desfile das campeãs - disse ele, animado também com a ausência de um enredo patrocinado:

- O patrocínio é muito bom, mas limita o trabalho do artista. Desta vez, a Rosa Fernandes (carnavalesca da escola) pôde fazer um carnaval como ela gosta, de bibelô, com detalhes.

2008-02-03
fonte : oglobo online


Diz o ditado por trás de todo homem de sucesso há uma grande mulher. Pois bem, na Imperatriz Leopoldinense, a carnavalesca Rosa Magalhães, decidiu dar voz e vez às mulheres que cercaram e influenciaram D. João VI. Mais do que isto, no enredo “João e Marias”, ela idealizou mais uma rainha: a Maria, rainha de Ramos, que será representada por ninguém menos que Maria Helena, a ex-porta-bandeira da escola.

Depois de reinar absoluta por mais de 20 anos como porta-estandarte da Imperatriz, Maria Helena vai representar todas as Marias do Rio. Ou seja, todas as mulheres que lutam, sofrem e se destacam em seu reino particular. A personagem fictícia é uma homenagem ao bairro do subúrbio da Leopoldina.

“A história vai ser uma viagem de trem, que começa na França, com Maria Antonieta e termina em Ramos, numa homenagem à Imperatriz e a todas as Marias que fazem a nossa história todos os dias”, resumiu Rosa Magalhães, ressaltando que todas as Marias do enredo serão destaques nas alegorias da Imperatriz.



O enredo traz desde Maria Antonieta, mulher do rei Louis XVI, destronada pela Revolução Francesa, e que representou um choque para as monarquias européias, até a primeira imperatriz brasileira Maria Leopoldina, mulher do D. Pedro. Também desfilarão na avenida D. Maria I, a Louca, mãe de D. João VI, e as infantas Maria Teresa, Maria Isabel, Maria Francisca, Maria Assunção, Isabel Maria e Ana de Jesus Maria.

“A história inclui ainda as sobrinhas de Maria Antonieta: Maria Luísa, que se casou com Napoleão, e a irmã Maria Leopoldina, que se casou com D. Pedro. As Marias são causa e efeito na história da Família Real”, destacou a carnavalesca, acrescentando que para contrabalançar o desfile, a Imperatriz vai trazer três D. João.


Rainha de todas as Marias

De personalidade forte e muita disposição, aos 52 anos, Maria Helena, a futura rainha de Ramos, se sente envaidecida com a homenagem prestada por sua escola de coração. Mas, humilde, a ex-porta-bandeira ainda não sabe se vai se adaptar aos trejeitos reais de desfilar num carro alegórico distribuindo beijos e acenos a seus súditos.

“A minha vida toda dancei no chão, dando os meus rodopios. Sambar é o que eu gosto de fazer. Num carro, ainda não sei como vai ser. Antes de ser porta-bandeira, treinava com a vassoura e o pano de chão na casa das madames onde trabalhava como empregada doméstica. Quebrei o lustre de muita madame e acabava demitida. Mas não largava mão de ensaiar para a Imperatriz. Gosto de me espalhar na avenida”, lembra a Rainha de Ramos, de seus tempos de plebéia.

Acostumada a dançar com vestidos que chegavam a pesar até 15 quilos, Maria Helena vai se surpreender com o vestido de rainha de Ramos. Confeccionado com um levíssimo tecido indiano bordado, laços verdes, paetês e brocados, o vestido não deve pesar cinco quilos. A ex-porta-bandeira vai dividir o queijo do sétimo carro com um destaque masculino que vai representar o espírito carnavalesco de Ramos.

Vaidosa, Maria Helena, mineira de São João Nepomuceno, mas que desde os 15 anos, quando chegou ao Rio, passou a freqüentar o samba na Imperatriz, diz que gostaria de ser homenageada no samba-enredo, como foi a destaque Pinah, no samba da Beija-Flor de Nilópolis, de 1983. Ou ainda, voltar a desfilar no chão, na ala das baianas. Como uma simples Maria de Ramos, ela teme não ser reconhecida num carro alegórico.

“Dessa coisa de rainha, o que eu gosto mesmo é de ser reconhecida pelo meu povo, de ser aplaudida pelo público. Me sentia uma rainha como porta-bandeira. Agora, tudo é novo. Mas me sinto muito feliz de saber que vou representar o povo de Ramos, do meu bairro, da minha escola”, concluiu Maria Helena, com discurso de soberana.

2008-02-02
fonte : Alba Valéria Mendonça Do G1, no Rio


Sorteio realizado na noite de segunda-feira, 28 de janeiro, na Cidade do Samba, definiu a composição dos quatro módulos de julgamento. Chamados ao palco pelo presidente da LIESA, Jorge Castanheira, os quatro julgadores de cada quesito sorteavam bolinhas numeradas de 1 a 4 e, assim, definiam a sua colocação na Avenida. Ao contrário de outros anos, não houve a entrega de mimos por parte das Escolas de Samba.

Castanheira deu as boas vindas aos novos julgadores – 13 de um total de 40 -, desejando-lhes muita sorte e equilíbrio no momento da análise:

- Certamente, o desfile deste ano será um dos mais disputados da história do Carnaval, pois todas as agremiações estão preparadas para proporcionar um belíssimo espetáculo – afirmou o presidente.

Após o sorteio, houve um show com Emílio Santiago. Veja a composição dos módulos:


MÓDULO 1

Enredo – Flávio Freire Xavier
Conjunto – Sulamita Trzcina
Alegorias e Adereços – Bruno Chateaubriand
Comissão de Frente – Rafael David
Samba-Enredo – Alice Serrano
Harmonia – Nilton Rodrigues
Evolução – Salete Lisboa
Bateria – Leandro Osiris
Fantasias – Carlos Arthur dos Santos
Mestre-sala e Porta-Bandeira – Tito Canha

MÓDULO 2

Enredo – Elizeu de Miranda Corrêa
Conjunto – Daisy Guimarães
Alegorias e Adereços – Vítor Wanderley
Comissão de Frente – João Wlamir
Samba-Enredo – Alexandre Ribeiro Wanderley
Harmonia – Evaldo Santos
Evolução – Carlos Pousa
Bateria – Cláudio Luiz Matheus
Fantasias – Drika Lucena
Mestre-sala e Porta-Bandeira – Beatriz Badejo

MÓDULO 3

Enredo – Luiz Antônio Araújo
Conjunto – Wilson Martinez
Alegorias e Adereços – Carlos Alberto Marques
Comissão de Frente – Rafaela Riveiro Ribeiro
Samba-Enredo – Marcelo Rodrigues
Harmonia – Leandro Oliveira
Evolução – Luís Eduardo Resende
Bateria – Jorge Gomes
Fantasias – Regina Oliva
Mestre-sala e Porta-Bandeira – Áurea Härmmerli



MÓDULO 4

Enredo – Mariza Maline
Conjunto – Gustavo Pazos
Alegorias e Adereços – Walber Ângelo de Freitas
Comissão de Frente – Paulo César Morato
Samba-Enredo – Eri Galvão
Harmonia – Célia Souto
Evolução – Paulo Melgaço
Bateria – Luiz Carlos Reis
Fantasias – Ricardo Cavalcanti
Mestre-sala e Porta-Bandeira – Ilclemar Nunes

2008-02-01
fonte : liesa.com.br


RIO - No seu segundo e último ensaio técnico no Sambódromo para o carnaval 2008, na noite deste sábado, a Imperatriz Leopoldinense mostrou que está disposta apagar os péssimos resultados de 2006 e 2007. O destaque foi a atuação do intérprete Preto Jóia. Com alegria e cheio de vibração, ele contagiou o público de 15 mil pessoas, que compareceu nas arquibancadas do Sambódromo, apesar da chuva. O samba-enredo "João e Marias", considerado um dos melhores de 2008, rendeu bem na alas da comunidade, mas sofreu com alguns componentes das alas comerciais. Luiza Brunet, madrinha de bateria, reinou à frente dos ritmistas. Ela estava acompanha da filha, Yasmin Brunet, que ficou olhando na lateral da pista o ensaio e a atuação da mãe. Veja fotos do ensaio da Imperatriz

Criticado por torcedores da Imperatriz em comunidades do orkut na internet e sites especializados em carnaval, Preto Jóia fez um ensaio brilhante do início ao fim. Com auxílio luxuoso da bateria de mestre Marcone, o cantor impulsionou os componentes da verde-e-branco de Ramos.

Os ritmistas da escola deixaram o Sambódromo de alma lavada. Pela segunda vez, a atuação deles foi irretocável. Com apenas 27 anos de idade, mestre Marcone é o principal destaque da temporada pré-carnaval 2008. Ele deve faturar prêmios de revelação da folia.

Com paradinhas e um ritmo seguro, a bateria da Imperatriz encontrou seu caminho, que estava sombrio desde o afastamento de mestre Beto.

Nos quesitos harmonia e evolução, a escola teve altos e baixos. Nem de longe foi uma Imperatriz técnica, como ficou conhecida na década de 90. Apesar da preocupação dos diretores com os espaços nas laterais da pista, dentro das alas aconteceu uma mistura de componentes. Era difícil descobrir a divisão entre alas.

A entrada no segundo recuo de bateria foi perfeita. É sinal do belo trabalho de evolução da escola de Ramos, que "formou" Wagner Araújo, diretor de carnaval da Imperatriz, e Ricardo Fernandes, diretor de carnaval da Vila Isabel, mas que é cria da verde-e-branco da Leopoldina. Os dois diretores realizam com perfeição o movimento de entrada dos ritmistas no segundo recuo da bateria. Para ajudar no sucesso desse trabalho, a Imperatriz trouxe a ala das baianas à frente da bateria.

O casal de mestre-sala e porta-bandeira, Marcílio e Verônica, fez uma boa apresentação, mas ainda não é um rendimento top de linha. Apesar do mestre-sala estar solto e dançar com facilidade, a porta-bandeira ainda fica devendo nos rodopios e movimentos.

A comissão de frente, comandada por Alice Arja, mostrou sua coreografia completa, onde os integrantes, todos jovens e homens, vão representar Marias. A apresentação foi muito aplaudida e está no hall de grande expectativa para o dia oficial de desfile, já que o grupo terá que provar que pode substituir com a mesma qualidade, a turma de Fábio de Mello, que está na Mocidade, após 16 anos de Imperatriz.

A verde-e-branco de Ramos é a terceira escola a desfilar na segunda-feira de carnaval.


2008-01-27
fonte : oglobo online


RIO - A Imperatriz Leoldinense aposta no "sangue verde e branco" para reconquistar sua vaga no desfile das escolas campeãs do carnaval do Grupo Especial. Para isso, a principal mudança aconteceu na bateria. Saiu mestre Jorjão e entrou o jovem Marcone, de 27 anos, que assume o comando dos ritmistas, e traz na bagagem o período de convivência com mestre Beto, responsável pela bateria nos anos de 1999, 2000 e 2001, quando a Imperatriz foi tricampeã.

Depois do belo ensaio técnico da escola, a bateria foi elogiada e o nome de Marcone aparece cotado para grande revelação do carnaval 2008. Sem esquecer os adversários, ele mantém humildade.

- O prêmio é o resultado do trabalho na hora do desfile. Fiquei feliz pelo reconhecimento, mas estou calmo e sem euforia. O trabalho começou há seis meses e os ritmistas entenderam que era preciso mudar e resgatar a identidade da bateria, ou seja, a pulsação boa e o andamento também. A primeira missão foi padronizar os instrumentos - explicou o mestre de bateria.

Mestre Marcone agradece o apoio e confiança da diretoria da Imperatriz, que apostou em um jovem para comandar os ritmistas.

- Sou cria da escola. Participo desde 1992. Acredito que a minha juventude não atrapalha. O nosso país precisa dar oportunidade para os jovens e o carnaval não é diferente - disse.
Experiência de 20 anos de Marquês de Sapucaí

O intérprete da Imperatriz - Foto: Alberto João - O Globo Online Diferente de mestre Marcone, o microfone oficial da Imperatriz é comandado pelo experiente Preto Jóia. Com mais de 20 anos de Sambódromo, ele conhece todos os cantos e pessoas da escola de Ramos.

- Sou Imperatriz Leopoldinense e ponto final. Mesmo afastado, eu fiquei torcendo pela escola - afirma.

Para encarar o público e cantar durante 80 minutos, Preto Jóia explica sua preparação.

- É necessário ter frieza. O cantor tem que receber toda emoção dos componentes e público nas arquibancadas, mas não pode sentir o peso da responsabilidade. Tem que encarar de frente. No meu grito de guerra, eu peço licença para aquele asfalto da Marquês de Sapucaí. É um lugar sagrado para o sambista.
Tarefa de substituir Chiquinho e Maria Helena

O casal de mestre e porta-bandeira da Imperatriz - Foto: Alberto João - O Globo Online O casal de mestre-sala e porta-bandeira da Imperatriz, Marcílio e Verônica, recebeu uma tarefa árdua e que muitas pessoas desistiriam no primeiro ano de desfile. Eles tiveram que substituir Chiquinho e Maria Helena, que fizeram história na verde-e-branco.

- Encarei essa missão com profissionalismo. A escola passou confiança. Tenho amizade com o Chiquinho e respeito - disse Marcílio, de 34 anos.

Para Verônica, a presença de Maria Helena na quadra e ensaios da escola nunca foi motivo de atrito.

- Pensei que seria difícil, uma verdadeira dureza. Porém, eu fui bem recebida desde o primeiro dia. Me sinto bem na Imperatriz - contou Verônica, de 27 anos.

Aproximação do casal na dança aconteceu em momentos diferentes e cheios de curiosidades.

- Era desenhista do Renato (Lage, carnavalesco). Fazia teatro amador e descobri o projeto de mestre-sala e porta-bandeira do professor Manoel Dionísio. Entrei e nunca mais fui embora - explicou Marcílio.

A história de Verônica mistura superação e mostra que o sonho não é impossível para ninguém.

- Sonhava em fazer balé. Meus pais não podiam pagar um curso e nem professor. Era fora da nossa realidade financeira. Um dia minha mãe falou da turma de porta-bandeira mirim da Grande Rio, que era de graça e ainda atendida meu lado do samba no pé. Hoje, eu sou realizada e quando danço sinto que essa arte entra dentro de mim. É o balé do morro - afirma a porta-bandeira da Imperatriz.

No enredo "João e Marias", o casal de mestre-sala e porta-bandeira estará fantasiado de bonecas de biscuit, ou seja, uma roupa de época.

- A fantasia tem que ser tradicional - finaliza Verônica.

2008-01-24
fonte : oglobo on line


RIO - Em nota publicada na coluna de Ancelmo Gois, na edição de domingo do Globo, ele revela que Luiza Brunet foi escolhida musa do Cordão da Bola Preta no desfile do tradicional bloco em 2008. Luiza será rainha de bateria da Imperatriz Leopoldinense no desfile da escola no Grupo Especial.

Ela volta ao carnaval, após ficar dois anos afastada da folia. O Cordão da Bola Preta desfila no sábado de carnaval no Centro do Rio.

2008-01-13
fonte : O Globo Online


RIO - Quando deixou a Apoteose na Quarta-Feira de Cinzas do ano passado, depois de amargar um nono lugar pelo segundo ano consecutivo, a Imperatriz sabia que era hora de mudar. Afinal, a maior campeã do Sambódromo tem amargado colocações ruins nos últimos anos. E a avaliação da direção foi a seguinte: está faltando alma à escola.

- Temos feito desfiles até bons plasticamente, mas desanimados. Por isso decidimos cortar dez alas comerciais. Elas foram irresponsáveis, não estavam ajudando a $- diz o diretor de carnaval, Wagner Araújo.

Com a saída dessas dez alas, foram criadas cinco de comunidade, com fantasias que serão doadas. Com isso, a escola reduziu para 3 mil seu número de componentes.

- É um número muito bom para desfile, foi com esse contingente que ganhamos o tricampeonato. E, como temos um samba muito bom, vamos poder dar um andamento menos acelerado à bateria, para não estragar a linda melodia - diz.
Mais charme

A escola também mexeu na bateria (o diretor agora é Marcone) e na comissão de frente (que será coreografada por Alice Arja). Outra novidade é a volta de Luiza Brunet à frente dos ritmistas.

- Ela pode até não contar pontos, mas traz mais charme para a escola - diz Wagner.

A carnavalesca Rosa Magalhães, depois de muitos anos fazendo enredos patrocinados, aparece com um tema seu, "João e Marias", sobre as Marias que fazem parte da história de D. João VI. Wagner diz que Rosa volta a trazer "carros de bibelô, com acabamento perfeito", já que o tema histórico é sua cara.

A escola só lamenta o fato de não receber o patrocínio da prefeitura, que deu R$ 2 milhões para Mocidade e São Clemente falarem dos 200 anos da chegada da Família Real ao Brasil.

- Mas se o Cesar Maia ficar com remorso e quiser dar uma graninha para gente, vamos aceitar felizes da vida - brinca a carnavalesca.

2008-01-12
fonte : Leonardo Bruno - Extra


RIO - Sete mil pessoas compareceram ao Sambódromo nesta sexta-feira para o primeiro ensaio técnico da Imperatriz Leopoldinense para o carnaval 2008. A escola trouxe dois mil componentes. À frente da bateria veio Luiza Brunet, madrinha dos ritmistas. Ela estava há dois anos afastada da passarela do samba, mas mostrou que volta com tudo para o próximo carnaval. Veja fotos do ensaio da Imperatriz

- Estou super feliz de voltar para o carnaval e para a Imperatriz. Aqui me sinto em casa. O samba corre nas minhas veias - declarou.

Muito animada e vestida com uma saia branca e uma blusa verde, cores da Imperatriz, a musa mostrou que seu samba no pé melhorou muito. Ela está tendo aulas particulares com a professora Carla Campos, que usa o samba fit, método que une o samba e o condicionamento físico. Logo no início do ensaio, Luiza deu um beijo de estalinho no cantor Elymar Santos, destaque da escola e que vai representar Napoleão no desfile de 2008. Ele ficou o tempo todo ao lado de Luiza.
Beijo de Luiza em Elymar Santos - Foto: Fernando Quevedo - O Globo A escola se destacou nos quesitos harmonia e bateria. Os ritmistas de mestre Marcone, estreante no Grupo Especial, fizeram duas paradinhas. Marcone é o mestre mais novo da elite do carnaval, com apenas 27 anos. O samba "João e Marias", funcionou muito bem e foi interpretado pelo cantor Preto Jóia.

A comissão de frente, comandada por Alice Arja, que faz sua estréia na escola, é formada por adolescentes, o mais novo com 17 anos. A missão deles será difícil, pois vão substituir o grupo do coreógrafo Fábio de Mello, que ficou 15 anos na escola e agora está na Mocidade. No ensaio técnico, eles fizeram uma apresentação para o público, mas Alice não quis revelar detalhes da coreografia.

- É um desafio enorme. Sei que minha tarefa principal é realizar todo o sonho da carnavalesca Rosa Magalhães. Estou substituindo uma personalidade da escola e do carnaval. Tenho orgulho e respeito disso - afirmou a coreógrafa.
Bateria da Imperatriz recupera bons tempos

A melhor notícia do ensaio técnico da Imperatriz veio por parte dos componentes. Todos cantaram muito o samba, mostrando vontade e acabando de uma vez com toda apatia que reinou no carnaval 2007, quando escola ficou apenas na nona colocação do Grupo Especial.

Com vinte alas da comunidade e dez comerciais, a direção da Imperatriz reconheceu toda importância dos componentes para um bom trabalho de harmonia e resultado favorável no desfile oficial.

- Temos um grande samba-enredo. Porém, ele não adianta se não tivermos participação dos componentes. Dependemos de todos. Não vale comprar ou ganhar fantasia e não "vestir" na hora de cantar. Estamos preparando um grande carnaval by Rosa Magalhães - disse Wagner Araújo, diretor de carnaval da Imperatriz, que foi o responsável pelo aumento de dez alas da comunidade e o corte de dez alas comerciais.
Bateria da Imperatriz - Foto: Fernando Quevedo - O Globo Em evolução, a Imperatriz cometeu alguns pecados. Aconteceram buracos nas laterais da pista e alguns componentes de alas entravam dentro de outros grupos diferentes. Na entrada do segundo recuo de bateria, a ala de passistas demorou e um pequeno buraco foi formado na frente do setor 11 das arquibancadas do Sambódromo.

Na bateria, a Imperatriz mostrou sua revelação para o carnaval 2008. Mestre Marcone fez uma exibição segura e bem identificada com o samba-enredo. Segundo o comandante da bateria, a escola terá 270 ritmistas.

- Não sinto peso de estréia no Grupo Especial. Estou na Imperatriz desde 84 e na bateria comecei em 92. Mestre Beto (ex-comandante da bateria) é meu professor. Minha idéia é trazer uma educação rítmica para bateria. Estamos padronizando os naipes de instrumentos e fazendo um trabalho específico com os surdos de terceira - explicou Marcone.
O casal de mestre-sala e porta-bandeira da Imperatriz - Foto: Fernando Quevedo - O GloboO casal de mestre-sala e porta-bandeira da Imperatriz, Marcílio e Verônica, fez uma apresentação com altos e baixos. Os dois tiveram problemas nas coreografias.

Maria Helena, ex-porta-bandeira da escola, também participou do ensaio. Ela será uma das Marias do enredo, que fala de Dom João, família real portuguesa e todas Marias envolvidas na história, além das Marias que vivem na Zona da Leopoldina, área de concentração da Imperatriz.

2007-12-21
fonte : oglobo.com.br



O tempo passa, Luiza Brunet evolui e confirma seu poder, aos 45 anos: ‘Nunca tive problema de esconder idade’

Zean Bravo

Rio - Luiza Brunet garante que seu maior trunfo é o modo como aceita e entende a passagem do tempo. Linda aos 45 anos e 7 kg mais magra, a ex-modelo conseguiu ser o foco das atenções na última edição da semana de moda de São Paulo, em junho, ao retornar às passarelas desfi lando num minivestido da grife Tereza Santos. Os flashes ajudaram a manter a auto-estima elevada, mas não deslumbraram Brunet. “Não posso fi car eternamente achando que sou a modelo, a bola da vez. Nunca tive problema de esconder idade. O negócio é envelhecer bem, ter noção e não cair no ridículo. Vejo mulheres que foram lindas e viraram caricaturas, irreconhecíveis”, aponta.

Mãe de Yasmim, modelo de 19 anos, há mais de um ano morando sozinha em Nova Iorque, e Antônio, 7, Luiza nunca descuidou da beleza: ela sempre alimentou-se de forma adequada e freqüentou academia. Mas começou a reavaliar suas formas em fevereiro. “Achei que estava pesada. Meu biotipo não é magrinho, sou grandona. Queria ter o mesmo peso de antes”, explica a ex-modelo, que passou por uma reeducação alimentar, largou a academia e intensificou suas caminhadas. “Só não fiz dieta radical, nunca fui de comer só alface”, esclarece.

Acima de tudo, a ex-modelo encara o envelhecimento com muita calma. “A idade traz amadurecimento. Sei que tem dias em
que você acorda mais caída, mas no outro já está bem, mais bonita. Assim como tem dias em que a primeira roupa que veste fica bem e, em outros, desce o guarda-roupa todo e nada fica bom”.

Hoje, Luiza aprendeu também a equacionar as perdas e ganhos proporcionadas pelo tempo. Perto de completar 25 anos de casamento com o argentino Armando Fernandez, ela encara a união de forma bastante sincera. “Casamento passa por desgastes e, com o tempo, você acaba fi cando mais individualista, aprende a não ser tão dependente do outro”, assume Luiza, dizendo não conhecer fórmulas mágicas para manter uma relação. “Não é fácil, mas esse lado família, de ter um apoio e um referencial para os filhos é importante”, diz.

Sex shop não faz milagres

Manter a libido em alta com tanto tempo de casada tampouco é tarefa corriqueira. Luiza sabe, mas não apela para o clichê. “Isso de inventar histórias, ir ao sex shop e voltar com a bolsa cheia não resolve. Uma viagem a dois também não é solução. Tudo deve acontecer naturalmente, sem grandes cenários. Você tem que admirar quem está com você. Para um bom sexo deve haver harmonia entre o casal.”

Um balde de água frio naqueles que sempre fantasiaram com Brunet? Ela diz estar sendo realista. “Você só é um furacão sexual no começo do namoro. Essa parte sexual vai se perdendo com o tempo, é normal. Os problemas do casal, os filhos, tudo isso influi”, enumera.

Mas e a Luiza sexy dos anos 80, capa de revistas masculinas? Nunca existiu? “Apesar de já ter posado cinco vezes para a ‘Playboy’ e de ser bem desinibida, nunca fui um furacão como a Luma (de Oliveira), que até hoje vai ao Municipal com um
decote aqui (mostra a coxa). Esse é o tempero dela. Eu prefiro um vestido longo”, diz Brunet, que em breve poderá ser vista na segunda edição do quadro ‘Dança no Gelo’, do ‘Domingão do Faustão’.

Nudez nunca foi problema, mas hoje é passado. “Fiz umas 50 capas de ‘Manchete’, com biquíni asadelta, muitas vezes com o peito de fora. Sempre fui bem-resolvida”, confessa a ex-modelo, que agora estuda convite para um ensaio sensual na revista ‘Vip’.

Fora dos desfiles de Carnaval há dois anos, Brunet também vem se preparando para ocupar novamente o posto de rainha de bateria da Imperatriz Leopoldinense. Sincera, sabe exatamente o fascínio que causa durante sua passagem pelo Sambódromo.
“Bateria, sem dúvida, é um lugar onde você exerce seu lado exibicionista. Você vira o alvo das atenções. As pessoas te comparam com as outras, tem essa revalidade, entre aspas”, ressalta.

Ex-modelo com passagens por novelas (a última foi ‘Anjo Mau’, de 1997), Luiza arrepende-se de não ter se dado mais chances na TV. “Eu mesma me detonei, disse que era péssima. Foi imaturidade e auto-crítica demais. Mas gostaria de voltar e já liguei para alguns autores”, avisa, demonstrando que o tempo só lhe fez bem.

Dieta, zinco, peeling, cremes

A médica Heloísa Rocha foi a responsável pela nova silhueta de Luiza. “Ela me procurou na hora certa, estava acumulando líquido. Fizemos exames e melhoramos sua alimentação”, diz Heloísa, que detectou falta de minerais como zinco no organismo da ex-modelo, que começou com dieta de 1.200 calorias e passou para outra, de 1.900.

Ela usa dois aparelhos, o Manthus, que quebra gorduras subcutâneas, e o Cellutec, para combater celulite. Luiza caminha
uma hora e meia todo dia, faz um prato mais colorido, não mistura arroz com batata e cortou frutas como abacate e manga. É adepta de drenagem linfática, trata a pele do rosto com peelings de avelã e de cristal. Ela usa hidratante com ênfase no rosto, colo, barriga e coxas. E convive com o vitiligo, doença que passou a tratar com a dermatologista Leandra Metsavaht nos últimos cinco anos.

FRASES:

Isso de ir ao sex shop e voltar com a bolsa cheia não resolve. Viagem a dois também não é solução”

“Você só é um furacão sexual no começo do namoro”

"Apesar de já ter posado nua cinco vezes, nunca fui um furacão como Luma, que até hoje sai com um decote aqui (mostra a
coxa)”

“Eu mesma me detonei como atriz"

2007-08-05
fonte : Zean Bravo odia.com.br


Rio - Foram dois anos de ausência da Marquês de Sapucaí, depois de mais de vinte carnavais reinando à frente dos ritmistas da Portela e da Imperatriz Leopoldinense. Aos 45 anos, e prestes a voltar a desfilar charme e elegância na bateria da escola de Ramos, Luiza Brunet já deixou grande parte dos integrantes da Imperatriz entusiasmados com a notícia. Na foto, ela sela o compromisso com o presidente Luizinho Drummond e Elymar Santos, amigo e responsável pela sua volta.

O cantor conta como convenceu a musa. "Esse ano resolvi ter uma participação mais ativa a escola. Já tínhamos conseguido trazer o Preto Jóia (intérprete) de volta. Agora foi a vez da nossa rainha. Todos queriam a volta da Luiza Brunet. Depois que tive o aval do Luizinho (presidente da Imperatriz) liguei para a Luiza e ela aceitou", revelou Elymar, que é uma das principais personalidades da agremiação.

Ao anunciar sua aposentadoria da Avenida em 2005, Luiza Brunet chegou a sugerir um concurso que escolheria sua substituta. No entanto, a idéia acabou gerando um mal-estar entre a ex-modelo e a diretoria, pois esta não foi comunicada sobre o concurso.

Com a saída de Brunet, a apresentadora Luciana Gimenez assumiu o posto e ficou até este ano. Sem mágoas do passado, o presidente da Imperatriz, Luiz Pacheco Drummond, acha que a escola ganha um novo gás com a volta da ex-modelo. "Não tinha como a Luciana continuar. Além de morar em São Paulo, ela se casou e tem um programa diário. Fico feliz com o retorno da Luiza, pois ela sempre representou a escola muito bem".

"Eu gosto da Luiza", conta Rosa Magalhães

Com o enredo definido para 2008 e a sinopse entregue aos compositores, a Imperatriz já pensa em voltar brigar pelo título. Ao escolher o enredo histórico "João e Marias", a escola promete desenvolver um carnaval luxuoso, digno daqueles que consagraram a força da verde-e-branco de Ramos na década de 90. Para a carnavalesca Rosa Magalhães, a volta de Brunet satisfaz muita gente na escola. "Eu mesmo fui uma das que mais torci para que isso acontecesse. Eu gosto da Luiza", revela.

Feliz com o novo clima da escola, Elymar Santos elogia o enredo e já pensa na festa de (re)apresentação de Luiza Brunet. "Temos um grande enredo, simplesmente porque ninguém desenvolve este tipo de tema melhor que a Imperatriz. Para a volta da Luiza, temos que fazer uma grande festa em nossa quadra. Conversei com o presidente e acho que será durante a apresentação dos sambas, em agosto". Pelo calendário da escola, o evento acontecerá no dia 12 de agosto, data marcada para a apresentação das obras que participarão da disputa de samba-enredo.

2007-07-01
fonte : odia.com.br


Rio - Pelo nome, as pessoas até podem pensar que se trata de alguma coisa ligada à clássica história dos irmãos que se perdem numa floresta, mas se engana quem pensa que a Imperatriz terá um enredo infantil. Durante a apresentação da sinopse do enredo "João e Marias" aos compositores, nesta quinta, a agremiação de Ramos mostrou que quer esquecer a péssima colocação no Carnaval de 2007 e voltar a brilhar na Sapucaí. Após fazer uma brevíssima explanação sobre o tema, a carnavalesca Rosa Magalhães explicou que se trata de um enredo histórico, linear e que faz parte do imaginário de muita gente.

"Tive a idéia desse enredo há pouco tempo. Tudo começou quando estava lendo um livro sobre D. João VI. Depois vi o filme "Maria Antonieta" e me animei ainda mais, pois fiquei intrigada com as coincidências existentes entre as famílias reais da Europa. Vamos fazer uma grande homenagem às Marias da nossa história", explicou.

Acostumada com enredos históricos e "carnavais pesados" (com fantasias luxuosas e um visual barroco), a Imperatriz volta a apostar num enredo autoral depois de anos abordando temas patrocinados por países e estados. Feliz com a escolha, Rosa acredita que o tema possibilitará a elaboração de um grande samba-enredo, além de uma boa colocação para a escola. "Nosso enredo termina em Ramos, onde todos são príncipes e princesas. Vamos desfilar num terreno em estamos acostumados", acrescentou a carnavalesca.

Embora traga referências à família real portuguesa, o enredo não é uma encomenda oficial, segundo Rosa Magalhães. "Sei que São Clemente e Mocidade vão homenagear a data, mas a Imperatriz terá um enredo diferente. Vamos falar sobre as Marias que a história escondeu, além das que viraram lendas. Certamente faremos uma grande festa na Avenida".

Diretoria apresentou novas contratações

Sem lavação de roupa suja ou escolha de culpados pelos erros no último desfile, a diretoria da verde-e-branco apresentou o novo mestre de bateria, Marcone, a nova coreógrafa da comissão de frente, Alice Arja e ainda anunciou, oficialmente, a volta da rainha de bateria Luiza Brunet. O produtor musical e ex-jurado Mario Jorge Bruno também foi apresentado como auxiliar de Mestre Marcone, além de responsável pela coordenação do carro de som.

Para o presidente da Imperatriz, Luiz Pacheco Drummond, a escola está com um novo astral. "Esperamos a poeira baixar para analisarmos os erros. Tenho certeza que a volta da Luiza (Brunet) vai injetar um novo ânimo em todos. A bateria também está em boas mãos. Precisamos de trabalhar mais os segmentos e para não termos mais problemas com canto já mandei cortar três alas comerciais", revelou o dirigente. Ainda segundo ele, a meta é chegar a cinco alas comerciais descartadas.

2007-06-30
fonte : odia.com.br


Rio - O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, anunciou ontem uma série de medidas para incentivar a oferta do primeiro emprego. Na Cidade do Samba, na Gamboa, Lupi participou do lançamento do projeto social G.R.E.S. Unidos pela Cidadania, da Amebras (Associação das Mulheres Empreendedoras do Brasil). A meta é qualificar cerca de 800 pessoas em comunidades carentes nos ofícios ligados à produção carnavalesca. No próximo dia 9, o ministro vai formalizar convênio com a Prefeitura de Niterói voltado à formação profissional de 2 mil jovens com idades entre 16 e 24 anos.

“O objetivo é que os formados sejam encaminhados a empresas do pólo petroquímico de Itaboraí”, adiantou Lupi. A proposta, na verdade, faz parte de reformulação informal no Programa Primeiro Emprego, lançado após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ser eleito.

BOLSA DE R$ 120

“A idéia é descentralizar as ações e fomentar a geração de oportunidades por meio de parcerias com estados, prefeituras e setor privado. Se de cada 2 mil jovens qualificados conseguirmos garantir vagas para 600, já teremos grande avanço”, avaliou o ministro. No caso do Comperj (Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro), a capacitação terá 500 horas de duração, em tempo integral, e os alunos receberão uma bolsa de R$ 120.

O projeto Unidos pela Cidadania vai treinar, inicialmente, 800 alunos. Mas o objetivo, de acordo com o ministro, é dobrar o atendimento e a oferta de vagas. Serão 18 oficinas em 21 comunidades. Segundo a coordenadora-geral da Amebras, Célia Domingues, quem concluir o curso vai passar por um período de aprimoramento nas oficinas da Cidade do Samba, para só depois ser encaminhado aos barracões das agremiações.

O programa de qualificação, que dura 10 meses, será promovido também com o apoio do Sebrae e da Fundação Banco do Brasil.

Mais verba para qualificação

No discurso durante o lançamento do Unidos pela Cidadania, Carlos Lupi disse que a verba destinada à implementação do programa — R$ 460 mil, concedidos em parceria com a Fundação Banco do Brasil — não é suficiente para atender às necessidades reais de qualificação. “A intenção é dobrar esse valor. Para isso, temos que arranjar mais dinheiro.

Mas o estado tem que fazer sua parte, integrando a comunidade e dando oportunidade de renda e crescimento”, ressaltou Lupi. O ministro disse que não pode mais mudar o orçamento deste ano. Mas já havia anunciado que pretende elevar a verba do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador) destinada à qualificação para, pelo menos, R$ 1 bilhão.

O ministro também prometeu aumentar a parcela desse repassada ao Rio, em virtude da arrancada econômica pela qual o estado passa, com investimentos, por exemplo, em siderurgia e no segmento e petróleo e gás.

ALGUNS CURSOS

Império Serrano (chapelaria, bordado, almoxarifado, modelagem, adereços, dança); Tradição (almoxarifado, modelagem, maquiagem, esculturas, adereços, dança); Caprichosos de Pilares (maquiagem, esculturas, cortador, fabricação de instrumentos, adereços dança); Renascer de Jacarepaguá (cortador, fabricação de instrumentos, adereços, cenografia, dança, maquiagem); Imperatriz Leopoldinense (adereços, auxiliar cenógrafo, decoração de carros, dança, maquiagem, almoxarifado); São Clemente (decoração de carros, dança, estamparia,customização, adereços, chapelaria; Acadêmicos do Salgueiro (estamparia, customização, bordado, chapelaria, adereços, dança); Unidos da Tijuca (bordado, chapelaria, modelagem, almoxarifado, adereços, maquiagem); Unidos de Vila Isabel (modelagem, almoxarifado, esculturas, maquiagem, adereços, dança) Mocidade (chapelaria, bordado) e outros.

2007-06-26
fonte : odia.com.br


Rio - Depois de ter anunciado sua aposentadoria do carnaval há dois anos, Luiza Brunet pode voltar a reinar em 2008. Nesta segunda-feira, durante o sorteio da ordem do desfile de 2008, o presidente da escola, Luiz Pacheco Drummond, revelou que irá convidar a musa para reassumir o posto de rainha de bateria. "É um excelente nome. Seria ótimo que ela voltasse, até porque ela representou muito bem a escola enquanto foi rainha. Vou fazer o convite a ela", disse.

Com a saída de Luciana Gimenez da bateria da Imperatriz, a ex-titular do posto declarou que tinha interesse em voltar à Sapucaí. "Já soube que a Imperatriz está sem rainha e já estou me candidatando à vaga. Não conversei com a diretoria da Imperatriz ainda, mas já recebi outros dois convites", disse Luiza durante uma entrevista ao Dia Online na última edição do Fashion Rio.

Mestre Marcone assume a bateria e terá auxílio de produtor musical

O dirigente também confirmou que a bateria ficará sob o comando de Mestre Marcone. "Tivemos interesse pelo Átila, mas ele tinha compromissos com o Império Serrano. O Marcone já era da casa", explicou o dirigente, que também contratou o produtor musical Mário Jorge Bruno para auxiliar os ritmistas.

2007-06-19
fonte : odia.com.br


Rio - Durante o sorteio da ordem de desfile do Grupo Especial, o presidente da Imperatriz Leopoldinente, Luis Pacheco Drummond, revelou o enredo da agremiação. Com o título "João e Marias", o tema infantil é de autoria da carnavalesca Rosa Magalhães. A entrega da sinopse para os compositores será no dia 28 de junho, na quadra da agremiação.


2007-06-19
fonte : odia.com.br


Rio - Depois de muita expectativa, a Imperatriz começa a definir algumas diretrizes para o Carnaval 2008. Após a contratação da coreógrafa Alice Arja, que assume a vaga de Fábio de Mello, a verde-e-branco de Ramos promete anunciar em breve mais novidades, entre elas o enredo. Segundo o presidente Luis Pacheco Dummond, a escola vai levar para a Avenida um enredo de temática infantil criado pela carnavalesca Rosa Magalhães, caso as negociações de um enredo sobre a Índia não avancem.

"Estávamos negociando um enredo patrocinado sobre a Índia. O prazo para o acerto seria ontem (quarta-feira), mas eles me pediram mais sete dias para uma resposta definitiva. Caso não vá para frente, nosso desfile será com o enredo infantil que a Rosa (Magalhães) criou", revelou.

Luciana Gimenez não é mais a rainha de bateria

O dirigente disse ainda que, na bateria, poderá elevar o atual diretor Marcone à categoria de Mestre. Além disso, um "renomado produtor musical" será contratado para auxiliar os ritmistas. Ainda de acordo com o presidente, a apresentadora Luciana Gimenez está fora do Carnaval 2008. "A agenda dela é muito cheia. Não dá para se dedicar como deveria. Não sei quem vai assumir no lugar dela", contou.

Na harmonia, a situação também está indefinida. Embora considere o maior problema da Imperatriz atualmente, Luiz Drummond, disse que não decidiu se haverá mudança no segmento. Caso haja, alguém da própria escola assumirá o cargo de diretor geral de harmonia. "Não é fácil achar uma pessoa ideal para conduzir um setor tão importante", resumiu.

Wagner Araújo: "Por mim, cortaria umas 15 alas comerciais"

Confirmado à frente da direção de carnaval, Wagner Araújo, revelou que ainda não olhou o mapa de justificativas do Carnaval 2007 e acha que a harmonia não deve ser responsabilizada pelo fracasso da escola no último carnaval. "Andaram demonizando nossa harmonia, mas o problema não está na capacidade desses profissionais. Temos muitas alas comerciais, por isso o contingente que é ensaiado nunca é aquele que vai para a Avenida. Por mim, cortaria umas 15 alas comerciais", disse.

O diretor falou também sobre a saída do coreógrafo Fábio de Mello. "Nunca tive problema com ele. Foi mesmo uma questão de desgaste natural depois de tanto tempo na Imperatriz. Agora, temos uma nova coreógrafa e um novo desafio".


2007-05-31
fonte : odia.com.br


Nesta quarta-feira, a Imperatriz Leopoldinense e o Conselho Norueguês da Pesca/ Bacalhau da Noruega promovem uma sessão de fotos e entrevistas para o livro que vai contar a história do enredo de 2007, Teresinha, uhu! Vocês querem Bacalhau?, de autoria da carnavalesca Rosa Magalhães. O livro será escrito pela pela jornalista Isa Cambará.

A roda de entrevista contará com a nata da escola. O baluarte Seu Jaul será um dos grandes representantes da velha-guarda junto com Dona Maria Lobo Júnior, da ala das baianas. O casal de mestre-sala e porta-bandeira, Marcílio e Verônica, e o intérprete Preto Jóia, também estarão presentes no livro, que será lançado em agosto.


2007-04-30
fonte : odia na folia


Nesta segunda-feira, às 20h, os ritmistas da Imperatriz Leopoldinense vão participar de uma reunião, na quadra da escola, para decidir alguns pontos sobre a presença da bateria na abertura do Pan 2007.

2007-04-09
fonte : odia


As reclamações do presidente da Imperatriz Leopoldinense, Luizinho Drummod, em relação do duplo expediente de Wagner Araújo no Carnaval 2007 surtiram efeito. Na tarde desta terça-feira, o dirigente confirmou seu desligamento da função de "consultor de carnaval" da Rocinha, onde atuou em 2005 e 2007. Fontes ligadas à escola de São Conrado afirmam que a saída foi amigável.

Sobre as possíveis novidades na verde-e-branco de Ramos, Wagner disse que "não há nada definido".


2007-04-03
fonte : odia na folia


Bacalhau com patrocínio de R$ 1 milhão do CNP
O bacalhau desfilou pela Marques de Sapucaí, no carnaval deste ano. O peixe, como enredo da Imperatriz Leopoldinense, quase rebaixou a escola de samba. O patrocínio foi de R$ 1 milhão, do Conselho Norueguês da Pesca (CNP). Motivos não faltam para o investimento, que duplica, quando incluídos os gastos direcionados para a publicidade do conselho para o evento. Embora o Brasil já seja o maior importador de bacalhau do mundo, o consumo per capita ainda é baixo.

Enquanto em Portugal, segundo maior importador do produto, o consumo por habitante ao ano é de sete quilos e meio, no mercado brasileiro a média gira em torno de parcas 200 gramas anuais. A baixa renda e o custo do produto explicam o baixo consumo.

As importações, contudo, estão crescendo e o potencial de expansão do mercado brasileiro é grande, acredita a chefe do CNP no Brasil, Kari Gulbrandsen. "Queremos trabalhar a nossa marca. Dar informação sobre o bacalhau e também falar que o produto vem da Noruega, não é português", diz a executiva.

O enredo foi sugerido à escola no primeiro semestre do ano passado. Na visão dos noruegueses, o carnaval funciona como "grande instrumento de comunicação". Além disso, a festa popular acontece pouco antes de um dos dois maiores momentos de consumo do produto no país, a Páscoa. A outra data em que há elevação do consumo é o Natal.

Os dados do conselho mostram que as vendas de bacalhau norueguês para o Brasil de janeiro a outubro do ano passado (22,4 mil t.) superaram o total no ano anterior e repetiram o patamar de 2000, na mesma base de comparação dos primeiros dez meses de cada ano. A maior venda foi em 1998, com 30 mil t., de janeiro a outubro. Neste ano, o real valorizado estimulou as vendas de produtos importados.

Pelos dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), as importações de bacalhau somaram US$ 181 milhões ano passado, 32% acima dos US$ 137,6 mi no ano anterior. "Foi um ano muito bom. Todas as vezes que o bacalhau fica com preços mais acessíveis, aumenta imediatamente o consumo", conta a executiva Elizabeth Lamosa, representante de exportadores noruegueses no Brasil.


Quase rebaixada


O desfile baseado no enredo "Teresinhaaa, uhuhuuuu! Vocês querem bacalhau?" quase rebaixou a escola de samba, que trouxe a figura do Chacrinha e de vikings em carros alegóricos e bacalhau, nas mais diferentes formas, em várias alas. No resultado final, a escola ficou em oitavo lugar dentre as 13 escolas que disputaram o título. "Para nós foi nota dez. Foi maravilhoso", disse a executiva do CNP no Brasil.



2007-02-25
fonte : http://www.monitormercantil.com.br/


O resultado da Imperatriz Leopoldinense não agradou ao seu presidente, Luizinho Drumond. Momentos após a apuração, na última quarta-feira, o dirigente estava abatido com a nona posição. Ele parecia não crer na colocação, a mesma que a verde-e-branca alcançou no carnaval 2006. Embora tenha dito que antes de qualquer decisão preferia conhecer as justificativas dos julgadores e rever a gravação do desfile feita por uma equipe da própria agremiação, o dirigente deixou claro seu descontentamento com dois quesitos em particular: Bateria e Harmonia.
Mestre Jorjão, responsável pelo ritmo da escola de Ramos, conseguiu apenas uma nota máxima das quatro disputadas (9,8; 9,6; 9,9 e 10). A Harmonia da verde-e-branca também deixou a desejar (9; 9,9; 9,9 e 9,3).
- Tenho que ver o desfile novamente e as justificativas. Foram dois anos e dois fracassos. A harmonia da Imperatriz perdeu 19 décimos e a nossa bateria foi a segunda pior do Grupo Especial, de acordo com os meus cálculos. Algo não vai bem - contou Luizinho.

2007-02-22
fonte : ocarnavalcarioca.com.br


Como um mingau quente, que se come pelas beiradas do prato. Assim a Imperatriz Leopoldinense pretende conquistar mais um campeonato, segundo puxador Preto Jóia. Alegorias bonitas e fantasias bem acabadas junto com evolução, conjunto e harmonia perfeitos, são o segredo do sucesso da escola.

“A gente só perde em décimos. A Imperatriz vem sempre comendo pelas beiradas até chegar junto. Temos tudo para vencer”, disse o puxador.

2007-02-21
fonte : oglobo online


A Imperatriz não fugiu ao seu estilo dos últimos desfiles: fez uma apresentação sem falhas, mas também não mostrou qualquer surpresa ou algo espetacular. De qualquer forma, mais uma vez SE CREDENCIOU A BRIGAR PELO TÍTULO. A dúvida que fica é se os jurados vão entender que a escola conseguiu se comunicar com o público. A carnavalesca Rosa Magalhães fez a sua parte e usou muita criatividade para desenvolver o enredo "Teresinha Uhuhuuu!!! Vocês querem bacalhau", que mistura a mitologia nórdica com Chacrinha e frevo.
Logo no início, a Imperatriz distribuiu bacalhau (de mentira) ao público, numa homenagem ao Chacrinha, que jogava bacalhau para a platéia durante seu programa. O cantor Elymar Santos, que começou sua carreira no show de calouros do Cassino do Chacrinha, afirmou ter boas lembranças do Velho Guerreiro.
- Tenho uma história linda com "o velho". Fui o primeiro calouro exportação do programa, mas não viajei porque tinha medo de avião - lembrou o cantor.
Rosa Magalhães caprichou nas fantasias e alegorias, que coloriram a Avenida num espetáculo muito bonito. Um bom exemplo disso foi o último carro, que homenageava o bloco Bacalhau do Batata, de Recife, na comemoração dos 100 anos do frevo.
O fato curioso ficou por conta da madrinha de bateria da Imperatriz, Luciana Gimenez, que revelou ter colocado dentes de alho na cabeça durante uma semana para espantar o mau olhado

2007-02-20
fonte : oglobo online


Em relação ao desempenho do ensaio do dia 10 de janeiro, pode-se dizer que a Imperatriz Leopoldinense deu um salto de qualidade no ensaio que promoveu na noite deste sábado, 10, na Marquês de Sapucaí.
Quando a Escola entrou na pista de desfiles foi possível perceber que parte do público cantava o samba sobre o bacalhau, puxado por preto jóia e seus auxiliares. Mas, a participação popular, que ocorreu devido à maciça distribuição de ventarolas com o logo do patrocinador e com a letra do samba, durou pouco e, passadas as primeiras alas, a apatia tomou conta das pessoas nas arquibancadas, já que, lá embaixo, os componentes, mesmo cantando bem mais que na vez passada, não chegaram a empolgar quem assistia a passagem da agremiação.
A veterana Maria Helena e o filho Chiquinho, que até 2005 formavam o primeiro casal de mestre-sala e porta bandeira da escola de Ramos, como sempre foram muito aplaudidos à medida que iam atravessando a pista. Eles, assim como no ano passado, estiveram à frente da ala das baianas.
A bateria de mestre Jorjão esteve correta e, só durante a passagem dela foi possível ver o público realmente se entregando à composição do samba “frevado” de Merrenga, Xande Sobrinho, Lula Inspiração, Bill Amizade e Aliomar, criada para trilha sonora do enredo Teresinhaaa, Uhuhuuu! Vocês querem bacalhau?, da competente e consagrada Rosa Magalhães. Mas a bateria de Jorjão foi bem, o mesmo não pode se dizer em relação à bela rainha, Luciana Gimenez, que ainda não aprendeu a letra do samba, limitando-se a cantar o refrão.
O primeiro casal de mestre-sala e porta bandeira, Marcílio e Verônica, dupla formada para a substituição de Chiquinho e Maria Helena, no carnaval 2006, mostrou que está com o dever de casa e dia. Apesar de não explorar muito os movimentos que exijam sincronismo na dança, o casal fez seu ensaio mostrando graça e vibração.
Atento ao desempenho dos desfilantes, Wagner Araújo, diretor de carnaval e Vice-Presidente, percorreu todos os setores da escola, provavelmente para ver o que ainda será possível corrigir para que a agremiação faça um excelente desfile, que garanta a presença da Imperatriz no sábado das campeãs. O único momento de estresse do dirigente ocorreu em frente às arquibancadas do setor 3. Wagner surpreendeu um colunista de carnaval de um tablóide carioca, numa flagrante prova de desrespeito à verde e branco, atravessando a pista por dentre de uma ala, acompanhado por uma modelo que vestia a camisa da Portela, onde a dupla vai desfilar. A reação do dirigente foi imediata: “Sai daqui, seu filho da p#%@!”, bradou Wagner. O colunista saiu apressado, com riso de deboche, rumo à concentração da azul e branco de Madureira.

2007-02-11
fonte : www.tamborins.com.br


Nos últimos anos, irreverência é o que não faltou na comissão de frente da Imperatriz Leopoldinense buscar – os dançarinos comandados por Fábio de Mello já foram bicho-papão, piratas e bruxas. Este ano, claro, eles ainda não revelaram o que vão trazer para a Marquês de Sapucaí, mas o coreógrafo, que está na verde-e-branca de Ramos desde 1992, diz que vai abusar da tecnologia.

“Eu mexi em tudo o que não fiz na Avenida nesse tempo todo. Estamos trazendo tecnologia e muita eletricidade. Vai ser uma comissão irreverente, com certeza”, aposta Fábio de Mello.

No ano passado, a comissão de frente da Imperatriz ganhou o Estandarte de Ouro, uma espécie de “Oscar do carnaval buscar”. Em 2007, a escola conta a história do bacalhau, temperada com Aberlado Barbosa, o Chacrinha e o frevo pernambucano, com o enredo “Teresinhaaa, uhuhuuu!!!! Vocês querem bacalhau?”, da carnavalesca Rosa Magalhães. A verde-e-branca é a quinta escola a desfilar na segunda-feira de carnaval (19/2).

Veja, em vídeo, um trecho da coreografia da comissão de frente, apresentada no ensaio técnico buscar da escola!


2007-02-02
fonte : oglobo


A Imperatriz Leopoldinense é conhecida por seus desfiles tecnicamente perfeitos e suas alegorias impecáveis. Este ano, não será diferente. O enredo da escola, "Teresinhaaa, uhuhuuu!!!! Vocês querem bacalhau?", da carnavalesca Rosa Magalhães, conta a história do bacalhau, ou Gadus morhua, nome científico do peixe, que chega a pesar 20 quilos quando adulto.

Um dos carros alegóricos da Imperatriz representa o banquete do povo basco e tem oito metros de altura. No alto, pelo menos 30 componentes vão desfilar. E este ano tem inovação. Por trás de uma porta, existe uma passagem secreta. Todos vão subir por uma escada.

"A grande dificuldade de montar uma escola é colocar as pessoas em cima dos carros, com escada. Por exemplo, na chuva é terrível", diz o aderecista Sérgio Faria.

A direção da verde-e-branco de Ramos planeja ainda outras surpresas para o desfile. "A gente está esperando uma quantidade de bacalhau que vem da Noruega para jogar para o público. Vamos jogar bastante", adianta a carnavalesca da escola, Rosa Magalhães.

Para quem quiser bacalhau, a receita é cair no samba da Imperatriz. A escola é a quinta a desfilar na segunda-feira de carnaval (19/2).

2007-01-26
fonte : oglobo online


Engana-se quem sempre pensou que Portugal era a terra do bacalhau. Esse pescado nobre, presente nas ceias de Natal em todo o Brasil, surgiu mesmo nos mares gelados da Noruega. E quem conta melhor essa história é a Imperatriz Leopoldinense, quinta escola a desfilar na segunda noite de desfiles. Mas, nessa receita, a carnavalesca da escola, Rosa Magalhães, incluiu também o apresentador Aberlardo Barbosa, o Chacrinha, e o carnaval buscar de Pernambuco – tudo para dar o caldo certo do enredo “Teresinhaaa, uhuhuuu!!!! Vocês querem bacalhau?”.

“É um enfoque diferente do convencional. O assunto é irreverente, assim como o carnaval. Juntando tudo isso, só podia dar samba”, afirma a carnavalesca, que assina seu 15º carnaval na Imperatriz Leopoldinense.

A escola abre seu desfile com o Velho Guerreiro, considerado por Rosa como o mestre-de-cerimônias do enredo. E a presença dele tem coerência, explica a carnavalesca: o bordão que dá título ao enredo era de autoria de Chacrinha, que jogava bacalhau para sua platéia. Leleco Barbosa, filho do apresentador, vai representá-lo na Avenida, acompanhado de Russo, seu fiel assistente de palco. Mas não espere na Imperatriz a reprodução do programa “Cassino do Chacrinha”.

“O abre-alas tem mais o espírito tropicalista dele. Não vai ser um cassino”, explica Rosa, que ainda não decidiu se vai usar no abre-alas a luz néon, muito presente no cenário do programa do Velho Guerreiro. “O néon é de uma fragilidade. Tenho meus receios. Essas coisas de tecnologia só ‘en passant’”, comenta a carnavalesca.

Comissão de frente da Imperatriz promete irreverência

Quando se fala em Imperatriz, uma pergunta não quer calar: como virá a comissão de frente da verde-e-branca de Ramos, uma das mais aguardadas do carnaval? Rosa não titubeia: “Ela está bem”. A carnavalesca adianta apenas que, a exemplo de 2002 e de 2003, os integrantes comandados por Fábio de Mello vão desfilar irreverência na Avenida. “Fazer sempre guerreiros na comissão de frente é um enjôo. Vamos brincar um pouco este ano”, comenta.

Nos primeiros setores, a Imperatriz viaja até a Península Escandinava, onde mergulha na criação do mundo sob a visão da mitologia nórdica. “Nós vamos falar de seres como Ymir, Odin e Thor. Mas esses são mitos que, na verdade, se repetem. Todos, de uma certa forma, têm ligações um com o outro”, comenta Rosa.

A carnavalesca vai mostrar no desfile a formação do universo segundo a tradição norueguesa. Um dos carros retrata o momento da colisão entre o frio e o quente, que deu origem às terras e ao grande oceano que se formou na região. O primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira, Marcílio e Verônica, vão representar as águas geladas da Noruega, onde o bacalhau surgiu e serviu de alimento para as viagens dos vikings pelos mares bravios da Escandinávia.

“Reza a lenda que existiam serpentes enormes embaixo do mar, que provocava essa turbulência relatada nas histórias dos vikings. E as pessoas costumam associá-los ao Asterix. Não é bem isso. Fui à Noruega e, nas pesquisas, vi que nem todos usam chifres”, comenta Rosa.

Outra etapa dessa bacalhoada é a forma como a iguaria começou a ser conservada. Mais uma vez, Rosa Magalhães desmistifica a idéia de que foram os portugueses que decidiram salgar o bacalhau para preservar o pescado. “Antes, os viquingues conservavam no sol. Os espanhóis, durante a Idade Média, usaram o sal para manter o sabor do bacalhau”, aponta a carnavalesca.

Da Noruega, Rosa Magalhães aporta no Recife – onde, curiosamente os blocos de carnaval são chamados de “bacalhau”. Um deles, o Bacalhau do Batata, desfila toda Quarta-feira de Cinzas. A Imperatriz promete muita cor para fechar seu desfile.

“Começamos com as Virgens de Olinda, que abrem o carnaval de Pernambuco, até chegar no Bacalhau do Batata, de Olinda. Mais carnavalesco do que a história do bacalhau não existe”, diz Rosa que, além do tradicional verde-e-branco, diz que vai abusar de outros tons no desfile, que variam do azul ao rosa-choque. “Vai ser um carnaval bem colorido”, comenta.


2007-01-20
fonte : oglobo.com.br


p>RIO - Sucesso no ano passado, o Carnaval de Todos os Tempos ganha nova edição em 2007 e retorna ao Circo Voador durante duas quintas-feiras de janeiro, hoje e dia 25, a partir das 21h30m. No palco, intérpretes da MPB cantam músicas que já podem ser consideradas de domínio público.

Hoje, a festa começa com Eduardo Dussek homenageando Braguinha, que completaria 100 anos este ano. Logo depois, o DJ Marlboro comanda o baile e esquenta a pista. A última apresentação fica por conta do balanço de Dudu Nobre.

No dia 25, Toni Garrido abre a noite, seguido por Elba Ramalho. Uma roda de samba-enredo com os puxadores Dominguinhos do Estácio (Viradouro), Nego (Império Serrano), Wantuir (Unidos da Tijuca), Preto Jóia (Imperatriz Leopoldinense) e Paulinho (Mocidade) encerra a festa.


2007-01-19
fonte : oglobo.com.br


Vassouras - A "Terra dos Barões", Vassouras, que completa 150 anos de elevação a categoria de cidade, inicia mais cedo o carnaval. A partir de 9 de fevereiro, a Folia estará solta, no pré-carnaval 2007, cuja programação está sendo concluída pelo prefeito Eurico Junior e a equipe da Secretaria de Cultura e Turismo.
Para abrir oficialmente o Carnaval Vassourense, foi convidada a Escola de Samba Imperatriz Leopoldinense, do Rio de Janeiro, que se apresentará no dia 9 de fevereiro, a partir das 22 horas, no Espaço Cultural Wilson Guedes Pinto, a Broadway, conhecido como "Poeirão". Mas, a partir do dia 2 de fevereiro, foliões e adeptos poderão assistir, na Broadway, ensaios técnicos de escolas e blocos de empolgação tradicionais da cidade.
O tradicional Botequim do Samba este ano ganha uma versão mais arrojada. Será montado na Broadway um autêntico botequim para receber os amantes do Samba de Raiz. A prefeitura ainda vai oferecer aos foliões bailes populares, de 16 a 20 de fevereiro, sempre a partir das 22 horas, na Broadway, e Bailes infantis das 15h às 18h. Outras informações com a Subsecretaria de Turismo, com a Sra. Margarida Nóbrega, pelo telefone: (24) 2491-9000. Confira na semana que vem a programação completa.
Resumo da programação do Pré-Carnaval de Vassouras.
Na Brodway:
02/02 20h - Ensaio Bloco de Empolgação Verde e Amarelo e Gres Mancusi.
03/02 21h - Ensaio Bloco de Empolgação Fanáticos e Cabeça de Porco,
10/02 20h - Ensaio Bloco de Empolgação Cabelo na Barata e Gres Unidos da Madruga
09/02 22h - Abertura Oficial do Carnaval com a GRES Imperatriz Leopoldinense
13/02 20h - Botequim do Samba
Desfiles na Caetano Furquim:
14/02 20h30m - Bloco Leões da Toca;
22h - Bloco Dim Terim Bebim;
23h30m - Bloco Cabelo na Barata;
15/02 20h30m –Bloco Império da Cana;
22h - Bloco Antiga Linha;
20h30m - Bloco da Carvalheira
16/02 21h - Desfile da Cascata;
22h30min - Bloco Verde e Amarelo e Piranhas;
23h30min - Bloco Grilo Falante.
17/02 20h30m - Bloco Calça Arriada - Av. Octávio Gomes (saída do Country)
22h - Caçarola do Roluiço - Av. Octávio Gomes
23h30m - Bloco dos Fanáticos - Av. Octávio Gomes
18/02 19h - Bloco Cabeça de Porco - Caetano Furquim (Residência 16h)
19h - Bloco Cachorro Molhado - Saída Morro da Vaca
21h30 - E.S. Unidos do Madruga - Av. Octávio Gomes
19/02 17h - Bloco Cacique do Santa Amália e Bloco do Esqueleto (saindo do Hotel Santa Amália)
21h - Bloco dos Capuchinhos - Av. Octávio Gomes
22h30m - GRES Pequenos Brilhantes do Grecco - Av. Octávio Gomes
20/02 22h30m - Bloco Em Cima da Hora - Av. Octávio Gomes
22h - GRES Acadêmicos do Mancusi - Av. Octávio Gomes
22h30m - E.S. Unidos do Madruga - Av. Octávio Gomes
Dias 16, 17, 18, 19 e 20 - 22h - Baile popular a partir das 22 horas na Broadway.
Baile Infanti: Dias 18, 19 e 20/02:
Clube Recreio - das 15h às 18h
Poeirão - das 15h às 18h

2007-01-18
fonte : http://www.panoramaregional.com.br


No último domingo, a comunidade de Ramos fez festa para recepcionar os patrocinadores noruegueses do Bacalhau da Noruega do enredo para o carnaval 2007, "Teresinha, uhuhuuu!!! Vocês querem bacalhau?" e assistir à apresentação das fantasias criadas pela carnavalesca Rosa Magalhães. O início da programação ficou sob a responsabilidade do cantor e torcedor da agremiação, Elymar Santos. Ele cantou uma música dos tempos em que se apresentava no programa do Chacrinha, que será homenageado no tema. Parte da família de Abelardo Barbosa (o Chacrinha) também estava presente na quadra e pôde relembrar alguns trechos da atração.

Outro que recebeu reverência de Elymar foi o presidente da verde-e-branca, Luizinho Drumond. O dirigente ganhou faixa e flores do casal de mestre-sala e porta-bandeira, Marcílio e Verônica, por todos os esforços que já fez pela agremiação. Em seguida, começou a exibição das fantasias no palco, decorado com vidros e tecidos brancos. O início do primeiro setor do desfile, por exemplo, será todo claro, em alusão à neve das geleiras da Noruega. Em seguida, aparecem fantasias em tons vermelhos, laranja e amarelo para representar o fogo dos vulcões (foto).

Na semana que vem será a vez dos noruegueses retribuírem. Na quarta-feira, às 12:30h, o Conselho Norueguês da Pesca oferece, para convidados, um almoço em um restaurante de Copacabana, cujo prato principal é o bacalhau, claro. Na ocasião, Rosa Magalhães e Wagner Araújo, diretor de carnaval da Imperatriz, darão todos os detalhes da preparação do carnaval da 2007. Para falar sobre o investimento feito diretamente no desfile da escola e também nas outras ações de divulgação que serão realizadas até o carnaval, estará presente a chefe do Conselho Norueguês da Pesca, Kari Gulbrandsen. O almoço contará ainda com ritmistas da Imperatriz e a animação do homem-bacalhau (boneco que também esteve presente na final de samba e apresentação das fantasias) e suas valquírias.

2006-10-27
fonte : http://www.imperatrizleopoldinense.com.br


As inscrições para o Festival de Samba de Quadra das Escolas de Samba do Grupo Especial do Rio de Janeiro estão abertas. Os compositores interessados deverão comparecer à quadra, nas terças-feiras e domingos, a partir das 19h. O prazo termina no dia 7 de novembro.

Cada samba deverá ter no máximo 3 autores e o material deverá ser entregue em CD ou fita cassete, com tempo de gravação de no mínimo 2 minutos e no máximo 5 minutos, junto com 10 cópias da letra.

Serão escolhidos 10 sambas para se apresentarem no dia 11 de novembro, a partir das 13h, durante a Feijoada da Imperatriz. Serão afastados 4 sambas e os 6 classificados disputarão a final no dia 19 de novembro, às 18h.

Apenas 3 obras serão selecionadas para participar da festa promovida pela Secretaria de Cultura, no Teatro João Caetano, junto com as composições escolhidas pelas demais agremiações e o samba vencedor entrará na gravação do CD.

A Comissão Julgadora será composta por integrantes da diretoria da escola. O prêmio do campeão é de R$ 3.000,00. O segundo e terceiro colocados faturam R$ 1.000,00 cada.

2006-10-27
fonte : www.compositoresimperatriz.com.br


A apresentadora da RedeTV!, Luciana Gimenez, rainha de bateria da Imperatriz Leopoldinense vai participar da gravação da vinheta da escola, que será exibida na TV Globo para o Carnaval 2007. Apesar de não ter comparecido na escolha do samba-enredo da agremiação, ela continua no cargo de rainha. A gravação será em novembro, no estúdio do Projac. (Informações da coluna Vip-Vupt).

2006-10-26
fonte : http://odia.com.br


A comissão de frente da Imperatriz está com vagas abertas para homens com altura mínima de 1,85m. A inscrição deverá ser feita na secretaria da quadra de ensaios a partir das 19h com Welington. Os interessados poderão receber maiores informações através do telefone 2560-8037.

2006-10-26
fonte : http://odia.com.br


A Imperatriz Leopoldinense apresentou na noite deste domingo, os protótipos das fantasias para o Carnaval 2007. Antes a escola exibiu um vídeo falando do enredo em homenagem ao bacalhau. O locutor avisou que o Conselho Norueguês de Pesca está fazendo seu maior investimento de marketing na agremiação. O patrocínio gira em torno de R$ 1 milhão.

O diretor de carnaval da Imperatriz, Wagner Araújo, teve a missão de apresentar as fantasias, mas antes deixou um recado: "Reconhecemos que relaxamos no Carnaval 2006, mas estamos corrigindo os erros", comentou. Este ano, a escola ficou na nona colocação.

Na hora tão esperada, a Imperatriz e sua carnavalesca, Rosa Magalhães, mostraram que não estão mortos e vão brigar por uma vaga no sábado das campeãs e até pelo título.

O primeiro setor da escola traz fantasias em tom branco e outras em vermelho. A proposta é mostrar o choque entre o gelo e o fogo. A bateria vem de guerreiros vikings.

Para fechar o desfile, a Imperatriz terá uma ala em homenagem ao bloco do Bacalhau do Batata. Serão quinze fantasias diferentes. No fim, o intérprete Preto Jóia cantou o samba-enredo para 2007 e a bateria mostrou os novos desenhos.

2006-10-17
fonte : http://odia.com.br


Em entrevista ao programa Vai dar Samba, da Rádio 94 FM, o intérprete Ronaldo Ilyê confirmou sua saída da Imperatriz Leopoldinense e disse que espera um convite ou da Acadêmicos da Rocinha ou da Santa Cruz, escolas do Grupo A. "Estou aberto para qualquer negociação. Não deixo Imperatriz de coração partido. Torço para escola, ela me deu apoio. O Luizinho Drummond, presidente da escola, deixou minha vaga reservada no carro de som, mas vamos conversar durante semana", disse o intérprete. A Imperatriz Leopoldinense acertou a volta do intérprete Preto Jóia.

2006-10-01
fonte : www.odia.com.br


Nesta terça-feira (26), a partir das 18h, acontecerá o lançamento do
curta-metragem Devaneio, na quadra da Escola da Leopoldina.

O filme tem a participação de Madragoa e Silviara, com duração de 8 minutos,
e o apoio da diretoria da Ala dos Compositores da Imperatriz. A
produção é de Rudolfo Hochwart, assessorado por Cigano, e a direção é de
Becca Lopes.

A quadra da Escola fica na Rua Professor Lacê nº 235, Ramos. Informações
pelo telefone (21) 2560-8037 ou através do site

2006-09-26
fonte : www.compositoresdaimperatriz.com.br


Sorteio define ordem de apresentação das 6 obras que seguem na disputa

2006-09-26
fonte : www.compositoresdaimperatriz.com.br


Para falar do enredo “Teresinha, uhuhuuu!!!! Vocês querem bacalhau?”, a carnavalesca Rosa Magalhães usou como principal condutor da performance da Imperatriz Leopoldinense a figura de Chacrinha, que também será o condutor do desfile. Com direito a ator caracterizado imitando o Velho Guerreiro, com disco de telefone no peito e pedaço de bacalhau nas mãos, a escola colocou uma bandinha no palco, com alguns personagens trajando fantasias típicas de bailes carnavalescos e um guerreiro vicking. O tradicional bloco de frevo pernambucano Bacalhau com batata também foi lembrado. Os atores disseram textos explicativos.

O início da apresentação ficou meio confuso. Por alguns minutos, apenas uma cortina de fitas enfeitava o palco, enquanto os telões exibiam imagens de arquivo dos programas do Chacrinha.

A Imperatriz não fez feio, mas também não contagiou a platéia que lotou o Canecão.

2006-09-20
fonte : www.tamborins.com.br


Preto Jóia é o novo intérprete da Imperatriz. O presidente da escola revelou para O DIA na Folia, na festa de apresentação dos enredos. Ele entra no lugar de Ronaldo Ilye. A apresentação oficial será no dia da final de samba-enredo.

2006-09-20
fonte : www.odia.com.br


Com a eliminação de mais três sambas no último domingo (10), nove parcerias
continuam na disputa para a escolha do hino da Escola da Leopoldina para o
carnaval 2007. A próxima apresentação acontecerá no dia 17, a partir das
20h, com duas passadas sem e quatro com bateria.

Até a grande final, programada para o dia 15 de outubro, o público poderá
participar da enquete promovida pelo site da Ala dos Compositores da
Imperatriz e votar no samba preferido.

Visite o site www.compositoresdaimperatriz.com.br e dê a sua opinião.

2006-09-14
fonte : www.compositoresdaimperatriz.com.br


Nesta terça-feira (22), foram divulgadas as vinte obras que seguem na
disputa para o carnaval 2007 da Imperatriz Leopoldinense entre os quarenta e
seis sambas inscritos.

A segunda fase das eliminatórias acontecerá no próximo domingo (27), a
partir das 20h. Confira a ordem de apresentação no site oficial da ala dos
compositores: www.compositoresdaimperatriz.com.br.

2006-08-23
fonte : ww.compositoresdaimperatriz.com.br.


A Liga Independente das Escoals de Samba divulgou o calendário com as finais de samba-enredo para o Carnaval 2007. A Viradouro abre no dia 7 de outubro e a Porto da Pedra fecha no dia 17 de outubro.

Confira o calendário completo:
07.10.06 - Viradouro
11.10.06 - Salgueiro
12.10.06 - Beija-Flor de Nilópolis
13.10.06 - Grande Rio e Portela
14.10.06 - Vila Isabel, Mangueira e Unidos da Tijuca
15.10.06 - Imperatriz e Mocidade
16.10.06 - Império Serrano
17.10.06 - Porto da Pedra

2006-08-12
fonte : odia.com.br


Nesta sexta-feira, a Rádio Tupi (AM 1280) começa uma série de debates com os carnavalescos. O programa será todas sextas das 21h até 22h. Na abertura, o carnavalesco Sandro Carvalho (Renascer de Jacarepaguá) e o casal Renato Lage e Márcia Lávia (Salgueiro) são os convidados. Eles vão explicar os enredos das duas agremiações para o Carnaval 2007.

2006-08-11
fonte : odia.com.br


No próximo carnaval, a Imperatriz Leopoldinense vai levar para Avenida o enredo "Teresinha, uhuhuuu!!! Vocês querem bacalhau?", de autoria da carnavalesca Rosa Magalhães. Um dos pontos que está recebendo atenção especial da escola no barracão, é o abre-alas, que promete ser uma das grandes atrações do desfile. Ao invés de uma alegoria de estilo mais tradicional, como boa parte do público já está acostumado a ver no primeiro carro da verde-e-branca, ela surpreenderá muita gente. É que, como sugere o título do enredo, o abre-alas representará o alegre Cassino do Chacrinha. Para isso, a diretoria da agremiação revelou ao Site O CARNAVAL CARIOCA que já pensa em convidar artistas que participaram do programa de auditório comandado por Abelardo Barbosa. Famosas chacretes como Rita Cadilac e Vera Furacão, o assistente de palco Russo, além dos jurados Elke Maravilha e Jece Valadão estão na lista. Também serão contactados os cantores lançados pelo velho guerreiro, como Emílio Santiago, Gretchen, Sidnei Magal, Sérgio Malandro e, é claro, Elymar Santos, que já desfila na verde-e-branca há anos.

Ao redor da alegoria, mulheres vestidas de chacretes jogarão amostras do legítimo bacalhau da Noruega, patrocinadora do enredo, para as arquibancadas.

- O público irá para casa feliz da vida com a Imperatriz, pois terá o autêntico bacalhau da Noruega no dia seguinte - brincou Denise Cinelli, divulgadora da escola, que será a quinta a desfilar na segunda-feira de carnaval.

2006-08-10
fonte : ocarnavalcarioca.com.br


A inauguração da Cidade do Samba, na Zona Portuária, já tem data prevista. A partir do dia 4 de setembro, das 12h às 20h, quem quiser visitar o novo ponto turístico com a cara do Rio de Janeiro poderá participar também de uma oficina de demonstração de confecção de adereços e fantasias. O passaporte irá custar R$ 10 para os visitantes cariocas e R$ 20 para os turistas que poderão ver de perto os 72 mil metros da fábrica do carnaval.

Segundo o administrador da Cidade do Samba, Ailton Guimarães Jorge Júnior, toda semana a casa fará um show especial. O ingresso para as apresentações, sempre nas quintas, a partir das 19h, custará R$ 80 e dará diretio ainda a um coquetel e participação em um mini-desfile. Os visitantes terão disponíveis adereços para se enfeitar e desfilar pela Cidade do Samba após o término do espetáculo.

Outras informações podem ser obtidas pelos telefones: 2213-2503 ou 2213-2546.

2006-08-09
fonte : odia.com.br


A Ala dos Compositores da Imperatriz Leopoldinense, que já divulgava suas atividades através da internet, ganhou um novo site, moderno, de fácil navegação e com visual de extremo bom gosto, para mostrar as obras dos compositores campeões, além dos sambas que estarão disputando o título para o carnaval 2007.

Neste domingo (6), a partir das 10h, a verde-e-branco de Ramos vai realizar a gravação dos sambas concorrentes em sua quadra. Na próxima semana, os internautas terão acesso aos áudios e letras no endereço virtual www.compositoresdaimperatriz.com.br.

2006-08-08
fonte : www.tamborins.com.br


Em Bonsucesso, o carnaval de 2007 não vai ser igual àquele que passou, já que haverá desfile de blocos, grupos de clóvis, bandas de Ramos e Olaria e concurso de fantasias na Praça das Nações. A decoração do Corredor da Folia ficará a cargo da associação comercial do bairro.

2006-07-30
fonte : Marcelo de Mello : oglobo.com.br


A Imperatriz repaginou seu site, colocando um pedido a torcedores para doar material para um centro de memória e abrindo dois links: um com receitas de bacalhau e outro para o site oficial da Noruega no Brasil, já que o enredo de 2007 tem patrocínio do Conselho Norueguês de Pesca.

2006-07-30
fonte : Marcelo de Mello : oglobo.com.br


A Liga Independente das Escolas de Samba divulgou o calendário dos ensaios técnicos na Marquês de Sapucaí. A Vila Isabel, atual campeã do carnaval, vai abrir a série de treinos na Passarela do Samba, no dia 1º de dezembro, às 21h, com entrada franca. Aliás, os ensaios técnicos na Sapucaí são gratuitos e o público pode se divertir nas arquibancadas do Sambódromo.

Confira o calendário:

Dezembro:
01/12 - Vila Isabel (21h)
02/12 - Estácio de Sá (19h)
03/12 - Portela (19h) e Mocidade (21h)
08/12 - Império Serrano (21h)
10/12 - Mangueira (17h) e Unidos da Tijuca (21h)
15 e 16/12 - Pausa para apresentação do show do Papai Noel
17/12 - Grande Rio (19h) e Beija-Flor (21h)
22/12 - Salgueiro (21h)

Janeiro:
05/01 - Salgueiro (21h)
06/12 - Porto da Pedra (21h)
07/12 - Unidos da Tijuca (19h) e Beija-Flor (21h)
12/01 - Império Serrano (21h)
13/01 - Estácio de Sá (19h) e Portela (21h)
14/01 - Mangueira (19h) e Viradouro (21h)
19/01 - Mocidade (21h)
21/01 - Grande Rio (19h) e Vila Isabel (21h)
26/01 - Imperatriz (21h)
27/01 - Estácio de Sá (19h) e Porto da Pedra (21h)
28/01 - Mangueira (19h) e Beija-Flor (21h)

Fevereiro:
02/02 - Unidos da Tijuca (21h)
03/02 - Salgueiro (19h) e Mocidade (21h)
04/02 - Grande Rio (19h) e Viradouro (21h)
09/02 - Império Serrano (21h)
10/02 - Imperatriz (19h) e Portela (21h)
11/02 - Teste de Som e Luz com a Vila Isabel (19h)

2006-07-27
fonte : odia.com.br


A direção da Imperatriz Leopoldinense decidiu que os ritmistas da escola continuarão a ter Luciana Gimenez à frente de sua ala no carnaval 2007. A apresentadora de TV estreou como rainha de bateria da verde-e-branca no último carnaval. Antes, ela já tinha exercido essa função na Grande Rio.

Enquanto os ensaios para a folia não começam, Luciana se prepara para o seu casamento com o empresário Marcelo de Carvalho, vice-presidente da Rede TV!, no próximo dia 19. O presidente da escola de Ramos, Luizinho Drumond, é convidado de honra do casal, que vai celebrar a união em Ilhabela (SP).

E no carnaval que vem, Marcelo quer desfilar novamente com a camisa da diretoria da Imperatriz. O empresário gostou de sua estréia no Sambódromo, no desfile passado, que quer repetir a dose. Bem humorado, ele inclusive já demonstrou interesse em ocupar um cargo oficial na diretoria da verde-e-branca.

2006-07-21
fonte : http://ocarnavalcarioca.com.br/


Alegorias pequenas farão parte do passado da Imperatriz Leopoldinense. No carnaval do ano que vem, a escola de Ramos terá todos os carros com chassis maiores e motorizados. É o que promete a direção da agremiação, que já está providenciando a novidade, que será um dos maiores investimentos da verde-e-branca para a próxima folia.

O motivo do aumento no tamanho dos carros se deve à reestruturação pela qual a escola passa. Com o gigantismo do carnaval do Rio nos últimos anos, a agremiação percebeu que foi uma das poucas a manter alegorias de menor porte do que as das principais concorrentes. De agora em diante, a Imperatriz Leopoldinense quer manter o cuidado no acabamento dos carros, peculiar nos desfiles de Rosa Magalhães, aliado à grandeza da folia.

A escola será a quinta a desfilar na segunda-feira de carnaval com o enredo "Teresinha, uhuhuuu!!! Vocês querem bacalhau?", de autoria da carnavalesca Rosa Magalhães.

2006-07-21
fonte : http://ocarnavalcarioca.com.br/


A Imperatriz Leopoldinense está convocando seus ritmistas para a primeira reunião do grupo após o Carnaval de 2006, quando serão abordados assuntos gerais relacionados ao início dos preparativos para o desfile do próximo ano. O encontro está marcado para terça-feira que vem, dia 25, às 20h, na quadra da escola.

Nona colocada no último Carnaval, a Imperatriz levará para a Marquês de Sapucaí, em 2007, o enredo “Teresinhaaa, uhuhuuu!!!!! Vocês querem bacalhau?”, da consagrada carnavalesca Rosa Magalhães.

2006-07-20
fonte : www.tamborins.com.br


Quase todos os dias, Pixinguinha saía de casa em Ramos para beber cerveja. De pijama e chinelos, acompanhado do cão, ele atravessava a então Rua Belarmino Barreto e saudava os amigos no bar da Portuguesa. Há 50 anos, a via ganhou o nome de Rua Pixinguinha e até hoje ostenta a placa em homenagem ao mais famoso chorão. Hoje, na pequena rua sem saída, já não se escutam acordes de chorinho. Entre os moradores, restaram histórias e memórias distantes de um compositor que cultivava amigos.



A homenagem ao compositor de “Carinhoso” e do “ Hino de Ramos” foi uma iniciativa de Negrão de Lima, então prefeito do Distrito Federal. Na placa, Pixinguinha ganhou o título de Patrono do Chorinho. Era o ano de 1956 e o compositor já tinha fama internacional e a consagração como gênio da MPB era defendida por músicos como Tom Jobim. Mas a homenagem durou pouco: logo depois de inaugurada, a placa foi roubada.



A placa substituta não demorou a chegar e foi colocada quase em frente ao Bar da Portuguesa, onde a presença do compositor é assegurada até hoje por uma fotografia. De pijama, chinelos, com o cão e uma cerveja. No mesmo local onde costumava conversar com José Pereira dos Santos, um dos poucos amigos do músico ainda vivo. Há 50 anos, relembra José, Ramos era um conjunto de poucas casas, onde sempre se encontrava diversão: de dia nos gramados, de noite nas rodas de choro.



— Pixinguinha promovia festas que varavam a madrugada e brincava comigo: “Você, que é alto, fique de segurança na entrada.” Ele era querido tanto por autoridades quanto por quem não andava na linha. Cansou de ajudar amigos na cadeia — conta José.



No Bar da Portuguesa, a imagem do compositor não raro sai da parede para fazer parte de um novo registro fotográfico. Alguns pedem a primeira cerveja na esperança de ouvir histórias sobre o músico. Na casa onde ele viveu com a mulher Betty e o filho, conta Domzília da Conceição Gomes (a atual portuguesa que dá nome ao bar) mora hoje uma idosa que recusou várias ofertas de venda. Algumas seriam tentativas de transformar o local em museu.



Na casa de número 23, segundo Marília T. Barboza e Arthur L. de Oliveira, no livro “Pixinguinha, filho de Ogum bexiguento”, ele costumava expulsar a mulher da cozinha para “compor um sinfônico mocotó”. E recebia amigos como Tom Jobim e Ângela Maria.



Domzília não conheceu Pixinguinha, mas cresceu ouvindo o pai falar do músico:



— Ele dizia que ninguém resistia ao jeito do Pixinguinha, um homem bom. Foi triste quando tive que vender a mesa e a cadeira de madeira que ele ocupava no bar.




Os tempos difíceis, uma constante na vida de Pixinguinha, fazem parte da história da casa de Ramos — que só foi comprada pelo escritor três anos depois da homenagem, em 1959. Época difícil mas feliz, garante seu José ao retirar uma foto cinqüentenária da carteira onde ele posa em um campo de futebol.



Proibido de beber pelo médico, José pede uma cerveja. Um brinde aos 50 anos da Rua Pixinguinha. É um complemento às flores que põe sobre a placa, todo ano, em homenagem ao homem de fala mansa que lhe pedia ajuda para manter a paz em festas de chorinho.


2006-07-16
fonte : O Globo Online : Vivian Rangel


Paulinho Mocidade, o puxador de samba, vai se lançar na política. É candidato a deputado estadual pelo PP.

Sem escola, ele agora negocia com a Imperatriz Leopoldinense para o carnaval 2007.

2006-07-16
fonte : O Globo Online


Bacalhau da Noruega e Carnaval. Duas paixões brasileiras vão se encontrar, pela primeira vez, na Marquês de Sapucaí em 2007. Quem tornará isso possível é a Imperatriz Leopoldinense, que contará com o apoio do Conselho Norueguês da Pesca e de outras empresas patrocinadoras. Uma das mais tradicionais escolas de samba do Rio de Janeiro, nove vezes campeã, a Imperatriz escolheu Bacalhau e Noruega como temas para disputar o campeonato do ano que vem. E o pescado norueguês, depois de mais de 160 anos brilhando nas mesas brasileiras, promete render um belo - e saboroso - desfile.

3/7/2006 ::
“-É uma grande alegria e uma grande honra ver o Bacalhau da Noruega ser homenageado por uma escola como a Imperatriz Leopoldinense. É muito importante para nós participarmos da maior comemoração do país e estamos muito animados com esse projeto. Com o talento da Rosa Magalhães, tenho certeza de que veremos o bacalhau como nunca foi visto antes.”, diz a Sra. Kari Gulbrandsen, chefe do Conselho Norueguês da Pesca no Brasil.

Depoimento de outro patrocinador

Os preparativos da Imperatriz para o Carnaval de 2007 já começaram. Depois de selecionado o tema, Rosa Magalhães viajou à Noruega para conhecer de perto a terra do bacalhau. Durante uma semana, a carnavalesca visitou as cidades de Oslo, Tromso e Aalesund.

“-A viagem foi muito enriquecedora e fundamental para que eu pudesse desenvolver um enredo bem consistente a amarrado. Vi de perto os peixes vivos, no Aquário de Aalesund, e visitei também o museu do bacalhau e o museu viking. O que mais me impressionou foi ver como era a pesca do bacalhau no século XIX, quando os homens iam para o mar e as mulheres ficavam em terra limpando e preparando os peixes para a salga e a secagem. E todo o trabalho era feito sob as condições mais adversas. Impressionante!”, conta Rosa Magalhães.

Com as informações colhidas durante a viagem, Rosa preparou uma história-base que será entregue aos compositores no final de junho. Com esse material, eles trabalharão na criação dos sambas enredos que vão participar, em outubro, da disputa pelo primeiro lugar.

“-O meu trabalho continua com o desenho das fantasias e alegorias. Tenho que preparar cerca de 100 croquis até agosto, momento em que começa propriamente a produção. Estou muito animada com esse projeto e tenho certeza de que faremos um desfile maravilhoso, que vai surpreender todo mundo.”, conta Rosa.

Bacalhau da Noruega

Um dos pratos mais apreciados pelos brasileiros, o bacalhau seco e salgado da Noruega começou a ser importado oficialmente pelo Brasil em 1843. Originário das águas frias e límpidas dos mares que circulam o Pólo Norte, o bacalhau inicialmente era produzido apenas a partir de uma única espécie de peixe: o Cod Gadus Morhua. Graças a um processo continuamente aperfeiçoado, há muitos anos a indústria pesqueira da Noruega descobriu que existem mais quatro espécies de peixe adequados à produção de bacalhau. Todas elas fazem parte da família do Cod Gadus Morhua, mas cada uma mantém suas próprias características. São eles: Cod Gadus Macrocephalus, peixes tipo bacalhau Saithe, Ling e Zarbo.

Conselho Norueguês da Pesca

Para cuidar do marketing dos produtos do mar da Noruega, o Ministério da Pesca criou o Conselho Norueguês da Pesca, em julho de 1991. A instituição é responsável pelo marketing desses produtos, mas, embora faça parte do ministério, suas atividades são financiadas pela indústria pesqueira. O CNP fornece informações e faz campanhas comerciais para a indústria pesqueira e a piscicultura na Noruega, tanto no mercado externo quanto no interno, dando assim apoio ao trabalho de comercialização. O Conselho é sediado em Tromso, na costa norueguesa, e tem escritórios de representação na Alemanha, Brasil, China, Espanha, França, Hong Kong, Itália, Japão, Portugal e Rússia.

2006-07-03
fonte : http://www.noruega.org.br


Com a entrega da sinopse do enredo da Impetratriz Leopoldinense na noite desta quarta-feira, os compositores da escola já podem dar asas à criatividade e começar as composições de seus sambas.

A partir de agora, eles terão dois dias estipulados para conversar e tirar dúvidas com a carnavalesca Rosa Magalhães, que vai esclarecer o que ela gostaria de ter na letra do samba. As primeiras consultas acontecerão nos dias 15 e 22 de julho, sábados, a partir das 10h da manhã. Cada parceria terá 10 minutos de conversa com a carnavalesca.

As gravações dos sambas estão marcadas para o dia 06 de agosto, domingo, a partir das 10h da manhã. As apresentações dos sambas começam no dia 13 de agosto, também domingo, e a grande final está prevista para o dia 15 de outubro, podendo ser prorrogada até o dia 22.

2006-06-23
fonte : odia.com.br


Um tema curioso e nunca antes abordado no carnaval. Assim será o enredo preparado pela carnavalesca Rosa Magalhães para a Imperatriz Leopoldinense em 2007. Com o irreverente título "Teresinhaaa, uhuhuuu!!! Vocês querem bacalhau?", a escola vai falar do bacalhau através da mitologia dos povos nórdicos e promete um carnaval com informação e divertimento na abordagem do tema.

O enredo que, sem dúvida, dará muita liberdade aos compositores do samba da Imperatriz para criar suas letras e também para Rosa Magalhães, que poderá brincar com muitos elementos, começa com o maior dos animadores de auditório do país: Chacrinha.

Segundo a carnavalesca, ele abusava de bordões e eternizou a atitude de jogar bacalhau para a platéia em seu programa. Essa história, aliás, começou quando a então patrocinadora do programa de Abelardo Barbosa (Chacrinha), a já extinta Casa da Banha, pediu que o apresentador falasse e brincasse com o bacalhau em seu programa para ajudar na venda da carga encalhada na loja. Virou um sucesso. De venda, para o mercado, e popularidade para Chacrinha.

A história do bacalhau contada pela Imperatriz começa no mundo gelado, onde os bravos guerreiros se lançaram ao mar em busca de novas conquistas e descobertas. Nessas viagens, os navegadores que, claro, comiam peixe e não sabiam como preservar a comida, descobriram que o sal poderia ser usado para conservar e temperar os alimentos, realçando seu sabor Mais tarde, o sal tornou-se uma mercadoria muito apreciada e passou a ser sinônimo de status. Quem comia sal ou estava perto do saleiro nos banquetes, era privilegiado.

O bacalhau, que a essa altura, já chegou aos hábitos culinários brasileiros, agora é festejado também no carnaval. E é assim que Rosa Magalhães pretende finalizar o desfile da Imperatriz: com o Bacalhau do Batata, famoso bloco pernambucano, que leva multidões às ruas de Olinda na Quarta-feira de Cinzas, se espalhando por toda a região metropolitana do Estado. É aí que a carnavalesca relaciona o bacalhau ao carnaval, fazendo referência aos bonecos gigantes do bloco como descendentes dos povos nórdicos.

Rosa Magalhães diz que ainda tem muita coisa para desenvolver e que poderá ser incluída no desfile. "Sempre tem alguma carta na manga, uma supresa. Ainda vou ver melhor o que dá pra fazer. Pode ser que eu fale sobre o Henrik Ibsen (dramaturgo norueguês que completa cem anos de morte este ano), mas ainda não sei, até porque a Noruega tem outros artistas importantes", declarou a carnavalesca que se sentiu emocionada ao visitar a casa do dramaturgo. "É emocionante estar no lugar onde ele vivia".

Recém chegada de uma viagem à Noruega, a carnavalesca diz que a idéia surgiu sem pretensões. "Fui para lá estudar as possibilidades de um enredo e este tema me chamou a atenção", disse. Diga-se de passagem, o enredo da escola será patrocinado pelo Governo Norueguês que fez algumas exigências. As palavras "Noruega" e "bacalhau" devem constar na letra do samba e os viquingues não poderão ser retratados com os chifres que estamos acostumados a ver. Segundo a Embaixada daquele país, eles não tinham aqueles chifres, sendo o cinema o responsável por essa imagem dos guerreiros. Mas a carnavalesca, acha válido em se tratando de uma licença poética.

Quando perguntada sobre a nona colocação da Imperatriz no último carnaval, Rosa Magalhães afirma que trata-se de uma questão delicada. "Nos sentimos mordidos e cuspidos. Algumas justificativas dos jurados estavam coerentes, mas com outras não concordamos", declarou comentando que mudanças para o próximo ano são possíveis, mas serão analisadas juntamente com o presidente da escola, Luiz Pacheco Drumond.

2006-06-22
fonte : Eduardo Coelho : odia.com.br


A nona colocação da Imperatriz Leopoldinense no Carnaval 2006 pegou muita gente de surpresa, especialmente os membros da escola, que está acostumada a fazer desfiles grandiosos e tecnicamente perfeitos. Segundo o ex-presidente e atual diretor de carnaval e financeiro da agremiação, Wagner Araújo, eles estão se "sentindo mordidos" com a colocação. "Estamos mordidos com essa posição. Claro que não estamos satisfeitos. Não é agradável pra ninguém", declarou.

A Imperatriz, que levou para a Avenida o enredo "Um por todos e todos por um" e contou a história de Giuseppe e Anita Garibaldi, através de Wagner Araújo, reconhece que cometeu erros que não são característicos da escola, mas não concorda com algumas notas dadas pelos jurados, como nos quesitos Bateria e Comissão de Frente "A nota foi dada e não podemos fazer nada", afirmou o diretor de carnaval.

Wagner Araújo também comentou as notas dadas ao casal de mestre-sala e porta-bandeira. "O casal foi punido no quesito Fantasia. As fantasias do casal não estavam feias nem mal feitas, mas pegamos duas pancadas de chuva ainda na concentração e isso nos prejudicou. Talvez se a chuva tivesse caído durante o desfile, não teria sido tão ruim quanto foi", disse.

Com relação à volta de Luiz Pacheco Drumond à presidência da escola, Wagner diz que não tem nada a ver com uma mudança de rumos por causa da nona colocação. "Em 1994 ele teve que se afastar da escola e pediu para que eu ficasse no comando, mas agora ele se sentiu à vontade para reassumir o cargo e isso foi feito sem nenhum problema entre nós", explicou completando que o carnaval continua sob sua responsabilidade, com ajuda do atual presidente. "Só muda o título", encerrou.


2006-06-22
fonte : Eduardo Coelho : odia.com.br


O diretor de Carnaval da Imperatriz Leopoldinense, Wagner Araújo, ex-presidente da escola disse que o mistério sobre o enredo da escola será desvendado no dia 21 de junho, data da entrega da sinopse para os compositores. Até o momento, o que se sabe é que o tema aborda a Noruega e que a canavalesca Rosa Magalhães viajou para pesquisar sobre o enredo.

2006-06-12
fonte : odia.com.br


Luiz Pacheco Drummond, patrono da Imperatriz Leopoldinense, assume a partir de agora a presidência da escola. A eleição aconteceu na noite desta quinta-feira. O vice-presidente é o filho de Luizinho, Marcos Drummond, que ocupava o mesmo cargo na administração passada. O ex-presidente da escola, Wagner Araújo, permanece na agremiação, como diretor de carnaval, cargo que já vinha ocupando nos últimos anos, acumulando com a vice-presidência de finanças.

Em conversa com o TUDO DE SAMBA, Wagner disse que na próxima semana assina o contrato de patrocínio do enredo de 2007, que será sobre a Noruega. Segundo ele, o título ainda não está definido.

- Na terça-feira assinamos o contrato de patrocínio. Por enquanto, não vou adiantar detalhes, porque isso a gente só vai informar mais pra frente – informou.

Sobre a possível contração de Paulinho Mocidade para substituir o intérprete oficial Ronaldo Ylê, Wagner garantiu que não há nada de concreto.

- Nem conversei a respeito com o Luizinho. Por enquanto continua tudo como está. O Marcílio e a Verônica (mestre-sala e porta-bandeira) também serão mantidos – concluiu Wagner Araújo.

2006-05-19
fonte : www.tamborins.com.br


O Comitê Organizador do Pan-americano Rio-2007 (CO-RIO) anunciou nesta quarta-feira a contratação da carnavalesca Rosa Magalhães e do cenógrafo e design Luiz Stein para comandarem as Cerimônias de Abertura e Encerramento dos Jogos, a serem realizadas no Estádio do Maracanã.

Para ser a diretora-geral dos dois eventos, Magalhães participa de carnavais desde 1971, começando no Salgueiro. E com passagens pela Beija-flor, Portela, Império Serrano e Imperatriz Leopoldinense, ela já conquistou cinco títulos no carnaval do Rio de Janeiro (1994, 1995, 1999, 2000 e 2001).

Já o diretor Stein tem experiência como cenógrafo em vários shows de músicos brasileiros e exposições de artes plásticas, peças publicitárias e cinema. Além de ele trabalhar também com desfiles de moda e programação visual para peças teatrais.

O casal responsável pelas Cerimônias deverá realizar um projeto sigiloso, em que comandarão uma equipe de cerca de 200 profissionais e oito mil artistas envolvidos no espetáculo.

Além das ações tradicionais como a apresentação das delegações, o juramento de atletas e árbitros e a chegada da bandeira pan-americana e da chama que ficará acesa durante a realização dos Jogos, as festas devem retratar a cultura carnavalesca do Brasil, que foi um dos critérios utilizados pelo CO-RIO para definir os diretores da Abertura e Encerramento.

"Era fundamental que eles tivessem trabalhado em grandes espetáculos ao vivo, em espaços abertos e shows com grande número de participantes. Trata-se de um evento de enorme dimensão", disse Leonardo Gryner, gerente-geral de marketing do CO-RIO.

2006-05-18
fonte : http://esporte.uol.com.br/


O patrono da Imperatriz Leopoldinense, Luizinho Drummond, revelou para o DIA na Folia que a escola já tem um tema base para o Carnaval 2007 e vai realizar algumas mudanças para o ano que vem.

"A Rosa Magalhães (carnavalesca) já está fazendo a pesquisa do enredo. Sei que é sobre a Noruega, mas ela não disse se será sobre uma determinada pessoa ou só sobre o país", disse Luizinho.

A escola realiza suas eleições presidenciais no dia 18 de maio. O atual presidente Wagner Araújo está viajando e ainda não decidiu se será candidato à reeleição. Animado com os rumos do Carnaval 2007, Luzinho revelou que pode ser o novo presidente da escola. "Ainda não conversei com o Wagner. Eu posso ser presidente, porque sou o número 1 da escola (patrono) e gosto da idéia, mas temos que ver o momento", contou.

Segundo Luizinho, a Imperatriz fará alguma mudanças para 2007. "Ficamos com a nona colocação e tivemos erros. Quando acontecem problemas, nós temos que mudar, porque é preciso consertar o que não foi bem", comentou.

O patrono da Imperatriz adiantou que deve trocar o intérprete da escola. "O Ronaldo Ilyê é cria da casa. Talvez, ele tenha entrado em um momento errado. Ainda não decidimos nada, ele pode ficar e integrar o carro de som. Um bom nome para entrar no cargo de intérprete principal é Paulinho Mocidade. Quando passou por aqui, ele foi muito bem", revelou Luizinho.

Apesar do casal de mestre-sala e porta-bandeira, Marcílio e Verônica, não ter conseguido nota máxima, Luizinho não deve fazer nenhuma mudança. "Os jurados não reclamaram deles, mas sim da roupa. Na hora da dança, eles fizeram bonito", disse.

2006-05-15
fonte : odia on line


RIO - A Liga Independente das Escolas de Samba do Rio (Liesa) anunciou, na noite desta quarta-feira, regras para o sorteio da ordem de desfile do carnaval 2007. Foram divulgadas as escolas que formarão os pares do sorteio. De cada par, uma escola desfilará na noite de domingo e a outra na noite de segunda.

Os pares são: Beija-Flor e Mangueira, Portela e Império Serrano, Salgueiro e Viradouro, Vila Isabel e Grande Rio, Imperatriz Leopoldinense e Mocidade Independente. Dessa forma, por exemplo, Beija-Flor e Mangueira não desfilarão na mesma noite.

Como o número de escolas de samba no carnaval 2007 será ímpar (já que duas agremiações foram rebaixadas para o Grupo de Acesso e apenas uma subiu), a segunda noite de desfiles terá uma escola a mais. Por proposta da presidência da Liesa, a Unidos da Tijuca foi escolhida para se apresentar na segunda-feira de carnaval, sem precisar participar do sorteio da noite de desfile.O critério usado para a escolha da Tijuca não foi informado.

Sexta colocada no último carnaval, após dois vice-campeonatos seguidos, a Tijuca só participará do sorteio da posição de desfile. E ela já sabe que não será a primeira. Pelas regras, a noite de segunda-feira será aberta pela antepenúltima colocada de 2006, a Porto da Pedra; a noite de domingo terá como primeira escola a que subiu do Grupo de Acesso A, a Estácio de Sá.

Embora a campeã de 2006, a Unidos de Vila Isabel, tenha desfilado na noite de domingo, as escolas preferem se exibir na noite de segunda-feira, quando consideram que o público está mais quente. Alguns dirigentes também argumentam que as escolas que se apresentam no domingo podem ser prejudicadas porque os jurados têm mais tempo para refletir e podem ser influenciados pela cobertura e críticas das TVs, rádios e jornais.

A Liga também decidiu alterar a posição das escolas na área de concentração. Em 2007, as escolas ímpares (primeira, terceira, quinta e sétima a desfilar) vão se concentrar do lado do edifício Balança Mais Não Cai. As pares ficarão do lado do prédio dos Correios. As decisões foram tomadas na plenária da Liesa.

O sorteio da ordem de desfile acontecerá em 5 de junho, no Canecão, com show de Martinho da Vila, fechado para convidados.


2006-05-12
fonte : oglobo online


Se depender da vontade de Rosa Magalhães, a carnavalesca continua mais um ano na Imperatriz Leopoldinense, escola que terá eleição presidencial em maio. A artista prefere não comentar sobre as notas e a nona colocação da verde-e-branca no último carnaval. Os planos para o desfile do ano que vem só devem começar no mês que vem. No momento, a artista está de férias da agremiação, mas assinando figurinos e cenários de espetáculos teatrais como "Biografia de uma família não autorizada", no Rio, e "Rainha Esther", em São Paulo.

- Estou de férias, mas a minha idéia é permanecer na Imperatriz. No fim do mês que vem provavelmente apresentaremos o enredo. E aí começa tudo de novo - diz Rosa.

O que também tem animado a carnavalesca é a oportunidade de revisar os quatro volumes de uma edição em homenagem ao centenário de morte de Machado de Assis. Os livros são de autoria do pai de Rosa, Magalhães Júnior, que coincidentemente faria cem anos em 2007, ano do lançamento das obras. A "edição de luxo", como ela gosta de dizer, também terá uma exposição na Academia Brasileira de Letras a partir de abril próximo.

- Vai ser um arraso. Estou muito feliz com a oportunidade de revisar esta edição de luxo e com esta coincidência de datas. Tenho certeza que será um sucesso - garante.

2006-04-24
fonte : http://ocarnavalcarioca.com.br/


Já tem data marcada a eleição que definirá o novo presidente da Imperatriz Leopoldinense. Será no dia 18 de maio, na quadra. O atual dirigente da verde-e-branca, Wagner Araújo, não sabe se será candidato. Além de escolher o novo presidente administrativo da escola de Ramos, os sócios decidirão pelos responsáveis do conselho deliberativo e administrativo. As chapas poderão se inscrever até meia hora antes do pleito.

Na Cidade do Samba, os operários do barracão da escola não desmontarão o sexto carro, que representou a Guerra de Farrapos no enredo "Um por todos e todos por um...". A alegoria ficará exposta no local como parte do programa que a Liesa pretende começar em junho, onde os turistas poderão conhecer ao menos um carro de cada agremiação do Grupo Especial.

2006-04-18
fonte : http://ocarnavalcarioca.com.br/


O Espaço IBISS - Vila Cruzeiro está realizando uma exposição cultural sobre as bodas de prata carnavalhescas de Chiquinho e Maria Helena.
Vinte e cinco anos se passaram e, o amor pelo carnaval ainda mantém acessa a chama da alegria, a marca registrada deste casal que conquistou o Brasil de um jeito muito especial, com um doce bailado do cavalheiro que corteja a sua dama ao apresentar a sua escola de samba, na avenida da alegria, este palco iluminado, do sonho ao inesperado, da emoção à frustação, todos num só coração no pulsar desta magia chamada: carnaval.
Neste mesmo cenário que há um quarto de século atrás, vimos surgir um casal que despontava para o estrelato. Não um casal comum, um homem mais uma mulher. Não! Esse era especial. Eram mãe e filho que apresentavam uma doença congênita e hereditária: o amor pelo carnaval.
Os anos passaram e os titulos chegaram. 04 prêmios Estandartes de Ouro, centenas de outras premiações e, principalmente, oito vezes campeões do carnaval carioca com o G.R.E.S Imperatriz Leopoldinense, a escola de samba que durante 23 anos foi sua segunda casa, a sua segunda pele, foi o templo deste complexo de Édipo bem-resolvido.
Em comemoração aos 25 anos de sucesso dos baluartes do samba, Chiquinho e Maria Helena, o maior casal de mestre-sala e Porta Bandeira em atividade, o Espaço IBISS - Vila Cruzeiro, estará homenageando esta dupla com uma grande exposição sobre a gloriosa carreira deste casal que, agora, também como professores do nosso espaço, ensinam os segredos desta arte para a comunidade do Complexo da penha e do Alemão, através de fotos, fantasias, troféus e grandes personalidades do mundo do samba.
A exposição fica na Estrada José Rucas, 1266 - Vila Cruzeiro - Penha - Rio de Janeiro - R.J - CEP:21072-370 - Tel: 3105-0830

2006-04-14
fonte : Bruno da Imperatriz


O presidente da Imperatriz, Wagner Araújo, foi contratado na noite de hoje pela a Acadêmicos da Rocinha onde reassumirá a direção de carnaval (o dirigente Adaías Vieira foi afastado), cargo que já ocupou em 2004 e 2005, sendo que nesse último ano a escola subiu para o Grupo Especial. No carnaval passado, Wagner foi diretor da União da Ilha, onde só entrou porque a Rocinha estava no mesmo grupo de sua Imperatriz, assim, não pôde participar de duas agremiações que disputavam o título na elite do samba.

Juntamente com o novo carnavalesco da tricolor de São Conrado, Mauro Quintaes, Wagner foi apresentado oficialmente à comunidade da Rocinha nesta noite, quando a escola esteve reunida na quadra para comemorar seus 18 anos de fundação. Logo no discurso inicial, o presidente da Imperatriz deixou claro que não quer ninguém lamentando a queda para o Grupo A, como declarou:

- Não quero ninguém falando do carnaval passado. O que passou, passou. Vamos pensar no futuro e fazer o melhor que podemos.

2006-03-31
fonte : http://ocarnavalcarioca.com.br/


O carnaval 2006 aconteceu há um mês, mas a folia do ano que vem já está sendo estruturada pela Liga Independente das Escolas de Samba. O primeiro evento rumo à 2007 será o sorteio da ordem dos desfiles das escolas e já tem data marcada. Será no dia cinco de junho, uma segunda-feira, no Canecão.

2006-03-31
fonte : http://ocarnavalcarioca.com.br/


Inicialmente anunciada para esta quarta, dia 22, a divulgação, por parte da Liga Independente das Escolas de Samba, das argumentações do corpo de jurados do Grupo Especial, só acontecerá na próxima semana.

A LIESA informou que só divulgará as justificativas dos jurados após a próxima reunião plenária dos presidentes das escolas de samba. O que está marcado para acontecer na próxima quarta-feira, dia 29.

2006-03-22
fonte : www.tamborins.com.br


Em 2008, as escolas falarão sobre os 200 anos da chegada de Dom João VI ao Brasil.
O bicentenário da chegada de Dom João VI e da corte portuguesa ao Brasil só será comemorado dia 7 de março de 2008, mas os preparativos para a festa já começaram. A prefeitura e a Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa) fecharam o tema para que as agremiações do Grupo Especial desenvolvam como enredo no carnaval de 2008. O presidente da Liesa, Ailton Guimarães, vai apresentar a proposta, dia 29, aos presidentes das escolas e acredita que terá o apoio de todos. Museus e instituições da época de Dom João no Brasil também estão planejando outros eventos pela cidade.

?A idéia é oferecer uma boa sinopse com 12 tópicos diferentes para cada escola escolher um. A proposta é inovadora, porque permite fazer um desfile dentro de contexto maior?, explica Jorge Castanheira, vice-presidente da Liesa.

O objetivo da Prefeitura é chamar a atenção do público para um momento tão importante para a cidade. ?Sugerimos que a época retratada fosse de 1792, quando Dom João começou a governar portugal, até 1889, ano da proclamação da República no Brasil.

Carnavalescos aprovam iniciativa para 2008
Com a vinda de Dom João, o Brasil e principalmente o Rio, capital do País, passaram por um salto de modernização. O Jardim Botânico, o Banco do Brasil e o Museu Nacional de Belas Artes, entre outros, foram criados nessa época.

Os carnavalescos vêem com bons olhos a proposta. Em 2000, Mauro Quintaes (ex- mocidade) desenvolveu o enredo Sou Rei, sou Salgueiro, meu reinado é brasileiro, sobre a figura de Dom João, na escola tijucana. Na época o tema foi também um só: os 500 anos do descobrimento do Brasil.

Para ele, o rei comilão é uma figura rica em histórias. ?Enredos temáticos sempre são interessantes em datas festivas. Dom João tem um lado positivo que muita gente desconhece. A iniciativa valoriza a cultura nacional?, ressalta Mauro.

A grande preocupação dos carnavalescos é a liberdade de criação. Mesmo com tema único, Alexandre Louzada ? campeão do Carnaval deste ano pela Vila Isabel e que agora está na Beija-Flor ? acredita que há sempre várias portas de saída para a criatividade voar solta. ?Em 2000, cada escola trabalhou um tema diferente dentro do mesmo contexto e ficou bem legal?, lembra ele. ?O Jardim Botânico, por exemplo, é um enredo que me seduz?, diz, já pensando Carnaval de 2008.

Rosa Magalhães, da Imperatriz, também aprova a idéia devido à variedade de facetas dessa história. ?Não fica monótono, porque cada escola dá um enfoque diferente?, acredita. Apesar de gostar do tema, Cid Carvalho ? ex-Beija Flor, agora na Vila Isabel ? teme que o espetáculo seja prejudicado. ?Não gosto de todos seguirem o mesmo caminho. Quanto mais livre o artista, melhor o desfile?, conclui.

2006-03-20
fonte : odia online (Madalena Romeo)


O cantor e compositor paraense Meio-dia, atualmente radicado no Rio de Janeiro, onde é puxador da escola de samba Imperatriz Leopoldinense, lança hoje o projeto ?Samba para Todos?, que objetiva unir e fortalecer os sambistas paraenses. Durante dois meses, toda sexta-feira, um grupo de artistas locais vai se apresentar em algum ponto da cidade, com ingressos a preços populares. A estréia acontece no Paredão do Samba, a partir das 21 horas.

Meio-dia, que mora no Rio de Janeiro há oito anos, diz que ficou decepcionado ao retornar a Belém e perceber que o movimento dos sambistas está cada vez mais enfraquecido na cidade, por isso decidiu montar o projeto. ?O samba em Belém hoje está muito marginalizado, praticamente não existem mais casas de show e os sambistas estão quase todos desempregados?, revela.

Participarão desta estréia nomes como Carlinhos Sabiá, Fernando Gogó de Ouro, Mestre Cavalo, Ivan Chocolate, Negão Coutinho, Tony Melodia, Rally do Pagode, Daniel Preto, Pagode do Braga, Pirata do Carícia, Júnior Martins, entre outros. Meio-dia garante que já contactou com a maioria dos sambistas locais, mas ainda espera a confirmação de alguns outros para dar continuidade ao projeto. A idéia é, no futuro, produzir um CD apenas com cantores e compositores da terra. ?Quero ter cem por cento dos sambistas. Enquanto não tiver, não vamos fazer o disco?, garante.

O sambista, que começou tocando com o grupo Sovaco de Cobra, esteve esse ano à frente da Império do Povo, Escola do Grupo Especial do Amapá, onde foi destaque. Além de defender, Meio-dia também compôs o samba da agremiação, que trouxe o enredo ?Mulher, és um ser, no Carnaval da Império a homenageada é você?. A composição foi premiada como o melhor samba-enredo do Carnaval amapaense. ?Decidi aceitar passar o Carnaval no Amapá pelo desafio. Seria muito cômodo ficar lá no Rio e desfilar pela Imperatriz. Apesar de amar a Escola, resolvi ajudar o Carnaval a crescer ainda mais?, pondera.

Além do show hoje, Meio-dia apresenta-se amanhã, no Grêmio Literário Português e domingo, no Quarup.

SERVIÇO

Show ?Samba para Todos?, hoje, a partir das 21 horas, no ?Paredão do Samba?, localizada na passagem São Benedito, entre as avenidas Senador Lemos e Pedro Álvares Cabral. Ingressos a preços populares. Informações: 8805-4309.

2006-03-18
fonte : http://www.oliberal.com.br/


As justificativas dos jurados dos desfiles do Grupo Especial deixarão de ser conhecidas apenas pelos presidentes das agremiações e pelos responsáveis pelos segmentos das escolas. A partir do dia 22, os argumentos que os julgadores apresentaram à Liga Independente das Escolas de Samba para as notas que deram às agremiações estarão disponíveis no site da LIESA (www.liesa.com.br).

A medida, inédita no Carnaval carioca, foi decidida, na última quarta-feira, numa reunião, na Prefeitura, entre os representantes da Liga e o secretário de governo, João Pedro Figueiras.

A informação é da coluna Gente Boa, publicada na edição de hoje do jornal O Globo.

2006-03-17
fonte : www.tamborins.com.br


A Polícia Federal de Belém prendeu na madrugada desta terça-feira, no Pará, o filho do bicheiro e patrono da Imperatriz Leopoldinense, Luizinho Dummond. O bicheiro Luiz Antônio Drummond, filho de Luizinho Drummond, mantém negócios com jogos de azar em Belém e foi preso com uma pistola. O PM reformado Jânio Santana Ferreira, de 44 anos, estava com ele e tinha uma pistola 9 milímetros e um revólver. Os dois estão na sede da Polícia Federal em Belém.

2006-03-15
fonte : o dia online


Entre os próximos dias 13 e 31 estará acontecendo, em Campina Grande do Sul, a mostra de Carnaval de Ontem e Hoje. Estão expostas fotografias do Carnaval antigo de Curitiba e fantasias atuais, além de trajes usados nos desfiles deste ano pela escola Imperatriz Leopoldinense, do Rio de Janeiro, e Leões de Ouro, de Antonina. A mostra poderá ser visitada na Biblioteca Pública do município.

2006-03-11
fonte : http://agoraparana.uol.com.br


O nono lugar da Imperatriz Leopoldinense no carnaval 2006 é a pior colocação da escola em 19 anos. Em 1988, ela chegou em 14º lugar e quase foi rebaixada (uma alteração no regulamento permitiu que a agremiação permanecesse no Grupo Especial; no ano seguinte, foi campeã, com "Liberdade, liberdade, abre a asas sobre nós").

Também é o pior desempenho da verde-e-branco de Ramos desde que a carnavalesca Rosa Magalhães começou a trabalhar lá em 1992.

Tricampeã em 1999-2000-2001, a Imperatriz está fora do Desfile das Campeãs. Só as seis primeiras colocadas se exibirão no sábado.

A escola teve apenas cinco notas dez em 40 possíveis.

O único quesito com duas notas dez foi fantasia (na qual recebeu ainda um 9,9 e um 9,8). A escola recebeu um dez em bateria, outro em conjunto e o último em evolução.

Não receberam nenhuma nota dez: o enredo ("Um por todos e todos por um", sobre Anita e Garibaldi), o casal de mestre-sala e porta-bandeira, a harmonia, a comissão-de-frente, as alegorias e o samba-enredo da Imperatriz.

Até o início da década, a escola era conhecida pelo desfile "tecnicamente perfeito" e por uma chuva de notas dez que costumava receber.

2006-03-03
fonte : Globo Online


Um dos nomes por trás do desfile vencedor da Vila Isabel é Ricardo Fernandes.

Diretor de carnaval da azul-e-branco, Ricardo é um especialista no que chamam de "desfile técnico" e pode ser apelidado também de "desfile de resultados". Para os adeptos desse estilo de desfile, a apresentação deve ter os olhos fixados nos jurados. Para os críticos (e são muitos), as escolas deviam desfilar para o público.

Ricardo começou na Imperatriz Leopoldinense como integrante de ala, e logo foi trabalhar na harmonia da verde-e-branco. É, portanto, "filho" do estilo Imperatriz de desfilar: alas organizadas em filas, evolução linear. Ele mesmo diz que o que sabe de desfile aprendeu com Wagner Araujo, presidente da Imperatriz, e que modelou o tal do "desfile técnico".

Ricardo "saiu de casa" em 2004. Contratado pela Unidos da Tijuca, comandou o desfile vice-campeão, mas quem apareceu mesmo foi o carnavalesco Paulo Barros, com o inventivo carro do DNA.

Em 2005, Ricardo foi para a Porto da Pedra. A escola reeditou "Festa profana", da União da Ilha, e deu um sacode na Sapucaí, chegando em sétimo lugar (mas há quem diga que devia ter sido a sexta colocada, na frente da Mangueira).

No Desfile das Campeãs do ano passado, foi sondado pela Vila. A azul-e-branco levou Ricardo e também o carnavalesco da Porto da Pedra, Alexandre Louzada.

O estilo "desfile de resultados" está longe de ter unanimidade. A Imperatriz da segunda metade dos anos 90 e início desta década foi e ainda é acusada de frieza, de desfilar para jurados.

Ainda que a Vila de 2006 não lembre muito a Vila tradicional (as baianas, por exemplo, que desfilaram bem na frente da escola, evoluíram enfileiradas, e não soltas como antes), ela estava emplogada pela força de comunicação do samba-enredo "Soy loco por ti, América". Ninguém pode acusá-la de frieza. Mas, com certeza, é outra Vila. Uma Vila com cara de Imperatriz (e isso, dependendo do ponto-de-vista, não é necessariamente uma crítica). Afinal, o "desfile de resultado" de Ricardo Fernandes trouxe o resultado que escola queria: a vitória.



2006-03-02
fonte : Globo Online


Sem empolgar, mas tecnicamente perfeita. Assim foi mais uma vez o desfile da Imperatriz de Rosa Magalhães, terceira escola a desfilar, já na madrugada de hoje, no Sambódromo. A escola de Ramos levou para a avenida o enredo ?Um por todos e todos por um? para narrar a história, contada pelo escritor Alexandre Dumas, da passagem pela América do Sul de Giuseppe Garibaldi, italiano que lutou pela liberdade no Brasil. O desfile teve luxo, belezas e fantasias impecavelmente detalhadas.

O ator Murilo Rosa foi Garibaldi na avenida. Outros personagens dos livros de Dumas, como ?O Conde de Monte Cristo?, ?O homem da máscara de ferro? e ?Os três mosqueteiros? também foram apresentados.

Alguns destaques enfrentaram problemas: Verônica, porta-bandeira, desfilou reclamando das penas de sua fantasia. Como choveu pouco antes de a escola entrar, acabou pesando e algumas penas pareciam desbotadas. Luciana Gimenez, rainha da bateria, também parecia enfrentar dificuldades com a roupa: disse que o adereço da cabeça estava apertando demais, mas manteve o charme e recebeu aplausos de Maradona quando passou em frente ao camarote da Brahma.

A bateria de mestre Jorjão, um dos destaques, teve 20 ritmistas a mais e três coreografias em paradas alternadas.

Primeira escola a desfilar ontem no Grupo Especial, o Salgueiro fez todos os corações na Sapucaí baterem no mesmo ritmo ? o do mestre Marcão. Os ritmistas faziam paradinhas e imitavam os batimentos cardíacos, emocionando o público. O enredo científico levado pela vermelho-e-branco foi ?Microcosmos: o que os olhos não vêem o coração sente?, inspirado num documentário sobre a vida dos pequenos animais.

O Salgueiro entrou na avenida às 21h05m, com cinco minutos de atraso. Além da bateria, outro destaque foi a atriz Luana Piovani. Na guerra particular com a atriz Carol Castro, rainha da bateria, a loura levou a melhor e foi aplaudida.

No início do desfile, uma confusão quase tirou o brilho do Salgueiro. Em seu primeiro ano no Sambódromo depois das mortes do pai, Waldomiro Paes Garcia, o Miro, e do irmão, Waldemir Paes Garcia, o Maninho, o atual patrono da escola, Alcebíades Paes Garcia, o Bide, de 49 anos, impediu que os jornalistas chegassem perto dos 15 integrantes da comissão de frente, que se apresentaram como estivessem tecendo uma teia de aranha.

Três problemas podem custar pontos à escola: no abre-alas o filme que reproduzia cenas da vida não funcionou direito; em outro carro, alguns destaques desfilaram sem chapéus; e o último carro desacoplou.


2006-02-27
fonte : globo online


Imperatriz Leopoldinense ainda estava concentrada quando chovia. A madrinha da escola, a apresentadora Luciana Gimenez, parecia desapontada. A apresentadora está usando uma fantasia avaliada em R$ 60 mil, que leva cristais austríacos e plumas de faisão. Preocupados com a fantasia, integrantes da escola cobriram algumas partes, como a cabeça da apresentadora, para evitar que a chuva prejudicasse os adereços.

Luciana disse que quem está na chuva é para se molhar e que ia fazer o melhor possível durante o desfile. A Imperatriz vai trazer na sua comissão de frente 15 heróis românticos. Segundo o coreógrafo Fábio de Melo, que está comemorando 15 anos coreografando comissões de frente, todos os 15 integrantes são da comunidade, sendo que a grande maioria faz parte há 15 anos, desde a chegada de Melo. O mais baixo do grupo tem 1,84m. A comissão ensaiou por 6 meses.


2006-02-27
fonte : globo online


Pela primeira vez, a apresentadora de TV Luciana Gimenez decidiu mostrar o corpo na avenida. Rainha da bateria da Imperatriz Leopoldinense, ela usou um pequeno bíquini e exibiu seus 1,80m, distribuídos em 60 kg.

Em todos os outros anos que desfilou, Gimemez recorria a finas malhas pretas ou prateadas cobrindo todo o corpo, e jamais havia deixado a barriga à mostra.

Apesar de sumária, a fantasia da apresentadora, segundo a escola, custou R$ 60 mil e foi feita com cristais austríacos e plumas de faisão. Por causa da chuva, a roupa chegou a ser coberta antes do desfile. "Quem sai na chuva é para se molhar", disse Luciana.

A modelo, que está hospedada em uma suíte no Copacabana Palace, só ficou incomodada quando alguém questionou se ela sabia sambar. "Você está insinuando que eu não sei sambar?", perguntou.


2006-02-27
fonte : o dia


Em seu discurso antes do aquecimento da bateria o presidente da Imperatriz Leopoldinense, Wagner Araújo, falou duramente com seus diretores, pedindo que não atrapalhassem a escola.

- As pessoas pagaram muito caro para ver um show da Imperatriz, e não vocês passeando pela pista - disse ele.

A Imperatriz, terceira escola a desfilar neste domingo de carnaval, levantou o setor 1 das arquibancadas ao esquentar com o samba "Uma delirante confusão fabulística", de 2005, e iniciou seu desfile pouco depois da meia-noite.


2006-02-27
fonte : globo online


O casal de mestre-sala e porta-bandeira Verônica e Marcílio, da Imperatriz Leopoldinense, lamentou os problemas que as fantasias causaram à evolução da apresentação.

Depois de reclamar do peso do adorno para a cabeça, Verônica alegou que teve muita dificuldade para caminhar por causa da barra da saia que, além de estar acima do peso, dobrava enquanto ela andava. A porta-bandeira alega que tinha que chutar a barra da saia para caminhar, o que acabou atrapalhando a evolução, principalmente à frente da cabine dos jurados.

Já o mestre-sala enfrentou problemas entre os Setores 7 e 9, quando uma parte do resplendor da fantasia caiu. Foi quando a equipe de apoio que acompanhava a evolução de Marcílio decidiu retirar todo o resplendor. O mestre-sala, que já havia se apresentado com a fantasia completa para o primeiro e o segundo corpo de jurados, teve que se apresentar com a fantasia incompleta para o terceiro e quarto corpo de jurados.


2006-02-27
fonte : oglobo online


A terceira escola a entrar na avenida contou a história do italiano Giuseppe Garibaldi e suas aventuras pela América do Sul, nas palavras do escritor Alexandre Dumas. A Imperatriz aproveitou para colocar referências de outros personagens de Dumas, especialmente "Os Três Mosqueteiros".

O enredo "Um por Todos e Todos por Um" foi apresentado quase sem erros. Mas houve problemas com uma ou outra fantasia que caiu na avenida e com os espaços entre as alas, principalmente após o recuo da bateria.

Se a evolução da escola não foi tecnicamente perfeita, a apresentação da bateria foi eficaz. Estreante como rainha da bateria, Luciana Gimenez também tentou cativar o público. Mesmo sem mostrar muito samba no pé, a apresentadora cumprimentou diversas vezes a platéia e reverenciou os ritmistas.

Para mostrar a saga de Garibaldi, que foi expulso da Itália e veio para o Brasil, apaixonando-se por Anita, os integrantes usaram fantasias pesadas, com muito pano e grandes adereços que imitavam cavalos, bonecos, avestruzes e onças.

O predomínio do dourado trouxe luxo e luz ao desfile, que começou sóbrio com muito preto e rosa, e foi ficando multicolorido com verde, azul e laranja. Na comissão de frente, espadachins em cavalos de rodinhas fizeram alusão aos mosqueteiros.

As alegorias misturavam diversas referências, desde os nobres em bailes de máscara, até o povo dos vilarejos de Santa Catarina. Enquanto um carro trazia cavalos alados, outro trazia colunas douradas e um enorme coração e um terceiro mostrava bois que puxavam uma carroça com um barco dentro.

Para finalizar, a Revolução Farroupilha virou inspiração para alas com integrantes vestindo fantasias feitas de saco de estopa e carregando rifles.


2006-02-27
fonte : Nathália Ferreira : odia online


Sem chuva, mas com muito fogos, foi assim que a terceira escola da noite a desfilar, Imperatriz Leopoldinense, entrou no sambódromo carioca para defender o enredo "Um por todos e todos por um", sobre a história narrada pelo escritor Alexandre Dumas da passagem do italiano Giuseppe Garibaldi pelo Brasil.

A escola desfilou desfalcada de sua musa, a modelo e empresária Luiza Brunet, que foi substituída, a contragosto, pela apresentadora Luciana Gimenez. A ex de Mick Jagger irritou alguns integrantes da escola logo no início da apresentação. Ao contrário das outras madrinhas, Luciana juntou-se à bateria somente em frente ao primeiro recuo, a fim de evitar a imprensa. A apresentadora da Rede TV recebeu vaias da platéia.

Já o ator Murilo Rosa, que desfilou no carro abre-alas no papel do personagem principal do enredo, Giuseppe Garibaldi, empolgou os presentes desde a concentração. Ele respondeu com simpatia, jogando beijos e acenando para os fãs.

O ex-jogador argentino Diego Maradona, que acompanhava o desfile dos camarotes, levou à loucura os diretores de harmonia da Imperatriz, responsáveis pela cronometragem da apresentação da escola. Além de atrair dezenas de fotógrafos e cinegrafistas que queriam registrar sua presença, o jogador, simpático e sorridente, fez questão de cumprimentar todos os admiradores que se aproximavam da grade que cerca a Passarela do Samba. Com isso, as alas tinham dificuldades de desfilar e os diretores gritavam, desesperados, tentando desimpedir o caminho. Maradona assistiu a boa parte do desfile da Imperatriz ao lado do casal Marília Gabriela e Reynaldo Gianecchini.

O carnaval da Imperatriz Leopoldinense, organizada pela Carnavalesca que mais ganhou na Marquês de Sapucaí, Rosa Magalhães, com oito vitórias levou para a avenida mais de 4 mil componente, divididos em 32 alas e 7 carros alegóricos.


Detalhes do desfile
A comissão de frente da escola trouxe guerreiros com cavalos, que puderam caminhar pela avenida graças a armações com rodas na estrutura. Como uma segunda comissão de frente, a ala da Corte Francesa faz uma coreografia pela avenida.

Embora econômico em alegorias, o carro abre-alas da Imperatriz Leopoldinense criou um bonito efeito pelo uso das cores rosa e violeta e através de grandes lâmpadas, que reproduzem um lustre.

Tripés, alegorias menores do que carros, mostraram bonecos com cabeças grandes que remetem ao Carnaval de Nice, cidade natal de Garibaldi.

A bateria da Imperatriz, orquestrada pelo Mestre Jorjão pela primeira vez, deu um show a parte. Os 300 componentes realizaram paradinhas e se agacharam em frente ao Setor 7. O público aprovou e aplaudiu muito.

Na parte final do desfile, as alas com cores amarelo e laranja, inclusive das baianas, tomaram conta da avenida.

2006-02-27
fonte :


A Imperatriz Leopoldinense, terceira escola de samba de ontem, entrou no Sambódromo do Rio com chuva e saiu sob aplausos. A tempestade começou na hora da concentração, mas o presidente da agremiação, Vagner Araújo, estava tranqüilo: ?Chuva não nos prejudica, vamos vencer até debaixo d?água?.
A escola de Ramos e do Morro do Alemão contou a saga do herói ítalo-brasileiro Giuseppe Garibaldi, com o título de ?Um por todos e todos por um? porque se baseou na biografia escrita por Alexandre Dumas. A carnavalesca Rosa Magalhães armou carros com a corte francesa, batalhas de mosqueteiros, a passagem em que Garibaldi levou um navio pelas serras gaúchas e até alas com o exército de esfarrapados de Bento Gonçalves. Havia uma profusão de cores, geralmente sombrias, mas também muito dourado, a cor com que se vestiram e a velha guarda. A bateria de mestre Jorgão variou o ritmo, fez paradinhas e sacudiu as arquibancadas da entrada à saída.

2006-02-27
fonte : oglobo online


O ator Murilo Rosa provou que seu pé só ficou frio em Nova York e que trouxe sorte à Imperatriz Leopoldinense. Murilo deixou a Big Apple neste sábado, deixando para trás termômetros que marcavam 3 graus negativos para representar o herói Garibaldi em frente à comissão de frente da escola.

Segundo Murilo, a diferença foi enorme ao encontrar na Sapucaí uma temperatura de '150 graus':

- Adorei interpretar Garibaldi, pois admiro muito a história da Revolução Farroupilha.

2006-02-27
fonte : Globo Online


A bateria da Imperatriz Leopoldinense foi o grande destaque do desfile que terminou há pouco na Marquês de Sapucaí. Precisa, ousada, e acima de tudo muito bem cadenciada, a bateria conseguiu arrancar do público um pouco mais de entusiasmo durante o desfile da verde e branco da Leopoldina.

Passa finalmente, neste domingo, uma agremiação sem enfrentar problemas com suas alegorias. A escola também foi perfeita no tocante a técnica de desfile.

Quem também fez bonito foi o casal de mestre-sala e porta bandeira, Marcílio Pinto e Verônica Lima. Os substitutos de Maria Helena e Chiquinho, vestindo fantasias muito bonitas e leves, puderam evoluir tranquilamente para os jurados e fizeram muito boa apresentação.

O samba também foi um dos pontos que contou a favor. Mais cadênciado que nos ensaios que a escola realizou na Sapucaí, passou bem mas não conseguiu empolgar de forma grandiosa os componentes da escola e principalmente o público.

Plasticamente a verde e branco não trouxe nenhuma novidade. O estilo da carnavalesca, Rosa Magalhães, foi novamente visto na avenida, mas com menos requinte, se comparado com outros trabalhos da artista.


2006-02-25
fonte : tamborins.com.br


A Imperatriz Leopoldinense levará para a Sapucaí sete tripés com grande bonecos típicos do carnaval de Nice. Qual a relação do carnaval de Nice com a história de amor e lutas de Garibaldi e Anita, o tema da escola? Resposta: foi em Nice que Garibaldi nasceu.

Rosa Magalhães, a autora do enredo, criou todo um setor do desfile em cima das tradições carnavalescas da cidade.


2006-02-25
fonte : oglobo


Com fantasias quase que integralmente na cor verde, três alas da Imperatriz Leopoldinense reproduzirão na Sapucaí as pradarias do Sul, cenário da história de amor e lutas de Giuseppe e Anita Garibaldi.

Os figurinos são "Pradarias do Sul", "Campos verdejantes" e "Flores do Campo no Sul". Quando essas alas passarem pelo Sambódromo, na noite do próximo domingo, quem estiver nas arquibancadas e camarotes terá a impressão de ver do alto os vastos campos do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina.

Embora a história das lutas do casal tenha se passado nos dois estados, inicialmente o enredo se concentraria em Santa Catarina porque o governo daquele estado iria patrocinar o desfile - o que acabou não acontecendo.


2006-02-22
fonte :


Falta sangue nos hospitais do Rio. Neste período de carnaval, devido ao maior número de acidentes e ocorrências, a situação fica ainda mais grave. Para sensibilizar a população e atrair mais doadores, artistas são chamados para campanhas de divulgação e até escolas de samba dão uma forcinha. O objetivo é lembrar que doar sangue não dói e não faz mal à saúde. E, de quebra, ainda proporciona bem-estar, a sensação boa de ser solidário e ajudar quem precisa.

A situação mais crítica é a do Hospital Geral de Bonsucesso. Todos os tipos de sangue estão em falta, principalmente O+, O- e A+. O hospital, uma das referências em transplantes, faz cerca de 300 atendimentos de emergência por dia. Durante o carnaval, esse número salta. Para não interromper as cirurgias, o hospital precisa de 50 doadores por dia, mas tem recebido no máximo dez. Para mudar esse quadro até o início do carnaval, foi convidada a escola de samba Imperatriz Leopoldinense, que fará uma apresentação no pátio do hospital. Quem aparecer para doar sangue terá direito a uma justificativa da falta ou atraso para apresentar no trabalho.

No HemoRio, central que abastece 200 unidades de saúde, incluindo grandes emergências como as dos hospitais Souza Aguiar e Miguel Couto, o movimento já caiu. A central, que recebe por dia entre 350 e 400 doações, tem recebido apenas 300 a cada dia. No carnaval, a situação fica ainda pior, com apenas 20% do número de doações. Na contramão desses números vai a demanda por sangue: o aumento chega a ser de até 40%. O principal motivo é a maior quantidade de acidentes nas estradas. Para que não falte sangue, é preciso abastecer um estoque de 600 bolsas de sangue. Até a tarde desta segunda-feira, o estoque era de apenas 270.

- Se não aumentarmos o número de doadores para mantermos um estoque emergencial, poderá faltar sangue no carnaval. É necessário que a população tenha consciência e que faça da doação de sangue um ato contínuo. Além de ser um ato de solidariedade é também um ato de responsabilidade social - afirmou Kátia Motta, diretora geral do HemoRio.

O Hospital Geral de Nova Iguaçu já não tem conseguido cumprir sua meta de 50 bolsas coletadas por dia. E, com a proximidade do carnaval, as doações já caíram pela metade. Como não haverá coleta durante o carnaval, entre sexta e a Quarta-Feira de Cinzas, os doadores precisam se antecipar. No Instituto Nacional de Câncer, um drama parecido: as doações caíram pela metade. O dançarino Carlinhos de Jesus e a ex-globeleza Valéria Valença são os padrinhos da campanha "doar sangue no Inca é dez".

Para ser doador é preciso ter entre 18 e 65 anos, pesar mais de 50 quilos e estar bem de saúde. Não é preciso estar em jejum. O doador deve levar um documento oficial de identidade com foto.

2006-02-22
fonte : Globo online


Com fantasias quase que integralmente na cor verde, três alas da Imperatriz Leopoldinense reproduzirão na Sapucaí as pradarias do Sul, cenário da história de amor e lutas de Giuseppe e Anita Garibaldi.

Os figurinos são "Pradarias do Sul", "Campos verdejantes" e "Flores do Campo no Sul". Quando essas alas passarem pelo Sambódromo, na noite do próximo domingo, quem estiver nas arquibancadas e camarotes terá a impressão de ver do alto os vastos campos do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina.

Embora a história das lutas do casal tenha se passado nos dois estados, inicialmente o enredo se concentraria em Santa Catarina porque o governo daquele estado iria patrocinar o desfile - o que acabou não acontecendo.


2006-02-22
fonte : globo online


Acabou o suspense. Depois de ter recebido, há duas semanas, o convite para desfilar na Porto da Pedra, a carnavalesca Rosa Magalhães, da Imperatriz Leopoldinense, telefonou, neste domingo, para Cahe Rodrigues, confirmando que estará entre os destaques da alegoria ?Abram alas que lá vem elas?, que será a sétima a entrar na Marquês de Sapucaí na Segunda-Feira de Carnaval, no enredo ?Bendita és tu entre as mulheres do Brasil?.

Cahe estava otimista quanto à resposta positiva de Rosa.

- Desde que conversei com ela a respeito, lá na Praça de Alimentação da Cidade do Samba, senti que ela foi muito receptiva. Eu estava confiante de que ela aceitaria e será uma honra ter a Rosa, que é uma referência para a nova geração de carnavalescos, como uma das homenageadas no nosso desfile ? comemorou o jovem artista.

Estarão ao lado de Rosa Magalhães, na mesma alegoria, Tia Surica, representando a Portela; Célia Regina Domingues, ex-primeira dama da Mangueira; Neide Coimbra, ex-presidente do Império Serrano, e Sônia Capeta, da Beija-Flor de Nilópolis. À frente do carro virá a ex porta-bandeira Vilma Nascimento.


2006-02-20
fonte : www.tamborins.com.br


Após ter recebido, há duas semanas, o convite para desfilar na Porto da Pedra e pedido um tempo para pensar, a carnavalesca Rosa Magalhães, da Imperatriz Leopoldinense, confirmou, neste domingo, que estará entre os destaques da alegoria "Abram alas que lá vem elas", que será a sétima a entrar na Marquês de Sapucaí na Segunda-Feira de carnaval, no enredo "Bendita és tu entre as mulheres do Brasil", que a escola de São Gonçalo escolheu para homenagear as mulheres brasileiras.

Estarão ao lado de Rosa Magalhães, na mesma alegoria, Tia Surica, representando a Portela; Célia Regina Domingues, ex-primeira dama da Mangueira; Neide Coimbra, ex-presidente do Império Serrano, e Sônia Capeta, da Beija-Flor de Nilópolis. À frente do carro virá a ex-porta-bandeira Vilma Nascimento.


2006-02-20
fonte : Globo Online


Rio - A tática da Imperatriz de parar a escola no meio da Avenida, os ritmistas não tocarem, nem o intérprete Ronaldo Ilyê cantar, somente os componentes segurarem no gogó o samba, não deu certo, no ensaio técnico da escola na Sapucaí.

O samba ficou atravessado em diversas alas da agremiação. Enquanto uma parte cantava um verso, a outra já estava três versos na frente. Mesmo com a comunidade cantando forte os refrões, as partes inciais do samba e a segunda parte da composição deixavam os componentes embolados com o ritmo e a letra.

Logo na abertura do ensaio, uma enorme confusão se instalou no recuo da bateria. Tudo por causa da presença da apresentadora Luciana Gimenez, rainha de bateria. Fotógrafos, câmares e pessoas atrapalharam o início do ensaio.

A comissão de frente só começou sua apresentação, quase no setor cinco. Mesmo assim, os componentes deram um show com passos de mosqueteiros e na formação de estátuas. Após a comissão, a Imperatriz terá uma ala totalmente coreografada. De uma beleza singela, os componentes usavam máscaras de bailes, faziam movimentos de dança da corte e participavam de uma interação com um personagem.

A bateria de mestre Jorjão esteve perfeita. Com suas diversas paradinhas, os ritmistas de Ramos eram puro ritmo. O casal de mestre-sala e porta-bandeira, Marcílio e Verônica, fizeram um bom treino e parecem conscientes da responsabilidade de substituir o casal Maria Helena e Chiquinho, que foram demitidos.

Aliás, Maria Helena deu um show à frente da ala da baianas. Ela que sairá como destaque da ala, estava com sorriso no rosto e totalmente feliz por representar sua escola de coração na Avenida.


2006-02-18
fonte : www.odia.com.br


Está aberta a temporada das feijoadas com batucada. E com batucada de primeira, diga-se de passagem. Na Barra, hotéis e bares vão servir o prato que mais dá samba na folia carioca ao som de bambas da velha guarda e das baterias das escolas do Grupo Especial. Um exemplo? A casa de samba Bom Sujeito, no Largo da Barra. O espaço organiza uma feijoada neste sábado com a presença da cantora Beth Carvalho.

A sambista é a convidada especial dos músicos Nésio e Negão da Abolição, que comandam a festa com um repertório que inclui samba de raiz e partido alto. Também depois de amanhã acontece a primeira folia gastronômica do Hotel Windsor. Lá, a feijoada segue ao ritmo da bateria da Escola de Samba Imperatriz Leopoldinense.


2006-02-16
fonte : oglobo.com.br por : gtemer@oglobo.com.br


Luciana Gimenez disse que se sente desconfortável ao falar sobre Mick Jagger, pai de seu filho Lucas. Mas foi graças à afinidade entre os dois que a escola de samba carioca, Imperatriz Leopoldinense, será palco da 'esticada' que Jagger e seus companheiros farão após o show, que acontece na praia de Copacabana, no próximo sábado, dia 18.

A produtora Denise Cinelli, primeira-dama da Imperatriz, está organizando um camarote para mil convidados. Na lista, a comitiva dos Stones, os grupos Titãs e Afro-Reggae, além de amigos, formadores de opinião e patrocinadores.

Serão servidos comida japonesa, frutas, frios e sucos. Cerveja e uísque também estarão à disposição. O bairro de Ramos, onde se localiza a agremiação, nos arredores das favelas que formam o Complexo do Alemão, será tomado por seguranças. Os Stones serão escoltados por vários carros e até um helicóptero.

Na quadra, Mick e os outros integrantes serão recebidos com um show composto por 300 ritmistas, 30 passistas, baianas, destaques e o casal de mestre-sala e porta-bandeira.

2006-02-16
fonte : www.24horasnews.com.br


O Windsor Barra Hotel, a Imperatriz Leopoldinense e a Revista Caras promovem uma feijoada pré-carnavalesca neste sábado, a partir das 12h30, na Barra. O ingresso será uma camiseta convite que custa 85 Reais, incluindo a feijoada e as bebidas.

Puxadores, passistas, casais de mestre-sala e porta-bandeira e a bateria comandada por Mestre Jorjão animam o evento.

Maiores informações e reservas no hotel: Av. Sernambetiba, 2630, Barra da Tijuca, telefone (21) 2195-5000

2006-02-13
fonte : www.tamborins.com.br


A Imperatriz Leopoldinense, que não conseguiu realizar seu segundo ensaio técnico na Sapucaí por causa da chuva que parou o Rio de Janeiro na sexta-feira, pedirá à Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa) que marque uma nova data. Se o ensaio for autorizado, ele poderá acontecer na noite da próxima quinta-feira.

2006-02-13
fonte : papodesamba.com.br


Para quem ficará no Rio no carnaval, os bailes infantis e adultos não podem faltar no roteiro da folia. Não faltam opções na Barra e arredores.

No Riviera Country Club, a criançada terá diversão garantida nos dias 26 e 28, das 15h às 19h. Sócios têm entrada franca e os demais, acima de 5 anos, pagam R$ 12. Moradora de Botafogo, a jornalista Ana Maria Gonçalves diz que vale a pena sair da Zona Sul para levar os filhos Fábio, de 8 anos, e Gabriela, de 9, ao baile:

? É um bom programa. Não dá para ficar com as crianças em casa e aqui elas se divertem enquanto nós, pais, podemos descansar na piscina.

O Marapendi Racquet Center fará o seu baile infantil no dia 25, das 15h às 20h, com entrada franca.

A Casa de Cultura da Universidade Estácio de Sá promoverá o Gritinho de Carnaval de 25 a 28, sempre a partir das 17h. A entrada é franca para crianças e adultos pagam R$ 10. A programação inclui gincanas, chuva de bolas, concurso de fantasias, máscaras e muitas marchinhas.

No Hard Rock Cafe, a diversão é para todas as idades. Os bailes infantis acontecerão nos dias 25, 26 e 27, sempre das 16h às 20h. E os adultos, nos dias 23, animado pelo DJ Marlboro; e 28, quando haverá apresentação da bateria e dos passistas da Imperatriz Leopoldinense. Ainda no dia 28 haverá o sorteio de uma passagem para Las Vegas. Nos dois dias, o evento terá início às 22h. Preços sob consulta.


2006-02-12
fonte : oglobo


A Record adere ao reinado de Momo e lança seu primeiro programa carnavalesco neste domingo, 29/01, às 11h00. Apresentado por Andrezinho e Adriana Bombom (foto) e tendo como cenário o Bar Luiz do Sambódromo, Carnaval Record 2006 pretende revelar tudo o que acontece nos bastidores da folia carioca, mostrando o trabalho nos barracões e ensaios das escolas, além de divulgar agenda de blocos e outros eventos deste período pré-carnavalesco do Rio de Janeiro. No programa de estréia, as escolhidas foram a Beija-Flor de Nilópolis e a Imperatriz Leopoldinense.

Representando a escola de samba de Nilópolis,o presidente da escola, Farid Abrão David; do diretor de carnaval, Laíla; do mestre de bateria Paulinho;do primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira,Claudinho e Selminha Sorriso (foto); dos passistas Cássio e Netinha; da Rainha da Comunidade, Raíssa e, é claro,do intérprete Neguinho da Beija-Flor, que canta o samba-enredo "Poços de Caldas derrama sobre a Terra suas águas milagrosas: do caos Inicial à explosão da vida - Água, a nave-mãe da existência".

Já a verde-branca de Ramos contou com as presenças do presidente Wagner Tavares de Araújo; da carnavalesca Rosa Magalhães; do mestre de bateria Jorjão; do primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira Marcílio e Verônica. Ronaldo Yllê interpreta o samba "Um por todos e todos por um".


2006-01-26
fonte : odia online


Adriane Galisteu e Luciana Gimenez gravaram vinhetas na Globo, no Rio, das escolas de samba Rocinha e Imperatriz Leopoldinense, das quais são rainhas da bateria, respectivamente. As vinhetas das escolas estão sendo exibidas, mas até agora a Globo não colocou a loira nem a morena no ar...

"Prova de Amor" ganha de "Jornal Nacional" no Rio, diz Record

De acordo com dados consolidados do Ibope, divulgados ontem pela Record, "Prova de Amor" ganhou do "Jornal Nacional" no Rio de Janeiro durante 17 minutos consecutivos (das 20h15 às 20h31), na última quinta-feira. Neste horário, a novela da Record ficou com média de 22 pontos contra 20 do telejornal da Globo. A Globo não comentou o assunto. "Prova de Amor", que já foi esticada e acabaria em 12 de junho, ficará mais um mês no ar.
Em Campinas...

...continuam dizendo que Sandy ficará noiva do namorado Lucas Lima neste sábado, dia do aniversário dela.
De última hora

Com a crise de elenco da Globo, Paulo Betti foi chamado às pressas para substituir Osmar Prado no papel de José Maria Alkmin, amigo de Juscelino Kubitschek, em "JK". Osmar Prado foi tirado da minissérie para fazer a novela "Sinhá Moça".
Mais velhos

A terceira fase de "JK" entra no ar nesta quinta, na Globo. José Wilker e Marília Pêra aparecerão como o casal Juscelino e Sarah Kubitschek.
Talk show
O "Dois a Um", de Mônica Waldvogel, vai ao ar neste domingo pela última vez no SBT. Há negociações para o programa ser transferido para outro canal. A diretora Regina Echeverria diz que o motivo de o contrato ter sido rescindido com o SBT não foi baixa audiência. O programa é segundo lugar no Ibope.
Na Justiça
O SBT, Ratinho e o diretor Américo Ribeiro foram condenados a pagar indenização no valor de 500 salários mínimos (R$ 150 mil) ao pastor David de Oliveira Miranda, filho do fundador da Igreja Pentecostal Deus é Amor. O motivo foi uma entrevista que Ratinho exibiu em seu programa com a ex-mulher de David. O SBT diz que vai recorrer da decisão.

2006-01-24
fonte : http://www.grandefm.com.br


A Liga Independente das Escolas de Samba apresentou na noite desta segunda-feira, em sua sede, os 40 julgadores que terão a missão de escolher a Escola de Samba campeã dos desfiles do Grupo Especial do Carnaval 2006. Em relação ao corpo de julgadores de 2005 ocorreram quatro alterações. São os seguintes os julgadores:

BATERIA
Cláudio Luiz Matheus
Geraldo Vespar
Jorge Simas
Luiz Carlos Reis

SAMBA-ENREDO
Eri Galvão
Marcelo Rodrigues
Marta Macedo
Ruy Maurity

HARMONIA
Benvindo Siqueira
Célia Souto
José Roberto Brandão
Nilton Rodrigues

EVOLUÇÃO
Carlos Pousa
Luiz Eduardo Resende
Regina Lima
Salete Lisboa

ENREDO
Clécio Quesado
Liana Barcellos
Luiz Antônio Araújo
Orpheu de Sousa

CONJUNTO
Daisy Guimarães
Jayme Darriba
Lula Vieira
Wilson Martinez

ALEGORIAS E ADEREÇOS
Cris Moura
Helenise Guimarães
Luis Carlos Correa
Sergio Martinolli

FANTASIA
Drika Lucena
Irene Orazen
Regina Oliva
Ricardo Cavalcanti

COMISSÃO DE FRENTE
Anibal La Valle
João Wlamir
Maria Luiza Noronha
Raphael David

MESTRE-SALA E PORTA-BANDEIRA
Beatriz Badejo
Ilclemar Nunes
Mirene Silva Militão
Tito Canha

Nas próximas segundas-feiras (dias 30 de janeiro, 6 e 13 de fevereiro) serão realizadas palestras, de acordo com os quesitos, na sede da entidade.


2006-01-23
fonte : odia online


A justificativa dada pela direção da Unidos da Viradouro à prefeitura de Niterói para pedir a transferência dos ensaios dominicais do Centro para a orla de São Francisco ? de que a escola enfrentava problemas técnicos na Avenida Amaral Peixoto ? soou com estranheza entre sambistas.

? Não tem lugar melhor do que a Amaral Peixoto para fazer os ensaios técnicos. Ela tem a dimensão da Marquês de Sapucaí, tem as ruas transversais para os recuos de bateria e os prédios ainda funcionam como as arquibancadas. Além disso, o retorno do som é muito bom. Já a praia, foge desse padrão ? avalia Mestre Jorjão, que comanda os ritmistas da Imperatriz Leopoldinense e que atuou na Viradouro em 1996, 1997 (quando lançou a batida funk) e 1998.

Já Mestre Átila, da Império Serrano, diz que o ensaio à beira-mar pode ser bom somente para que a bateria possa ter uma noção de como é o desfile nos 250 metros finais da Marquês de Sapucaí, trecho mais aberto e que atrapalha o retorno do som. Ele garante ainda que a Amaral Peixoto não prejudica de forma alguma os ensaios técnicos.

Na edição passada, O GLOBO-Niterói revelou que a troca de endereço foi motivada por ameaças de bandidos do Morro do Estado, que no ano passado chegaram a jogar morteiros em direção às alas durante ensaios no Centro.

Fontes da prefeitura e da própria escola confirmam que o pedido de transferência foi por causa da segurança. O diretor de harmonia, Vanderlei Borges Ramos, e o carnavalesco Milton Cunha também admitiram a preocupação da diretoria com a segurança dos componentes.

O promotor Luciano Mattos, titular da promotoria de Meio Ambiente e Urbanismo do Ministério Público, instaurou procedimento preparatório de inquérito para avaliar os transtornos relatados pela Associação de Moradores de São Francisco com a transferência do ensaio da Unidos da Viradouro para o bairro, como os engarrafamentos.

Na quarta-feira, Luciano Mattos enviou ofício aos órgãos públicos envolvidos na organização do evento e notificou a diretoria da Unidos da Viradouro para que tome conhecimento das reclamações dos moradores e se manifeste.

? É uma medida de precaução. Vamos monitorar os ensaios daqui para frente e tomar as providências, se necessárias ? considera o promotor.

2006-01-22
fonte : O Globo Online


No último ensaio técnico da Imperatriz Leopoldinense na Passarela do Samba, uma componente se destacava na Ala das Baianas. Era Maria Helena, afastada do posto de porta-bandeira da verde-e-branco depois de mais de duas décadas, que foi aplaudida pelo público e, em alguns momentos, dançou como se ainda estivesse com o pavilhão.

2006-01-22
fonte : O globo online


A atriz carioca Joana Balaguer, de 21 anos, do elenco de ?Malhação?, da TV Globo, será a Anita Garibaldi do enredo da Imperatriz Leopoldinense para o Carnaval 2006. O convite, feito pela diretoria da escola nesta quarta-feira, foi prontamente aceito por Joana.

Carioca nascida no Jardim Botânico, a atriz, que nunca desfilou numa escola de samba , falou ao TUDO DE SAMBA sobre a novidade.

- Eu fui pega de surpresa. Acabei de receber o convite e aceitei. Tenho certeza que vai ser emocionante, porque muita gente sempre me disse que, em termos de Carnaval, todo mundo deve experimentar duas emoções: ir para a Bahia ou desfilar na Sapucaí. Como já tinha assistido os desfiles duas vezes, de camarote, estava planejando, ir para Salvador esse ano. Mas, com esse convite da Imperatriz, ainda não vai ser dessa vez.

Joana não sabe ainda muitos detalhes sobre sua participação no enredo ?Um por todos, todos por um...?, da carnavalesca Rosa Magalhães, que, inicialmente, tinha pensado em Ana Paula Arósio para representar a heroína.

- Ainda não sei de nada. A única certeza que eu tenho é que vou vir bem fantasiada, o que foi fundamental pra aceitar o convite. Se fosse um figurino muito à vontade, eu não ia desfilar porque não me sentiria bem ? afirmou a atriz, que, coincidentemente, há poucos dias, trocou o louro dos cabelos por castanho escuro.

Para dar vida ao Giuseppe Garibaldi, o escolhido por Rosa Magalhães foi o ator Murilo Rosa.

2006-01-18
fonte : www.tamborins.com.br


Com número bem maior de componentes que nos ensaios técnicos do ano passado, a Imperatriz Leopoldinense mostrou, na sexta-feira, 13 de janeiro, que está empenhada para continuar ocupando os primeiros lugares quando forem apuradas as notas dos jurados do Carnaval de 2006.

O samba-enredo, apesar de muito bonito, não rendeu tanto quanto poderia. Parte pela interpretação sem brilho de Ronaldo Ilê e também porque um número expressivo de componentes se limitou a cantar apenas os refrões do samba, falha constatada principalmente entre os desfilantes das alas comerciais. A diretoria da verde-e-branco, assim como fez no ano passado, quando a escola estava toda na pista, interrompeu, por alguns minutos, a interpretação de Ronaldo Ilê, também mandando parar a bateria, para testar o canto. O resultado obtido ainda não é o desejado pelo presidente e diretor de carnaval Wagner Araújo.

- Na verdade este ensaio não é a melhor referência. Entregamos as camisas aos presidentes de ala e não temos como controlar a distribuição, sabemos que muitos dos que estão aqui hoje não vão desfilar na escola - explicou o presidente, que acredita poder corrigir as falhas no canto.

- Antes o problema era ainda maior. Tinhamos escolhido um andamento mais acelerado e em determinadas partes do samba ele não era cantado pelo componentes em nossos ensaios na quadra. Optamos pela diminuição no andamento e estamos gradualmente obtendo o resultado que esperamos - concluiu Wagner.

A bateria, sob o comando de Mestre Jorjão, esteve bem, mas, em alguns momentos, demonstrou falta de precisão, principalmente na execução de algumas das paradinhas preparadas pelo veterano diretor. Muito próximo ao fim da pista de desfile, bem em frente ao último módulos de jurados, o grupo passou por seu pior momento. Alguns surdos de marcação atravessaram alguns compassos, mas o grupo de auxiliares de Jorjão agiu prontamente.

- O problema que tivemos foi com dois surdos de terceira. É apenas uma questão de mais ensaios. Para o primeiro ensaio, estou muito satisfeito, foi excelente - concluiu, otimista, o diretor que tem, neste Carnaval, um dos maiores desafios de sua carreira: substituir Mestre Beto, cria de Ramos e que esteve por 17 anos no comando da bateria da Imperatriz.

A passagem da escola pela Passarela do Samba também marcou a estréia, no palco oficial dos desfiles, do casal de mestre-sala e porta-bandeira Marcílio e Verônica. Mas quem recebeu o carinho do público foi a veterana Maria Helena, que durante muitos anos conduziu o pavilhão da escola e que foi afastada pela ausência de notas máximas nos últimos anos. À frente da ala das baianas e com Chiquinho do lado, Maria Helena, que em 2006 vai brilhar no Grupo de Acesso A pela Alegria da Zona Sul, foi aplaudida em todos os setores da Avenida.

O ator Murilo Rosa, que será o Garibaldi no enredo ?Um por todos, todos por um...?, da carnavalesca Rosa Magalhães, também participou do ensaio.

2006-01-15
fonte : www.tamborins.com.br ( Henrique Matos / Elisa Fernandes / Alfredo Oliveira )


A Imperatriz Leopoldinense fez na noite desta sexta-feira seu primeiro ensaio técnico na Avenida Marquês de Sapucaí. Embora os componentes estivessem alegres, o ensaio não foi vibrante. O que faltou?

Era visível a dificuldade de parte da escola com o canto de dois trechos do samba: "Pelo mundo navegou / Nas batalhas que travou / Liberdade foi seu ideal ", na primeira parte, e "Amada, valente, guerreira / Com ele, na paz e na dor", na segunda parte. Mesmo com a bateria bem cadenciada, nada acelerada, parte dos componentes não conseguia cantar esses versos. Era como se as palavras fossem se embolar.

Na gravação do CD, muito mais lenta, funciona: as palavras são ouvidas com clareza. Na noite desta sexta, na Sapucaí, não funcionou muito, não. E, como dito antes, a bateria nem estava num ritmo "furioso". Não mesmo. Ela manteve uma cadência elegante e deliciosa todo o tempo.

A escola tratou o ensaio como ensaio de canto, de harmonia, de verdade. No meio dele, a bateria parou para que todos os componentes pudessem ser ouvidos e ouvissem uns aos outros. Era a hora do "um por todos e todos por um". A Imperatriz parece saber que precisa trabalhar aí, que é preciso acertar algo.

Agora de mestre Jorjão, a bateria experimentou diversas paradinhas em torno do segundo refrão. No final, embora muito aplaudido e cumprimentado, Jorjão parecia querer mais. Querer mais da bateria e de si mesmo. Foi muito diferente da Imperatriz que costumávamos ouvir. Ficou mais encorpada, e variada. Mas talvez a própria Imperatriz e mestre Jorjão ainda estejam se acostumando à mudança.

O ensaio marcou ainda a estréia na pista, como primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira, de Marcílio e Verônica, que dançaram com alegria e emocionados.

2006-01-14
fonte : Globo Online


O carnaval está chegando, e a Marquês de Sapucaí é principal referência para os sambistas curtirem os preparativos das escolas do Grupo Especial. No ensaio técnico da Imperatriz realizado nesta sexta-feira, o Sambódromo recebeu um público de 15 mil pessoas. Quem deu um show à parte foi a bateria de mestre Jorjão, que fez sua estréia na avenida como diretor da verde e branco. O mestre arriscou sete paradinhas - o maior número de convenções de uma escola do Grupo Especial, e manteve um ritmo gostoso e que conseguiu empolgar a arquibancada. A sensação de quem estava na pista, era que a bateria de mestre Jorjão desfilava levemente pelo Sambódromo.

A escola de Ramos não contou com a presença da rainha de bateria, a apresentadora Luciana Gimenez, que está em Londres. Quem apareceu foi o ator Murilo Rosa, que viverá o papel de Garibaldi, no desfile que tem como enredo o tema Um por todos e todos por um. "Tentei arriscar uns passos de samba, mas não entendo muito do riscado", brincou o ator.

A Imperatriz levou mais de 1,5 mil pessoas para o ensaio técnico. Apesar da presença da comunidade, a escola não conseguiu ter uma boa evolução no canto. A maioria dos componentes ainda não sabia cantar o samba para 2006.

A direção de harmonia, mais uma vez, organizou as alas e realizou o desfile tecnicamente perfeito. Não houve buracos e a direção da escola tomou a tradicional decisão de parar o andamento do ensaio no meio da Sapucaí para deixar os componentes soltos.

A comissão de frente foi uma atração para o público. Na abertura do ensaio, eles fizeram a coreografia do desfile de 2005, com o ballet do patinho feio. No meio do ensaio, os integrantes esboçaram alguns passos de mosqueteiros e estátuas. A beleza plástica dos movimentos, arracou aplausos da arquibancada.

"Estamos ensaiando dentro do barracão com os objetos que vamos usar no desfile. Nunca fizemos isso. Será uma verdadeira surpresa", contou o coreógrafo Fábio Mello.

O casal de mestre-sala e porta-bandeira - Marcílio e Verônica - fez a estréia na Avenida. Os dois se mostraram bastante seguros e jogaram para o lado, os possíveis torcedores pessimistas da Imperatriz, que se queixam da demissão de Chiquinho e Maria Helena. Aliás, os dois estavam no desfile. Eles cantaram, sambaram e vibraram com o ensaio da Imperatriz. Maria Helena desfilou junto com as baianas da Imperatriz.



2006-01-14
fonte : http://www.grandefm.com.b


A 45 dias do carnaval, martelos, soldas e serrotes marcam o ritmo da Cidade do Samba - para onde foram transferidos os barracões das escolas do Grupo Especial. A fábrica do carnaval está em plena atividade. Quem caminha por ali já pode vislumbrar esculturas e estruturas inteiras de carros alegóricos. Se algum portão estiver aberto, é possível vê-los - alguns com a decoração já praticamente pronta.

No fim da tarde da terça-feira, um dos carros da Grande Rio estava fora do galpão da escola. Parado na pista que contorna a enorme praça que domina a Cidade do Samba, ficou exposto à admiração. Na frente, duas enormes esculturas de índios (o enredo da Grande Rio, de Roberto Szaniecki, chama-se "Amazonas, o Eldorado é aqui"). Nas laterais, há duas outras esculturas, menores, parecendo representar anjos-índios, com asas coloridas (como as de araras?). No centro, uma escultura incompleta - sem a cabeça, mas com as mãos unidas em forma de oração - deverá representar um missionário.

O portão do galpão da Viradouro também estava aberto. Ele revelava a quem passava a alegoria que deverá representar o art déco brasileiro, com seus traços decorativos inspirados na arte marajoara. A base do carro é toda trabalhada como um mosaico geométrico de influência indígena. O carro tem ainda, bem na frente, três esculturas de índios, verdadeiras estátuas de bronze. Por trás dessa alegoria (ou será na sua parte de trás?), viam-se os barracos que formarão a favela citada no samba-enredo da escola: "Favela, oh, favela / O teu passado me faz lembrar / Dos tempos em que a noite estrelada / Salpiacava a morada"). Mas o que mais chamava atenção, e podia ser visto mesmo com os portões fechados, é a alegoria que reproduzirá o Palácio da Ilha Fiscal, palco do último baile do Império. A reprodução é extremamente realista (em escala reduzida, claro), lembrando um cenário. Isso pode ser explicado pelo fato de um dos carnavalescos, Mario Monteiro, ser responsável pela cidade cenográfica da TV Globo. Ele é um dos autores do enredo sobre arquitetura brasileira, ao lado de Kaká Monteiro e Milton Cunha.

Portela parece atrasada

De fora, dá para perceber que algumas escolas estão mais atrasadas - como a Portela - e outras muito adiantadas, com carros parecendo praticamente prontos - como a Beija-Flor. Claro que é só uma impressão de quem vê de fora, mas em boa parte deve ser isso mesmo. Na Portela, as estruturas - aquelas à vista - ainda estão na madeira; aparentemente, nenhum carro está perto de ser concluído. Na Beija-Flor, há alegorias quase totalmente decoradas - ou estão prontas para a avenida ou falta pouco para isso.

No Salgueiro, o "Microcosmos" já toma forma. Um carro, que tem um coração bem no meio, ao que parece entrou na fase de pintura. Outros já revelam em suas formas as idéias dos carnavalescos Renato Lage e Márcia Lávia: o que surpreende mais seria um cemitério, com as lápides na parte do alto da carro; na frente, vê-se a escultura de um esqueleto. A parte de baixo do carro parece aberta, vazada. O que será que o Salgueiro botará ali, como se fosse debaixo da terra?

Mais para o meio do galpão do Salgueiro chama a atenção um grande gafanhoto vermelho, brilhante, que pode ser o elemento principal de um carro. Do lado, outra alegoria está sendo construída. Ela tem toda a sua estrutura coberta por algo que lembra corais ou algas marinhas - além de conchas abertas. O enredo da escola falará de coisas pequenas, microscópicas e até invisíveis, que mesmo quando não vemos, sentimos.

Bicicletas na Tijuca, sol na Beija-Flor?

Algumas escolas taparam a parte gradeada dos portões com plásticos, telas ou compensado, como a Beija-Flor, a Rocinha, a Tijuca e a Vila Isabel. Mas alguns detalhes sempre aparecem porque os carros alegóricos são muito grandes (pelo que deu para ver, só a Imperatriz aposta em carros menores, como já virou tradição no trabalho da carnavalesca Rosa Magalhães). O que dá para ver acende a imaginação de quem passa pela Cidade do Samba: o que seriam aquelas bicicletas no alto de um carro da Tijuca (escola que terá como enredo a música)? Aquela grande escultura em forma de estrela, nas cores amarelo e vermelho, no barracão da Beija-Flor, representará o sol? E seriam de monstros ou plantas carnívoras aquelas formas verdes, retorcidas, terminando em pontas que lembram garras vermelhas? Medo!

Dois galpões estão bem coloridos, vendo assim de fora: o da Mangueira, que tem o Rio São Francisco e a transposição como enredo, e o do Império, que cantará as festas religiosas brasileiras. Nos dois se destacam esculturas inspiradas no artesanato e na cultura popular, com suas cores fortes e seus traços simples - como os desses bonecos comprados nas feiras do Nordeste. Num dos carro do Império já com decoração, vê-se o bumba-meu-boi.

Na Imperatriz, de fora dá para admirar o que deve ser um castelo, palácio ou construção semelhante, totalmente dourado. Parece terminado. Uma coroa imperial - não muito grande para os padrões atuais do desfile - também aparece. Ela está colocada no centro de um outro carro alegórico - este, ainda incompleto. Um que parece pronto é o que evoca uma das façanhas de Giuseppe Garibaldi, personagem principal do enredo: bois puxando uma grande carroça sobre a qual repousa um barco. Isso aconteceu de verdade. Os bois levaram dois barcos, por terra, até o lago Tramandaí.

A Cidade do Samba ainda não está totalmente pronta. Os galpões das escolas não têm linhas telefônicas. O calçamento ainda está sendo colocado em alguns dos acessos. Mas ela já pulsa em ritmo de desfile.

2006-01-12
fonte : O Globo Online


A São Clemente recebe os principais segmentos da Imperatriz Leopoldinense no ensaio desta sexta-feira, 13, a partir das 22h. Vale lembrar que durante o ensaio técnico da verde-e-branca de Ramos que será realizado amanhã no Sambódromo, a partir das 21h, serão distribuídos mil convites para o ensaio da São Clemente. Outra boa notícia é que os foliões que estiverem vestidos com a camisa da Iimperatriz não pagarão ingresso.
A diretoria da São Clemente intensifica a agenda da agremiação que terá ainda no mês de janeiros outros eventos. Confira:
18/01, às 20h - festa da bateria;
20/01, às 23h - Noite dos intérpretes;
27/01, às 23h - Noite das Musas e Rainhas de Bateria.

2006-01-12
fonte : www.papodesamba.com.br


A Globo faz o que pode para evitar que celebridades dos canais concorrentes apareçam em sua tela. Costuma dar um tempo bem grande após a aparição em outro canal para depois recrutar o artista. Foi o caso de Bárbara Paz, que recentemente apareceu na tela da emissora carioca.

Quatro anos após vencer o reality show "Casa dos Artistas", ela fez uma participação no humorístico "A Diarista". Em breve, outros famosos das redes concorrentes invadirão o canal líder desfilando nas vinhetas de carnaval da Globo.

E por falar em carnaval, quem não se lembra de Silvio Santos no ar, por mais de uma hora, na telinha da Globo no desfile de 2001? E, neste início de janeiro já começaram as novas "invasões".

Luciana Gimenez vai saborear, em breve, seu momento "primeiro lugar de audiência". Neste início de ja-neiro, ela começará a aparecer no horário nobre da Globo representando a Imperatriz Leopoldinense nas vinhetas de carnaval da emissora.

A apresentadora do "Su-perpop" da RedeTV! foi ao Projac gravar sua participação no começo de novembro. Deu até uma de turista na cidade cenográfica da Globo, tirando fotos perto da estátua de Roberto Marinho e com os artistas da casa. Ficou encantada com o tamanho da estrutura da emissora carioca. Mas Luciana já está acostumada a aparecer em outros canais, sempre com o aval do namorado-chefe Marcelo de Carvalho. No mês passado, ela foi escalada para ser uma das apresentadoras do "Teleton 2005" no SBT.

Adriane Galisteu vai finalmente poder dizer que já apareceu em praticamente todas as emissoras durante sua carreira. Depois de virar modelo famosa por ser a última namorada de Ayrton Senna, ela conquistou um programa na Gazeta, passou para a MTV, estreou o "Superpop" na RedeTV!, chegou na Record, e finalmente desembarcou na vice-liderança do SBT onde apresenta o "Charme".

Também vai aparecer na telinha da Globo na vinheta de carnaval da escola de samba carioca Rocinha, na qual desfila em 2006. Ga-listeu será rainha da bateria da escola.

Ela foi uma das representantes escolhidas para as vinhetas que a Globo está apresentando pela primeira vez em 2006. A emissora carioca não gostou da invasão concorrente, mas não teve como evitar.


2006-01-11
fonte : http://www.diariodemarilia.com.br


As mudanças nas baterias são um sinal de que a tradição pode ser alterada sem, necessariamente, comprometer o desfile. Lar de tantos bambas, a Portela terá a bateria comandada por um mestre de apenas 26 anos. Nilo Sérgio Santana de Oliveira é chamado de Mestre Nilo desde novembro e não se sente pressionado. Afinal, são 16 anos na quadra da escola e na bateria, que já teve o lendário Marçal no comando. O filho deste, Marçalzinho, foi o último mestre e quem indicou Nilo para o posto.

? Foi uma surpresa muito boa, porque o sonho de todo ritmista é chegar a mestre de bateria. Mas nunca pensei que fosse acontecer tão cedo ? confessa Nilo, que já tocou agogô, caixa e surdo e que, desde 2003, era diretor de bateria na escola.

?Farei apenas uma bossa?, diz o novo mestre da Portela

Apesar do aparente poder, o novo mestre de bateria vai respeitar os modelos da azul-e-branco de Madureira:

? Não dá para mudar a cara da bateria da Portela. Não conseguiria e nem quero. Farei apenas uma bossa, que deve se repetir três vezes, nada mais. No futuro, se eu continuar, pretendo bolar novidades, envolvendo principalmente a marcação, que é o forte da escola.

Manter a cara da escola não significa abrir mão de toques pessoais. Nilo garante que já fez pequenas mudanças em alguns instrumentos. Tudo para competir de igual para igual com os mestres veteranos, muitos deles seus ídolos.

Mestre Loro é um desses veteranos que comandarão as tropas de ritmistas na Sapucaí. No caso de sua bateria, a da Caprichosos de Pilares, serão 250 pessoas. Entre elas, 20 índios que vão tocar um instrumento característico do Espírito Santo, enredo da escola: a casaca.

? É um instrumento de madeira muito parecido com o nosso reco-reco tanto no formato quanto no som ? explica Mestre Loro.

No início, a reação foi de espanto e desconfiança, mas com o passar do tempo todos se acostumaram com a idéia de ter índios na bateria tocando casaca. Recém-chegados ao Rio, os novos integrantes da bateria de Loro participam hoje do primeiro ensaio técnico da Caprichosos no Sambódromo.

? Hoje em dia a ousadia conta muito no resultado. Além das paradinhas e da casacas, faremos também uma dança indígena ? afirma Loro, que defendeu o Salgueiro por mais de duas décadas.

A Imperatriz Leopoldinense terá o reforço de 20 ritmistas, desfilando com um total de 300 pessoas na bateria. Mestre Jorjão guarda os detalhes para a avenida, mas adianta: serão sete novidades, incluindo três coreografias em paradas alternadas.

? A bateria vem mais cadenciada e com paradas novas ? conta.

Mestre Átila, do Império Serrano, avisa: a formação dos ritmistas vai causar impacto este ano, em que o enredo fala de religião.

? Vamos desfilar com nova formação. Será uma surpresa agradável para pessoas religiosas ? conta Átila, que também incorporou um instrumento típico do Nordeste na bateria, mas guarda segredo.

2006-01-08
fonte : O Globo Online


Zé Luiz do Império não gosta da expressão 'samba de raiz'. Para ele, o samba é um só e, preferentemente, de boa qualidade. Zé Luiz é um dos três sambistas cariocas que se apresentam hoje e amanhã no Sesc Pompéia para lançar o primeiro disco solo da carreira. Junto a ele, estão Jurandir da Mangueira e Luís Grande, todos integrantes de uma das mais tradicionais rodas de samba do Rio, o Candongueiro.

O lançamento de um CD solo para cada sambista só foi possível graças ao Programa Petrobrás Cultural, no ano passado. A escolha do projeto idealizado por Ilton Mendes, mais conhecido como Ilton do Candongueiro, criador da roda de samba há 15 anos, deve-se ao fato de serem músicas que preservem a memória, além de registrar uma manifestação musical que está fora do circuito comercial do mercado.

Identidade cultural

"O samba é a nossa identidade cultural. Não tem como não se identificar, a gente não consegue fazer nada que não tenha samba no meio", afirma Ilton do Candongueiro. E para ele é inconcebível nascer no Rio de Janeiro e não gostar de samba. "Carioca que não gosta de samba só pode ser maluco", diz, aos risos.

Zé Luiz do Império, Luís Grande e Jurandir da Mangueira têm suas histórias enlaçadas com o samba há diversos carnavais. Por ter integrado a ala dos compositores do Império Serrano durante anos, Zé Luiz fez do nome da escola o seu sobrenome. Atualmente, o compositor e também funcionário aposentado da Embratel é presidente da Velha Guarda da escola e já teve sambas gravados por Alcione e Fundo de Quintal. O ex-motorista de táxi Luís Grande foi compositor durante anos da escola de samba Imperatriz Leopoldinense.

Teve a sua música Maria Rita gravada por João Nogueira e Comunidade Carente, por Zeca Pagodinho. Desde 2003, Luís Grande integra o Trio Calafrio, formado por Barbeirinho do Jacarezinho e Marquinhos Diniz. Jurandir da Mangueira hoje ocupa o lugar na escola do coração que já foi de Cartola, Nelson Cavaquinho e Carlos Cachaça.

"Os 'cobras', aqueles sambistas mais maduros do samba, não deixavam gente muito nova participar das rodas de samba", conta, gargalhando, o compositor dos sambas-enredo vencedores da Mangueira, Yes, Nós Temos Braguinha e Cem Anos de Liberdade. "Hoje quero mais é deixar a juventude se aproximar porque o samba não pode morrer."

Jovens

Jovens estão aderindo cada vez mais a rodas de samba, tanto em São Paulo quanto no Rio de Janeiro, constatam os sambistas. Os 'entendidos' incomodam-se com o que eles chamam de modismo do gênero. "As pessoas que sempre gostaram de samba querem exclusividade. Eu quero mais é que o Candongueiro fique lotado de jovens", diz Ilton. A média de idade dos freqüentadores da roda de samba hoje é de 22 anos. "É essa nova geração que vai dar continuidade ao samba e que se deram conta, de uns três anos para cá, que o pagode acabou."

A expressão pagode, na realidade, foi desvirtuada. Até os anos 1970, uma festa "com comida e bebida, de caráter íntimo", na definição acadêmica do folclorista Câmara Cascudo, era chamada de pagode. E como em qualquer festa boa não pode faltar músicas alegres - aí, então, entra o samba. Os pagodes eram a melhor opção para reunir sambistas que tinham o objetivo de criar canções inéditas, muitas vezes restritas em rádios e nas próprias escolas de samba.

Candongueiro

Há 15 anos, Ilton e sua mulher Hilda tiveram a idéia de expandir o terreno de sua casa e dar espaço para uma roda de samba. Por lá já passaram Zé Kéti, João Nogueira, D. Ivone Lara, Elton Medeiros, Guilherme de Brito, Jair do Cavaquinho... "Dos sambistas contemporâneos hoje consagrados, só não passaram ainda o Zeca Pagodinho e o Paulinho da Viola, que já disseram ter muita vontade em conhecer a roda, mas não conseguiram arrumar o melhor dia na agenda", conta o fundador e pandeirista, que ainda planeja produzir um CD da roda de samba do Candongueiro.

A roda de samba localiza-se na Estrada Velha de Maricá, no bairro de Pendotiba, em Niterói. A cada quinze dias, sempre aos sábados, o grupo de samba que tem o mesmo nome da casa toca para um público que já alcançou a marca de 1 mil por dia. Candongueiro é um tipo de tambor pequeno, que foi bastante utilizado por escravos no jongo, uma dança ritual com um discurso falado ou cantado. No jongo, mulheres e homens se dispunham numa roda e desafiavam os outros participantes com versos de improviso, chamados pontos, elaborados numa linguagem cifrada.

2005-12-29
fonte : o dia online


Quem quiser queimar as excessivas calorias consumidas durante a ceia natalina ao som de samba, pode optar pela quadra da Imperatriz Leopoldinense. A verde-e-branco confirmou seu ensaio para o próximo domingo, com a participação de todos os segmentos da escola.

A quadra da Imperatriz fica na Rua Professor Lace, 235, em Ramos. O ingresso custa R$ 3.

Com o enredo ?Um por todos e todos por um...?, de Rosa Magalhães, a escola será a terceira agremiação a desfilar no Domingo de Carnaval, na Marquês de Sapucaí.

2005-12-05
fonte :


Muita gente, veículos e pelo menos quatro carros de som tocando samba na porta da escola. A animação que entra pela noite adentro faz parte do clima de festa. Mas ninguém ali se preocupa com o sono dos moradores dos condomínios vizinhos que não gostam de carnaval. A cena descrita foi presenciada há algumas semanas na Rua Clara Nunes, em Madureira, durante a escolha do samba da Portela, e pode ser vista na maioria das escolas da Zona Norte. E, para os moradores, pesadelo maior que o barulho é o medo de levar reclamações à escola.
? Procuramos a prefeitura porque temos medo de ir direto às escolas e sermos perseguidos. Mas nada acontece e a bagunça é sempre a mesma ? diz um morador que mora ao lado de uma escola do Grupo de Acesso, que pediu para não ser identificado.

Secretaria: lei não justifica o abuso
A Secretaria municipal de Meio Ambiente informou que as leis que protegem o cidadão contra o barulho ? o decreto 5.412 de 85 e a lei 3.268 de 2001 ? abrem exceção para os ensaios nas escolas de samba no período que antecede o carnaval. Mas concorda que isso não justifica abusos.
Segundo o secretário, Ayrton Xerez, apesar da importância do carnaval, os vizinhos têm o direito de reclamar dos excessos. Segundo ele, todas as reclamações devem ser encaminhadas para a ouvidoria pelo telefone 2273-5516.

Agremiações dizem não receber queixas
Apesar das queixas, as principais escolas de samba da Zona Norte garantem que não recebem reclamações. A Mangueira, que está encravada na favela, diz que nenhum dos seus vizinhos jamais apresentou qualquer reclamação porque todos se sentem parte da história da agremiação. Já o Império Serrano, que fica no centro de Madureira, é outra que diz não ter preocupação com os ruídos porque a quadra está situada numa área estritamente comercial.
Outra que se exime do esforço para não irritar os vizinhos é a Caprichosos de Pilares. Segundo a escola, que realiza os ensaios às sextas, a partir das 22h, nunca houve problemas com o som da sua bateria por que o Viaduto de Pilares, que fica sobre a sua quadra, estaria servindo como uma proteção acústica.
Já a Portela e a Imperatriz Leopoldinense garantiram que têm feito todo o esforço possível para minimizar o desconforto dos vizinhos. O presidente da Portela, Nilo Figueiredo, diz que a prova de que a escola sempre procurou ter um bom relacionamento com a vizinhança é a instalação recente de um sistema de som que evita que o barulho escape para fora da quadra.
De todas as escolas ouvidas, a Imperatriz é a única que admitiu receber reclamações. Segundo os responsáveis pela quadra, isso teria influenciado a decisão de limitar o horário dos ensaios. A escola informou que os ensaios de bateria, às segundas, agora só vão até as 22h, e os ensaios de domingo estariam terminando às 23h.

2005-11-13
fonte : O Globo Online


O compositor Niltinho Tristeza quebrou seu jejum de vitória em concurso de samba-enredo na Imperatriz Leopoldinense. Com a parceria de Amaurizão, Tuninho Professor e Maninho do Porto, Niltinho faturou o direito de ter seu samba como hino da Imperatriz no Carnaval 2006. Ele não conquistava um título na escola desde o Carnaval de 1991, quando a agremiação apresentou o enredo O que é que a banana tem?

Niltinho Tristeza é compositor de sambas memoráveis da escola da Leopoldina. Um desses sambas é Liberdade, liberdade, abre as asas sobre nós, que foi tema do Carnaval de 89.

Já Tuninho Professor vem faturando títulos na Imperatriz nos último carnavais. O compositor é autor de Quem descobriu o Brasil foi seu Cabral, no dia 22 de abril, dois meses depois do carnaval de 2000, Cana-caiana, cana roxa, cana fita, cana preta, amarela, Pernambuco... Quero vê descê o suco na pancada do ganzá de 2001 e Goytacazes... Tupy or not tupy in a South American way de 2002.

A quadra da Verde e Branco de Ramos recebeu um público de 4 mil pessoas. Todas as quatro composições finalistas fizeram excelentes apresentações. O detalhe é que durante a execução do samba da parceria de Niltinho Tristeza, o samba ficou atravessado com a bateria, ou seja, os cantores estavam cantando uma parte da música e os ritmistas tocando outra parte. Porém, a habilidade de Tinga, intérprete da Vila Isabel, que cantou o samba foi precisa e logo a música voltou ao ritmo normal.

Vale destacar que durante a apresentação do samba de Niltinho Tristeza e parceiros, o patrono da escola, Luizinho Drummond, ficou o tempo inteiro no palco. Nos demais sambas, ele passou somente 10 minutos no palco. Cada samba tinha 25 minutos de apresentação.

"O samba é leve e conta o enredo com um jeito legal e atraente", disse a carnavalesca Rosa Magalhães, que vai levar para Sapucaí em 2006 o enredo Um por todos e todos por um. O presidente da agremiação, Wagner Araújo, revelou que não haverá nenhuma mudança na letra e nem na melodia do samba. "Não é característica da Imperatriz. Nós respeitamos o trabalho do compositor", afirmou o presidente.

Quem marcou presença pela primeira vez na quadra da Imperatriz foi Luciana Gimenez, que é a nova rainha de bateria. A apresentadora da RedeTV! que terá a missão de substituir Luiza Brunet prometeu comparecer aos ensaios. "Vou me esforçar para aparecer sempre. Gosto de samba e carnaval. Sempre vi os desfiles da Imperatriz e ficava impressionada com o lado cultural dos temas", comentou Luciana, que recebeu a faixa de rainha das mãos de uma passista mirim da escola. "O carinho da comunidade vem com o tempo. Eles precisam me conhecer melhor e junto criarmos uma família", disse.

O irmão de Luciana Gimenez, o ator Marco Antônio Gimenez, o Urubu da novela Malhação também marcou presença. Perguntado se iria desfilar na escola, ele revelou que não recebeu nenhum convite. "Torço para Grande Rio e desfilo lá desde os 13 anos. Se a Imperatriz me convidar e a Grande Rio liberar eu desfilo", disse o ator.

O lado chato da noite foi o desamaio de Maria Helena, que era porta-bandeira da escola e foi demitida depois do Carnaval 2005. Ela que será homenageada pela escola e desfilará à frente da ala das baianas e também acertou para ser porta-bandeira da Alegria da Zona Sul passou mal no momento em que o novo casal de mestre-sala e porta-bandeira, Marcílio e Verônica, estavam se apresentando. Verônica ia levar a bandeira da escola para Maria Helena beijar e saudar seu pavilhão, mas a eterna porta-bandeira passou mal e desmaiou. Maria Helena estava com pressão alta e foi atendida por um médico. Restabelecia, ela decidiu ficar sentada para assitir a grande final de samba-enredo da Imperatriz.

2005-10-25
fonte : odia online


Florianópolis - O presidente da Escola de Samba carioca Imperatriz Leopoldinense, Wagner Araújo, reclama que se sente "abandonado" depois que o governo catarinense sepultou a idéia de patrocinar o projeto Carnaval 2006 via renúncia fiscal de R$ 2,5 milhões em ICMS.

Araújo conta que a única pessoa com quem discutia o projeto era o secretário Gilmar Knaesel (PSDB), que está em viagem à Europa pelos próximos 15 dias. Sem interlocutores no governo do Estado, a direção da Imperatriz espera definir até amanhã se abandona e tenta conseguir um novo tema para o desfile 2006 ou não.
O dirigente afirma que não sabe se terá tempo hábil para captar, através da Lei Rouanet, o R$ 1,5 milhão necessário para financiar o desfile que traz a saga de Giuseppe e Anita Garibaldi como tema - o R$ 1 milhão que completa o orçamento seria destinado à "publicidade".

A sugestão de recolher o dinheiro do projeto "Carnaval 2006" através de incentivos federais foi do governador Luiz Henrique (PMDB), que proibiu o envolvimento do Estado depois que o Diário Catarinense denunciou que a empresa habilitada pela Secretaria da Cultura para levantar a verba no mercado do Estado operava sob fachada na periferia da cidade de Barra Velha.

Araújo lamenta que os trabalhos no barracão estejam bastante adiantados, o que torna difícil a troca de tema para o Carnaval do ano que vem. As fantasias em torno da saga de Anita e Giuseppe, por exemplo, já foram todas desenhadas.

A escolha do samba enredo, que por exigência de acordo com o governo do Estado precisaria trazer o slogan "Santa e Bela Catarina", seria escolhido em festa programada para o dia 27 de outubro. Um mês antes, no dia 27 de setembro, haverá uma festa no Rio de Janeiro com apresentação do tema do desfile de todas as Escolas de Samba da cidade. A Imperatriz, garante Araújo, vai estar presente. Ele garante que, apesar dos transtornos, não existe possibilidade de a Escola não participar do desfile.

2005-09-01
fonte : Diário Catarinense, por João Cavallazzi


Em entrevista ao site O Carnaval Carioca ( www.ocarnavalcarioca.com.br ), o presidente da Imperatriz Leopoldinense, admitiu pela primeira vez a possibilidade de mudar o enredo do carnaval 2006. Ele consultará a Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa) a respeito. A Imperatriz perdeu um patrocínio de R$ 1,5 milhão, que esperava receber de empresas catarinenses, após o governo local descobrir que a empresa captadora de recursos indicada pela escola não estava legalmente apta e tinha dado como endereço o de uma oficina mecânica de periferia. O enredo, que agora pode ser abandonado, é sobre o amor de Giuseppe e Anita Garibaldi (ela, uma personagem histórica de Santa Catarina). Mas a idéia de descartá-lo é polêmica dentro da Imperatriz. Um dos motivos que poderá levar a escola a decidir manter o enredo deverá ser o pouco tempo que teria para elaborar nova sinopse, abrir novo concurso de samba-enredo (o atual, em fase eliminatória, tem 15 composições em disputa) e começar do zero o desenho de fantasias e alegorias.

2005-08-31
fonte : O Globo Online


Se a Imperatriz Leopoldinense não vai sentir saudades da veterana Luiza Brunet à frente da bateria quando a escola de Ramos estiver entrando na Avenida no Domingo de Carnaval, a ausência da morena no Carnaval de 2006 desperta outro sentimento em Viviane Araújo, rainha dos ritmistas da Mocidade Independente de Padre Miguel. Antes mesmo de pensar em brilhar na Marquês de Sapucaí, Viviane tem em Brunet uma referência.

- Eu assistia aos desfiles, antes mesmo de pensar em fazer parte do espetáculo como rainha, e ficava atenta ao momento em que a Luiza Brunet ia passar pela Marquês de Sapucaí, primeiro pela Portela e depois pela Imperatriz. Ela é linda, elegante e sempre foi uma referência pra mim. Com certeza, uma mulher tão chique e linda como ela vai fazer muita falta no espetáculo " aposta Viviane Araújo.

Para o lugar de Brunet, a Imperatriz convidou a apresentadora Luciana Gimenez.

2005-01-09
fonte : www.tamborins.com.br